
Eu juro que tento falar pouco de futebol!
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Julho/2004
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lunes, enero 28, 2008
ELAS FALAM POR VOCÊ?
Tive a oportunidade de assistir o primeiro jogo do Palmeiras no Campeonato Paulista deste ano, direto da Arena Barueri, contra o Sertãozinho. E a despeito da minha folga no trabalho, da diversão da viagem com Tomiate, Helda, Allan, Lucas e Rê e da vitória por 3 a 1 sobre o Touro dos Canaviais, eu saí do estádio com um pequeno incômodo: a Mancha Verde. Antes do início da partida, a principal torcida organizada do Palmeiras gritava “Ô, Luxemburgo/Presta atenção/A Mancha Verde não aceita traição”. Era uma referência, claro, à passagem do técnico Wanderley Luxemburgo pelo Parque Antártica em 2002, quando iniciou a reformulação do time às vésperas dos Brasileirão daquele ano e trocou de time, assumindo o Cruzeiro. O Palmeiras, que havia dispensando um sem-número de jogadores, não conseguiu reconstruir seu elenco e terminou rebaixado. Luxemburgo não gostou da lembrança da Mancha Verde, e pessoalmente, nem eu. É claro que acredito piamente que o treinador tenha uma grande parcela de culpa no rebaixamento, mas será que é só a organizada que não guarda rancor daquela ocasião? E as demais torcidas do Palmeiras? E os torcedores palmeirenses que não são afiliados a um grupo específico? As organizadas vivem de auto-referência. Parecem presentes em estádios para torcerem por si, não pelo time. Ora, não seria mais inteligente gritar “Ô, Luxemburgo/Presta atenção/O meu Palmeiras não aceita traição”? Foi o que eu cantei, já que me recuso a torcer pela torcida organizada. Ora, o jogo em questão não era Mancha Verde x Sertãozinho. Essa postura das organizadas (ou talvez só da Mancha Verde, o que eu duvido) já havia me incomodado em jogos anteriores do Palmeiras. Não raro, elas têm suas próprias opiniões, e se você não concorda, dane-se. Cansei de ver gente que, meio que automaticamente, canta junto com a Mancha - ou com a Gaviões da Fiel, a Galoucura, a Independente, a Raça Fla ou o escambal. Sem se afiliar, torce para a organizada. Entre tantos males para os quais os responsáveis pelo futebol fazem vista grossa (eu já recebi um cartão de um cambista!), as organizadas talvez sejam o mais dispensável deles. É claro que é interessante ter um grupo organizado presente ao estádio, cantando junto e dando espetáculo para seu time nas arquibancadas. Infelizmente, as organizadas não parecem preocupadas em passar seu apoio para dentro das linhas laterais. Talvez sem exceções, todas vivem de relações políticas muito promíscuas com jogadores, treinadores e dirigentes - ou será que é realmente necessário invadir treino pra protestar, apedrejar carro, brigar com a Polícia, pichar muro e derrubar técnico pra apoiar a equipe? Talvez um dia as torcidas organizadas aprendam que futebol é divertido, e que pode ser tratado assim. É preciso paixão, claro, mas bom humor, quase sempre, é fundamental. Torcer para si, não. Vascaínos ganharam meu respeito! “Palmeiras vai jogar/A Mancha vai estar lá/E só dá ela”? Mentira, eu fui ver também.
Por EMANUEL NOVAES às 11:37 AM
| jueves, enero 24, 2008
BLOG DE PAPEL
Eu já tive um sem-número de blogs. Blog de futebol, de comunicação, blogs pessoais, blog coletivo, de piadas machistas... Uns sete, salvo engano – fora aqueles que não foram para frente. Este aqui, sem dúvida, é o de maior longevidade, e o que eu mais gosto. Porém, antes mesmo de criar meu primeiro blog, em dezembro de 2002, eu tive um “proto-blog”. Em 98, na verdade. Era um caderno no qual eu fazia anotações pertinentes, escrevia textos pretensiosos, colava figuras e, desde então, anotava meu boletim. Só faltou disponibilizar comentários e... Bem, mostrar aos outros. Era muito bacana, por exemplo, colar tazos holográficos para ilustrar alguns textos. Rolava adesivos, figurinhas, fotos também. Funcionava mais ou menos como é hoje, com textos e imagens. É claro que não tinha YouTube na época, por exemplo, mas isso era o de menos. Curiosamente, o caderninho era muito mais blog do que alguns blogs profissionais por aí. Fazia a função de diário – a mesma que, em tese, os nossos blogs fazem virtualmente. Não sei bem que fim levou o meu projeto, mas lembro que durou pouco. Uma pena. A idéia era boa.
