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La Cucaracha
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Julho/2004
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sábado, marzo 31, 2007
Q & A
Dúvida: é possível uma música boa ficar ainda melhor? Resposta: sim, se estivermos falando de uma apresentação ao vivo de Chrissie Hynde e dos inspiradíssimos Pretenders. Aí então, surge uma versão ainda melhor de Back on the chain gang.
Por EMANUEL NOVAES às 7:05 AM
Xinga a mãe! jueves, marzo 29, 2007
ROUTE 66
Well, if you ever plan to motor west Travel my way, take the highway, that's the best. Get your kicks on route 66. Well, it winds from Chicago to LA More than two thousand miles all the way. Get your kicks on route 66. Well, it goes to St. Louis, down to Missouri, Oklahoma city looks - oh! - so pretty! You'll see Amarillo, Gallup, New Mexico. Flagstaff, Arizona, don't forget Wynonna, Kingmen, Barstow, San Bernardino If you get hip to this kind of tip, I think I'll take that California trip. Get your kicks on route 66. (Bob Troup & Nat King Cole)
Parabéns, pai!
Por EMANUEL NOVAES às 10:47 AM
Xinga a mãe! martes, marzo 27, 2007
LETRA & MÚSICA
Ir ao cinema é sempre uma experiência antropológica. Mais do que útil para ver o filme em si, a oportunidade ainda é válida para a observação de desocupados como eu, além de recuperar alguns fatos desconexos, todos unidos usando o gancho do filme. Segunda-feira foi um dia desses. Estando em Prudente, resolvi assistir Letra & Música (veja o trailer) na companhia de minha mãe. Mesmo porque eu acho o Hugh Grant um cara legal, além de achar a Drew Barrymore bonitinha e gostar daquelas bandas bizarras da década de 80*. Enfim, motivação de sobra para ir ao cinema. "You look like a worried little doggy!" Fomos de carro novo, já que mamãe trocou a Parati que ela tinha por um Fox. Chegamos para pegar a sessão das 16h35 e ainda pagamos R$4,50 - onde você paga isso em São Paulo? Poucos trailers depois (alguém ainda agüenta ver o tal do 300, do Rodrigo Santoro?), o filme começou. Diga-se de passagem, com o empolgante clipe da banda PoP, criado especialmente para o filme, com uma música que não sai da cabeça e uma temática espetacular da década. A paradinha vinha sendo veiculada a tempos, mesmo sem grande frisson. Eu admito que já cheguei ao cinema sabendo até cantar o refrão. Mas nunca é demais assistir de novo. "I said I wasn't gonna lose my head, but then pop! goes my heart... O filme é bacana. Trata-se da história de Alex Fletcher (Hugh Grant), um astro pop dos anos 80 que tenta se manter na ativa cantando e rebolando em reuniões de formandos e parques de diversões. Apesar de viver na sombra do vocalista do PoP, Colin Thompson (Scott Porter), Alex ainda é procurado por artistas em busca de músicas para serem gravadas. É o caso da sensação adolescente Cora Corman (Haley Bennett), que vende discos como água, mas não tem sequer um rascunho de cérebro na cabeça. Com o prazo curto, Alex dá a sorte de conhecer Sophie Fisher (Drew Barrymore), que foi ao seu apartamento apenas para cuidar de suas plantas. Apesar de estabanada (toda comédia romântica precisa de uma pessoa estabanada), Sophie se revela uma letrista muito sensível e ajuda o cantor a compor a nova música de Cora. Dá pra imaginar o que acontece daí para a frente, né? Briguinhas de casal, filosofia duvidosa (daquelas que a gente não consegue aplicar na vida real), um passado cabuloso de Sophie, uma irmã dela louca por Alex... O final é previsível, mas isso não quer dizer que seja ruim. Pelo contrário; talvez a seqüência final, com a reprise 'dataclip' de clipe do PoP, seja a parte mais engraçada da parada toda. Cora Corman merece um explicação à parte aqui. Interpretada por Haley Bennett (que, além de maravilhosa, segurou a barra de estrear no cinema), Cora consegue pegar todas as esquisitices das cantoras pop por aí, com todas suas influências indianas, seu rebolado, suas exigências descabidas, sua falta de miolos, sua magreza, seu ego imenso e suas letras bizarras. Uma graça! A personagem é tão caricata que seu momento alto acaba sendo o dueto com Alex Fletcher no Madison Square Garden, cantando 'Way back into love' (a música composta sob encomenda, batizada com o mesmo nome de um livro de um guru indiano). Vale lembrar que, apesar de magra, Haley teve que perder cinco quilos para o papel da quase anoréxica Cora. Enfim, mamãe gostou de ver o filme com 'o rapaz de Um lugar chamado Notting Hill'. Hugh está meio envelhecido para o filme, mas rebola como um Menudo e canta como... Como... Bem, canta bem! Enfim, um filme que vale também pela trilha sonora, se houver, mas que peca apenas pela falta de flashbacks. Convenhamos, seria divertido. * Aguardem mais sobre bandas dos anos 80 aqui.