Por EMANUEL NOVAES às 12:03 PM
| lunes, enero 21, 2008
COMO SER UM AMIGO PANACA
Imagine a seguinte cena: você está almoçando com seus amigos do trabalho e alguns amigos extra-trabalho. Uns sete em uma mesa. De repente, lá longe, passa caminhando um amigo do trabalho – e também extra-trabalho, por que não? O óbvio é que você convide-o pra sentar-se com vocês, certo? Certo. Vocês gritam, gritam, e nada. Óbvio, ele está com fones de ouvido, não vai escutar nada mesmo. Então você se levanta e corre para chamá-lo. Você poderia dar um toque no ombro e convidar, como seria mais civilizado... MAS NÃÃÃÃÃO!!! Não, você vai cumprimentá-lo dando um carrinho por trás nas pernas do cidadão, como mamãe ensinou. É claro. Empolgadão, você dá aquele pique e se lança no ar, acertando suas duas pernas nas panturrilhas e joelhos do seu amigo. É, sem dúvida, uma bela maneira de cumprimentar um amigo que está entrando no elevador. A menos, é claro, que ele tenha em mãos um copo de café. Milagrosamente, seu amigo consegue projetar para frente o copo, e evitar que o conteúdo caia sobre sua camiseta minutos antes de entrar no trabalho. O que não impediu, por exemplo, que você derrubasse café na parede e no chão. A essa altura, seus amigos estão todos rindo de você, e você não sabe onde enfiar a cara. Vai procurar algum funcionário da limpeza do seu trabalho para dar uma geral na sua cagada, e procura saber se está tudo bem com seu amigo. Ele some. Você, arrasado e constrangido, mal consegue voltar a almoçar. Mais tarde você descobre que seu amigo foi pegar outro café. Você compra um pacote de Trakinas morango pra ele, como pedido de desculpas, achando que está tudo bem. No fundo, você é que vai ser motivo de piada por algum tempo. Estranho, não? Pois e se eu contar pra vocês que isso aconteceu com um conhecido meu...?
Por EMANUEL NOVAES às 11:43 AM
| sábado, enero 19, 2008
COMO EU PENSEI EM ME CASAR COM MARIA SHARAPOVA
Talvez eu já tenha contado essa aqui, mas vamos lá. Nas épocas de ICQ, lá por 2002, era muito fácil achar qualquer pessoa na internet. Conheci muita gente legal no Leste Europeu, por exemplo. Pessoas famosas estavam disponíveis com seus UINs. Anônimos, idem. Foi nessa época que os gemidos de uma tenista russa ficaram muito famosos. Então com 15 anos, a jovem morava nos EUA e era apenas uma aspirante talentosa, que somou seus primeiros pontos com dois títulos e três vices em challengers. Foram 28 vitórias em 33 jogos pela temporada, encerrada com a 231ª colocação do ranking da WTA. Mesmo assim, Mariazinha era apenas conhecida pelos gemidos a la Guga (ou até piores) e pela beleza. Temia-se que ela fosse apenas uma nova Anna Kournikova, bonita e sem talento. Kournikova era a grande musa do tênis da época, e todas temiam ser tachadas como ela. Maria, porém, não era ninguém. É claro que eu, então com 16 pra 17 anos, molecote de tudo, pensei em procurá-la no ICQ. É sempre legal encontrar gente assim para conversar, enquanto ainda não viraram estrelinhas insuportáveis. Um pouco mais nova, bonita, solteira (calculei), anônima... Maria poderia até mesmo virar um algo mais para esse menino... Vai saber, não? Acabei adiando, adiando, fechando o ICQ e nunca procurei. Três anos depois, Mariazinha era a número um do mundo e namorada de Andy Roddick. Já não era uma pessoa anônima e tinha provado a todo mundo que joga muito mais do que Anna Kournikova. Esta última, que enfrentaria Maria Sharapova apenas uma vez em 2003 e abandonou com um WO, abandonou a carreira apenas como uma ótima duplista, e muito injustiçada para quem chegou a ser Top Ten do mundo. Mesmo assim, foi namorar Enrique Iglesias e jamais deixou de ser um estereótipo. Falso, mas um estereótipo. Obs: A essa altura, vocês estão rindo de mim. Podem rir mesmo. Mas eu cheguei a conversar com uma belíssima tenista catarinense por MSN no ano passado. Embora sem muito futuro, ela virou estrelinha e não falou mais comigo.
Por EMANUEL NOVAES às 6:37 PM
| viernes, enero 18, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Dezembro Por fim, o mês de dezembro começou de maneira bacana, recebendo um scrap do ídolo Berg Pedalada. Curiosamente, o Viola (aquele) também me respondeu um scrap em janeiro – e se o Túlio Maravilha um dia fizer o mesmo, eu completo minha trinca. E é claro que não se pode falar em futebol de dezembro (ou de 2007) sem se reverenciar Zelão, Moradei, Vampeta... É, Corinthians, rebaixado para a Série B: ![]() Publiquei um texto que me valeu um 10,0 na faculdade – e se eu era um sucesso na faculdade (ô!), continuava sendo um fracasso com a mulherada, como lemos aqui. Como de costume, meu boletim da faculdade foi ao ar aqui, provando que eu não sou o sucesso que eu esperava: pelo terceiro ano seguido, peguei um exame. E passei. Reclamamos, é claro, das barrinhas de cereal e da qualidade dos cursos de jornalismo da atualidade – o que, descobri em janeiro, varia de faculdade pra faculdade. Mas relaxamos ao som de Call Me, do Blondie, faixa do disco Paralell Line, o qual ainda vamos copiar. Dia 12 ainda foi aniversário da minha irmã, mais uma vez comemorado aqui. Comemoramos sem álcool, já que lembramos aqui os cinco piores porres da minha vida (aliás, lembrar de todos foi um feito notável). E na volta ao mundo em 80 coisas legais, fomos ciceroneados por Zé Carioca em nossa visita ao Brasil. No dia seguinte, 22 de dezembro, embarquei para Presidente Prudente para passar o Natal. Foi do jeito que eu queria, e eu ainda fiz um post de um (desanimador) evento acontecido no aniversário de uma amiga minha em São Paulo. Na volta à Capital, postamos sobre a melhor série da atualidade na TV: Dexter. Ah, e encerramos o mês – e o ano – realizando um sonho antigo, com um post no qual eu apresentei Pres. Prudente a todos (opa!) vocês. Evidente que, um dia antes da São Silvestre, eu ainda aproveitei para reclamar do derrotismo dos prudentinos, como não poderia deixar de ser. É claro ainda que é preciso fazer menção ao aniversário do Fábio. Não apenas por fazer aniversário do último dia do ano, mas também por ter lançado o livro DIAS - a vida do maior jogador do São Paulo nos anos 1960. Se o meu mês de dezembro foi bacana, imagine o deste rapaz. Acho que vale a pena contar aqui algo sobre o livro: eu pedi para o Fábio autografar o livro para o meu pai, a quem daria o livro de presente. Dei, e meu pai gostou muito. Contou que, certa vez, estava em Campinas para fazer um curso para o banco no qual ele trabalhava. Na ocasião, o São Paulo foi ao Brinco de Ouro da Princesa para enfrentar o Guarani, e ele e alguns amigos decidiram ver o jogo. E constataram que, realmente, "o tal do Dias" (aspas minhas) jogava pra caramba. (Terminada a Retrospectiva 2007, retomamos agora a nossa programação normal.)