Por EMANUEL NOVAES às 10:06 AM
Xinga a mãe! domingo, marzo 25, 2007
FOLGA
Permitam que eu me desculpe pela falta de assunto. Estou de folga nesse final de semana e resolvi viajar para casa. Prometo não passar nem perto do jogo São Caetano x São Paulo. Só vou dar um jeito de acompanhar o XV de Jaú e olhe lá! Terça-feira devemos ter novidades por aqui. Ou na quarta. No mais tardar, quinta.
Por EMANUEL NOVAES às 10:16 AM
Xinga a mãe! jueves, marzo 22, 2007
FUERZA, RAYOS!
Foram 29 jogos, 19 vitórias e 10 empates. Mas acabou a invencibilidade de São Paulo!
Valeu, Necaxa! Ganhamos! O interessante é que, antes da série invicta, o São Paulo só havia perdido no ano passado. Em Prudente. Por 3 a 1. Eu não poderia pedir que fosse melhor! Agora, engraçado como funciona a cabeça desse time. Souza acerta o jogador, chuta a bola nas costas do mexicano caído, aponta e fala "Brasil". Leandro toma a virada no segundo tempo e insiste em seus 625 toques de calcanhar (no total, eu contei quatro no segundo tempo, quando o time não jogou nada). Melhor que isso: Rogério 'Palestrante Marqueteiro' Ceni perdeu um pênalti. Melhor que isso, só se ele levar 8 a 0 aqui, onde o Souza prometeu bater mais ainda! O São Paulo é um time que perde pouco - mas quando perde...
Por EMANUEL NOVAES às 8:22 AM
Xinga a mãe! martes, marzo 20, 2007
SÓ NÃO VALE...
Provavelmente as pessoas mais próximas deste que vos escreve já não agüenta mais me ouvir dizer que "só não vale dar o...; o resto, vale tudo", a partir do momento no qual, em acordo entre duas pessoas, eu sou perguntado se vale tudo. Todo mundo (ou quase) sabe que a pérola foi dita pelo atacante Gil, ex-Corinthians e atual Gimnástic Tarragona-ESP. Na época jogador do Cruzeiro, Gil cavou seu lugar nos anais da história (opa!) após a conquista do Campeonato Mineiro de 2006 sobre o Ipatinga, quando a ensandecida torcida celeste invadiu o gramado do estádio Epaminondas Mendes Brito e tirou a roupa dos jogadores para guardar de recordação. O repórter de uma rádio ("católica!") se espantou com a cena e perguntou para o atacante ("um jogador profissional!") se aquilo era válido, e se valia tudo na hora de comemorar um título. O resto é história. Posto isso, pouca gente sabe, mas eu mesmo já protagonizei uma cena semelhante. Eu não me lembro de ter sido campeão de qualquer coisa na minha vida (triste, não?), e o palco não era o Garanto que poucos de vocês tinham visto isso, não? Eu mesmo não me orgulhava de ficar mostrando este vídeo, mas achei que já era hora de parar de esconder meu breve documentário. Além disso, é uma breve mostra de todo meu fanatismo por este momento estapafúrdio do futebol, finalmente explicado aqui de maneira merecida. Por fim, é uma oportunidade ainda de mostrar como eu ficava bem sem camisa. Pouca gente já tinha se deparado com este momento - exceto quem presenciou algumas bebedeiras quando eu era mais novo. Parei, viu mãe? Obs: Os dois vídeos (o original e a minha versão) já estavam no meu perfil do Orkut.