Por EMANUEL NOVAES às 10:44 AM
| miércoles, enero 16, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Novembro O mês de novembro começou muito bem, com uma viagem ao Japão para que víssemos mais uma das 80 coisas legais pra caralho que eu juro que vou achar. Desta vez, foi o sensacional Tetris Humano. Mas também passamos por um mês sério, discutindo a dificuldade que nós temos para exercer nosso direito estudantil de pagar meia-entrada no cinema, no teatro ou no estádio de futebol. Pensa que acabou aí? Ainda esculhambamos a imprensa esportiva européia, que tratou a novela Alonso-McLaren-Renault da maneira menos profissional possível. Ah, completamos 100 mil visitas! Puxa! Como presente, ganhei dois finais de semana consecutivos de folgas em casa - valeu, Helda. Novembro foi o mês de viver o pior dia do ano, com trabalhos e mais trabalhos, e pressões e mais pressões, e gastrites e ódios e mais gastrites e ódios. Foi no dia 6 de novembro, mas a parada foi tão barra pesada que precisamos de quatro dias pra contar: 16, 20, 21 e 22. Vocês se lembram, né? Fui ao bar com o Fi e inventei de cantar hinos bizarros de futebol, como se fazia no Dom’s há algum tempo. Como eu não sou Celso Unzelte, não deu muito certo. Ah, e ainda recebi a convocação do Fábio para a corrente literária, passada com relativo sucesso para Felipe Held, Daniel Tomiate, Babi Sacchitiello, Carol Canossa e Talita Marchão. Só que o pessoal começou com aquela frescura de “ah, não posso, tô ocupado, mil coisas a fazer”... Humpf! Ah, mas o mês foi fechado mesmo por cima, com o relato da final da Série B do Paulista, no qual estivemos presentes para ver o Oeste Paulista ganhar o título com uma vitória por 2 a 1 em casa sobre a Esportiva Itapirense. Graças àquela folga negociada com o Helda. ![]() Eu nem comentei com muitos de vocês, mas o texto foi republicado depois no estimado De Primeira, onde eu fui comparado, vejam vocês, a André Pugliesi. Que mês, meus caros...
Por EMANUEL NOVAES às 10:58 AM
| martes, enero 15, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Outubro Outubro, a começo de conversa, foi o meu aniversário – mas não foi em decorrência disso que iniciamos o mês. Começamos discorrendo sobre mulheres bonitas demais, que ficam com a cabeça ruim. Coisas de discussão que eu tive com o Jaú. E por falar em amigos, resolvi voltar a 1999 e me lembrar da oitava série, e dos amigos que lá fiz – amigos, que, por sinal, eu andei fazendo até no telemarketing da Telefónica. Mas se eu fiz amigos na minha passagem pelo Anglo, pode-se dizer que não saí de lá feliz com o modus operandi do pequeno microcosmo colegial. Mas o tempo da escola passou, e veio o da faculdade. E junto com ela, vieram os trabalhos bizarros sobre Caio Prado Jr., e que não teremos mais que fazer em 2008. Aliás, este será um ano bom na faculdade e fora dela, já que teremos a terceira edição do Manéversário – um evento que foi um sucesso em 2007. Não era nem dia 9 e eu já voltava a xingar caixa automático do banco, este esporte amador por excelência. Em compensação, Mônica Veloso fazia a alegria da galera e estampava a capa da Playboy. Como se presente pouco fosse bobagem, o UOL Tablóide ainda me divulgou os ganhadores do Prêmio IgNobel, a maior prova viva de que cientista anda gastando mal o tempo e o dinheiro investidos. Curiosamente, minha irmã me ligou no dia do meu aniversário e pediu para que eu assistisse o jogo do São Paulo contra o Millonários-COL pela Sul-americana (aquela com a qual o São Paulo jurava que se importava). Rolou até uma análise aqui, assim como rolou uma análise dos pobres coitados que gostam de bandas indies. Deve sofrer esse pessoal que paga de hype. Ainda era metade do mês (que diferença em relação a setembro, não?), e eu declarei o porquê da paixão eterna pelo Londrina - se é que paixão tem porquê. E ainda divulguei minhas aventuras cinematográficas das férias de julho. Aqui, uma correção: xingar caixa automático de banco NÃO é o esporte cucarachista por excelência. Aqui, o que mais se faz com prazer é xingar Renato Maurício Prado, esse grande profissional da imprensa, que esbanja seriedade, profissionalismo e imparcialidade. Ah, mas o mês foi bom para o blog também, e não só para o blogueiro. O Blogger.com.br finalmente valorizou o esforço e colocou o La Cucaracha no Blogs of Note da semana – onde permanecemos até hoje por sinal. Finalmente, a demora para atualizarem a home do Blogger me beneficiou em algo. Como é claro, falamos de futebol. Pagamos pau aqui para a torcida do Corinthians, e achamos que o time não ia cair. Caiu. Certamente, a torcida nunca vai te abandonar, porque te ama. (Aham, espera ficar três jogos sem vencer...) Enquanto isso, acompanhávamos futebol de verdade por aqui. O Oeste Paulista vencia o “carismático” União Suzano pela Série B do Campeonato Paulista e garantia vaga para a fase a fase final do Campeonato, onde disputaria o título. Mais importante: naquele domingo, o time remediava um período de sete anos sem times de Presidente Prudente na Série A-3. Encerramos o mês, porém, de maneira ruim: piadinhas com Tropa de Elite, feita com base em um teste feito na Internet e que me comparou ao milico que quer ajudar, que pode ajudar, mas que precisa de ajuda pra poder ajudar. Vamos estabelecer uma coisa: piadas com Tropa de Elite já se esgotaram. Já deram o que tinha que dar. Não há nada mais chato hoje do chamar os outros de fanfarrão (dependendo do contexto) ou mandar alguém pedir pra sair. Em outubro, era legal; hoje, é um porre.
Por EMANUEL NOVAES às 11:49 AM
| lunes, enero 14, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Setembro Se agosto foi um mês curto, o que dizer de setembro? A Internet finalmente chegou ao apartamento novo, e eu finalmente publiquei os textos arquivados. Infelizmente, deu tempo de publicar apenas um, no dia 30 – a famosa ladainha Denis e Renata. Restou uma retrospectiva curta.
Por EMANUEL NOVAES às 9:32 AM
| domingo, enero 13, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Agosto Sem dúvida, agosto foi um dos meses de menos postagens da história deste blog. Motivo: eu tinha acabado de me mudar de apartamento e ainda estava sem computador. Fiquei na dependência de lan houses por um tempão. O PC até chegou, mas a Internet mesmo só veio em setembro. Até lá, eu arquivei uma porção de textos. Vamos contar, então, o que aconteceu no Mês do Cachorro Louco. O fim do Pan gerou uma enxurrada de posts nos mais diversos blogs fazendo uma retrospectiva do que rolou de bom e de ruim no Rio de Janeiro. E embora eu tenha feito um esforço hercúleo para colocar uma postagem engraçadinha no ar, preciso admitir que o La Cucaracha tomou um pau do Nossa, Canossa!. Carol, inspirada, conseguiu reunir bizarrices quase diárias do Pan. No segundo dos dois posts do mês, voltamos a dar a volta ao mundo em 80 coisas legais pra caralho. Desta vez, fomos visitar a terra dos kiwis, do bungee jumping e do time de rugby mais legal do mundo. Sim, os All Blacks foram devidamente homenageados aqui. ”Maori ou não, é 100% emoção”, diria Galvão Bueno Não foi um mês dos mais animados. Bom, eu já expliquei o problema de ordem tecnológica, não? Ainda por cima, eu estava penando com uma dor de amor que rendeu post em setembro. Falaremos disso mais à frente. Nota mental: Retrospectivas são boas ANTES do final do ano, não depois. Lembrar disso em 2008.
Por EMANUEL NOVAES às 12:48 AM
| jueves, enero 10, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Julho Julho foi um mês particularmente feliz para mim. Depois de um ano e meio no trabalho, eu finalmente tirei minhas merecidas férias - e por isso, as postagens dos primeiros dias foram feitas de casa. A começar pelo começo (dã!) da sessão A Volta ao Mundo em 80 Coisas Legais pra Caralho, que eu copiei do Fábio e que, melhor pensado, vai me dar um bocado de trabalho. Foi o mês de reverenciar Reclamamos juntos, eu e vocês (o burro vai na frente), da nova fórmula do Nescau – embora a associação injusta com a Blitz, aquela banda super legal, tenha deixado o Carioca um bocado incomodado. Em compensação, tristeza foi saber atrasado que um grande amigo meu morreu. Mas demos a volta por cima, com uma aula aos jovens garotos de como se forma um jornalista esportivo – e eu me sinto no direito de falar sobre o assunto, já que estou exatamente no meio desse processo. E para dar uma nostálgica aliviada, fizemos uma espécie de “Por Onde Anda?” do cerebral Jean-Claude van Damme, este baluarte do cinema-bailarino, pioneiro da lutinha. Porém, julho não seria julho sem a primeira viagem a Santos – infelizmente, não a passeio, mas a negócios. Fui alugar meu novo apartamento e fechar contrato serra abaixo. Ficou a certeza de que eu tenho uma senhoria gente boníssima, e de que eu preciso voltar logo à praia. Update: E foi aniversário do Jaú no dia 4. Eu estava de bigode, e as pessoas não entenderam o vanguardismo de minha ação.
Por EMANUEL NOVAES às 10:46 AM
| martes, enero 08, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Junho Junho foi um mês em evolução, que começou mal e terminou bem. Começou com a eventual (e detestada) visita ao banco. O banco em si não é um lugar ruim, mas tem sempre um caixa automático que só trabalha com notas de 50, ou um boy que paga 238 contas da “firma” no caixa... Acontece muito de não ser uma visita rápida e indolor, sabe? Aliás, eu aproveitei a mudança de perfil dos leitores e publiquei um texto antigo aqui. Ninguém percebeu, o que era esperado. Não que eu desqualifique meus poucos - porém fiéis - leitores; mas poucos dos que visitam o La Cucaracha hoje em dia o visitavam em 2004. E vice-versa. Em compensação, realizei um sonho: fiz a “notícia” da prisão de Jeremias Cabra Homem. Teve gente que não sacou, e até mandou o vídeo da prisão do ídolo pelo YouTube. Mas valeu. No mesmo mês, achei uma foto muito boa de 2002, de quando eu tinha 16 anos, morava em Presidente Prudente e apenas pensava em fazer jornalismo – curiosamente, cinco anos depois, eu iria morar duas ou três quadras abaixo da mesma esquina da foto. O futuro é mesmo algo fascinante. Tanto que, certamente, eu não saberia que a carreira escolhida poderia me levar a uma inspeção da FIA em Interlagos, por exemplo. (E claro, devidamente citada aqui no blog.) Tive um sonho legal, no qual eu – um péssimo tenista – resolvi encarar meu bom amigo (hein?) Rafael Nadal, enquanto Lleyton Hewitt chegava para ser alvo de minhas piadas. É claro que eu devo ter perdido o jogo, que teve tudo de bizarro que poderia ter. Alguém que faz piada com o cabelo de um ex-número 1 do mundo tem mais é que levar uma surra do Nadal no saibro. O mês terminou bem, como foi dito antes. As provas da faculdade acabaram, recebi meu aviso de aprovação das férias e a boa notícia de Ana Paula de Oliveira na Playboy. Terminamos o mês jogando futebol e filosofando, assim como Mário Prata, acerca do gosto que homens têm por homens. Para entenderem e não pensarem besteira, leiam aqui.
Por EMANUEL NOVAES às 11:27 AM
| lunes, enero 07, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Maio Maio não foi um mês dos mais agitados por aqui, embora as coisas tenham acontecido de maneira bem interessante. Perna-de-pau que eu sou, fiz meu primeiro gol oficial em competições do XV de JoC pela faculdade – seriam três ao longo do ano. Foi também o mês da visita do Papa ao Brasil – a primeira desde o início do pontificado de Bento XVI. Como há muita gente ignorante neste mundo que diz que “o Papa é nazista” só porque é alemão, fiz uma pequena pesquisa e escrevi um esclarecimento aqui. Não vai mudar o mundo, mas os poucos, porém fiéis, leitores ficaram sabendo. Em compensação, escrevi um artigo bastante cretino para a Desciclopédia. Ela não merecia, sabem...? Contei a história de minhas duas avós, dona Ana e dona Maria, com as quais não convivi muito. E pra não ficar tudo muito triste por aqui, coloquei o vídeo de um gringo realizando um sonho meu: dançar Thriller no próprio casamento. Como era de se esperar, encerramos o mês com uma belíssima piada machista, relacionando MP3 e as mulheres. Como eu já disse então, desculpe, mãe.
Por EMANUEL NOVAES às 9:06 AM
| sábado, enero 05, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Abril Inauguramos o quarto mês do ano com uma visitinha ao site My Heritage, uma recomendação da Talita que reconhecia traços seus semelhantes aos de pessoas famosas. Pra constar, eu pareço com um Backstreet Boy, o Stifler, o criador de South Park, a gatíssima Amanda Bynes, o incrível Kobe Bryant, com um dos irmãos Hanson e com o charmoso Rob Brydon, entre outros. Foi aniversário da minha mãe, e eu perdi a chance de fazer uma homenagem legal com o “Soneto no Sessentenário”, de Rubem Braga. Homenageei com um relato e contei como passamos o aniversário juntos. Pouco depois, a família Milano apareceu no Vídeo Show em um quadro com o carismático Alemão. Ah, e praguejamos contra o lençol com elástico – essa invenção sem-vergonha feita apenas pra ganhar dinheiro. E por falar em dinheiro, fui tentar gastar o meu em gibis de Luluzinha e Bolinha da década de 90 – achei apenas os da década de 60, e acabei comprando a Playboy da Alexia Deschamps no lugar. No futebol, voltamos a acompanhar o Campeonato Amapaense – o que, infelizmente, abandonamos durante o ano. Mas valeu pela seletiva: O Dudu veio me visitar de novo em São Paulo, mas agora pra pegar o vôo de volta para o Pará. Coisa rápida e que me rendeu uma pernada boa pela cidade. Maria Sharapova (suspiro!) comemorou 20 aninhos, e o Carioca comemorava com um vídeo bizarro. Como Maria Sharapova (suspiro!) não dava mole para mim, eu percebia como desde sempre eu era péssimo com mulheres – porém, desta vez, culpa delas. Na Rossija, Boris Yeltsin deixava a vida para entrar na história. Novamente com música, promovemos uma bateria de clips legais dos anos 80, com bandas como Kon Kan, The The, A-Ha e Jesus Jones - de fato, faltou Dexy's Midnight Runners. E por falar em aniversário, Borjão soprava velinhas na Itália. O Mário Flamejante cedeu mais um texto para publicação aqui – no caso, sobre a pornografia nacional. E fechamos o mês com o trailer de Warriors, o filme mais foda da história e que eu só fui ver pela segunda vez na vida no final deste ano.
Por EMANUEL NOVAES às 12:02 PM
| viernes, enero 04, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Março O terceiro mês do ano foi inaugurado com a análise profunda das Sodas Italianas, então grande inovação do McDonald’s. Eram tão viciantes que me valeram umas sete em cinco dias, além de uma saída com uma menina e um post longo aqui. A novela Páginas da Vida acabava, e os amigos Fábio Matos, Tico e Carol ganhavam links aqui, em uma rede de influência e poder digna de Super Cine. Pouco depois, Preta Gil e os são-paulinos eram homenageados no Dia Internacional da Mulher. Relembrei de como eu quebrei o skate que daria para um amigo – na frente dele – e reclamei da falta de atualizações da home do Blogger – que foi atualizada pouco tempo depois. Praguejei contra um professor, e recebi ótimos conselhos, que acabaram se revelando não apenas úteis, como verdadeiros. Ah, e ainda revelei toda minha veia artística ao interpretar o momento áureo da filosofia gilista. No auge do bambismo, o São Paulo perdia sua invencibilidade de 29 partidas com uma derrota por 2 a 1 para o Necaxa, em jogo realizado no charmoso estádio de Aguascalientes, México. E fechamos o mês com muita música. Sim, pois além de ter visto Letra & Música com a minha mãe no cinema, ainda comemoramos o aniversário do meu pai ao som de Route 66. De presente (pra vocês), rolou uma versão muito boa de uma música muito boa: Back on the Chain Gang, do acústico do Pretenders.
Por EMANUEL NOVAES às 11:14 AM
| jueves, enero 03, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Fevereiro Começamos o segundo mês do ano tentando organizar um bar da faculdade para combinarmos o trote – um erro que deve ser repetido em 2008. Demos uma esculhambada nos ‘italianos’ de São Paulo, o que acabou dando uma pequena confusão com um tal de Gustavo. Como o Gustavo era O Gustavo, conseguimos acertar isso sem problemas. Fevereiro foi também o mês em que o Dunga usou aquela camisa de forro de sofá no jogo contra Portugal.
"Quero vê-la sorrir, quero vê-la cantar..." Foi ainda o mês de sonhos bizarros e agradáveis, em que eu atravesso o país de kart e com um macacão verde. E antes do dia 10, escrevi o melhor post do mês: tinha acabado de tomar um pé na bunda e resolvi relacionar isso com música: Alan Parson’s Project, Semisonic, Dire Straits, o hino do Londrina, Chico Rey & Paraná, Astor Piazzolla e tantas outras coisas. Recomendado. Contei também como um De coisa boa, um post rendeu uma homenagem à professora Cidinha Campos, que me deu uma força enorme para seguir a carreira que eu decidi, e a quem, sem dúvida, eu devo muito. Além disso, recebi muita ligação errada em casa, e fui ao cinema assistir Borat, em um mês em que eu fui muito ao cinema e que ainda me recobrava do pé na bunda.
Por EMANUEL NOVAES às 11:17 AM
| miércoles, enero 02, 2008
RETROSPECTIVA
Tudo o que aconteceu aqui em 2007, ou que vocês engoliram Como é costume em 90% dos blogs – e em revistas, sites, jornais, TVs e quaisquer outros veículos de comunicação –, final de ano é tempo para retrospectivas. Não apenas para analisar o que aconteceu durante o ano anterior, mas porque já não acontece mais nada mesmo nos últimos 15 dias do ano, e ninguém está muito disposto a garimpar assunto. O tempo passou, e o La Cucaracha perdeu o gancho para encerrar 2007 assim. Porém, sempre é tempo de perder tempo com a desculpa de repassar o que se passou nos 12 últimos meses. Por isso, em mais um rompante de criatividade, fazemos aqui a terceira retrospectiva de nossa resignada existência. Sem muitas delongas, vamos ganhar tempo pelos próximos 12 dias, enquanto eu arquivo bons posts para serem colocados nos dias que seguirão. (OBS: A apresentação da retrospectiva é uma cópia descarada da que foi feita no ano passado. Digamos que eu não sou muito bom com essas formalidades.) Janeiro Como de praxe, abrimos o ano fazendo um balanço da São Silvestre de 2006, minha primeira, e uma retrospectiva do ano. Esta segunda me tomou quase metade do mês, e foi bom pra dar uma enrolada em vocês. Tive um sonho do qual me lembro vagamente até hoje e vimos Faustão soltando a voz com Sérgio Mallandro – rá! Aliás, descobrimos – mentira, foi o Jaú que recomendou – um site de marchinhas de Carnaval do Sílvio Santos. No tempo livre, rolou um mea culpa e um fraquíssimo exercício lírico. Como sempre, teve recuerdo da infância – no caso, dos trabalhos escolares de setembro sobre Presidente Prudente, entregues sempre no dia 13, véspera do aniversário da cidade. Rolou um questionário legal também, respondido apenas com figuras, recomendações textísticas e a saudosa análise da Playboy do mês. O Mário Flamejante cedeu mais um texto para publicação aqui – no caso, sobre os chefões de Sonic –, ao passo que meu cadarço me dava trabalho. Falou-se muito sobre novela aqui, pra bem e pra mal. Acordei um domingo com uma crise de gastrite, o que me deixou bebendo só água no Troféu Mesa Redonda, no qual estive com a Natali. De quebra, encerramos o mês acompanhando o Campeonato Amapaense – um estado que deixa o Acre no chinelo no quesito existência questionável. E foi só.
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