Por EMANUEL NOVAES às 6:22 PM
Xinga a mãe! domingo, marzo 18, 2007
BOMBA
Todo mundo (ou quase) já tirou uma nota baixa em uma prova. OK, eu conheço gente que jamais ficou de recuperação e que entrou direto em medicina. Mas assim como eu, a média das pessoas nunca foi fora-de-série. Há sempre quem rode em química e tire nota em geografia (era o meu caso), e há quem não entenda história mas devore física. A primeira bomba da qual eu me lembro veio cedo, na terceira série. Era uma prova de português da tia Cida, que valia 10,0 e eu tirei 6,0. Sem problema, em teoria, já que era a média da escola. Aprovado eu fui, mas o susto prematuro deu idéia do que aconteceria pelos próximos 13 anos. E foi mesmo assim nos anos seguintes. Na quinta série, logo no primeiro bimestre, eu deixei de estudar para uma prova de história. Resultado: valia 7,0 e eu tirei 2,5, a menor nota da sala. Lógico que eu ralei, fiz meus trabalhos e consegui recuperar, tirando 9,5 na outra. Deu até orgulho! Os tropeços se revezavam, eu ia me esquivando, mas uma hora um acertou na testa. Já de escola nova, na oitava série, eu fiquei com 4,5 em matemática, meio ponto abaixo da média. Mais uma vez, foi hora de ralar para recuperar. Há também aquela sina de que todo aluno que fica de recuperação pela primeira vez vai bem de qualquer jeito na prova - ou o professor pega leve, ou o cara rala mesmo e nem percebe. Resultado: 8,5 e os trinômios quadrados perfeitos muito bem aprendidos. Nada que tenha mudado muito minha sina nos anos que se seguiram. Ora, quem usa os TQPs do professor Wilson pela vida? Enfim, no primeiro colegial (ensino médio o escambal!), já mais experiente, eu fiquei em física e recuperei. No segundo, fiquei em física, química e matemática e não dei a mesma sorte: passei em uma delas, não me lembro qual, no exame final. Mesma coisa no terceiro; mesmo vendo que a área de exatas não era meu forte, eu ainda tive a pachorra de achar que ia passar no vestibular. Quanta ingenuidade... Dois anos de cursinho sem pressão durante o ano e eu achei que essas coisas tinham acabado. Admito até que senti falta da pressão por notas, do frio na barriga na hora de receber prova. Ah, que bobagem... Foi só entrar na faculdade e os problemas voltaram. Em menor intensidade, é verdade, mas ainda preocupantes. Tanto que, nos dois anos do curso de jornalismo, o cenário foi o mesmo: precisando de 9,0, às vezes 9,5 para fechar em uma matéria, eu estudava até conseguir. Conseguia, e ficava de exame final em matérias que eu precisava de 5,0 para fechar! É bom lembrar que a média na facul é 7,0, mas as notas parecem mais acessíveis. A gente acha que na faculdade esses problemas acabam, mas não muda muita coisa na verdade. O aluno gosta da matéria, se identifica com elas, mas nada que evite o tropeço em algumas. Eu sei disso, porque adoro meu curso de jornalismo - o que não impede alguns revezes (uau!) em assuntos os quais eu não faça muita questão de dominar. E isso, ainda que de maneira pouco desastrosa, aconteceu na última semana! Nada que não dê para recuperar, afinal, foi apenas a primeira prova do ano. Mas se isso é um alento, é também uma preocupação. Afinal, a perspectiva que se abre adiante não é das mais otimistas, certo? O pior é que o professor é um cara bacana. Antes fosse mala! Lembra um pouco o Robbie Williams falando de literatura, mas você sabe (ou imagina) que ele também tomaria uma cervejinha. Sim, porque há professores que ferram as notas de propósito para serem idolatrados. Há os que tentam não ferrar, mas que são impossibilitados vide a dificuldade da matéria (como física no colegial). Há os que são tranqüilos com matérias tranqüilas. E há os que fazem o que deles se espera: dão notas ruins quando você não sabe nem do que se trata a parada toda. Eu já passei por professores sádicos por natureza, e admito que será um alívio eterno ter me livrado deles. Não é o caso do professor em questão, mas pode ter certeza que vai ser um alívio mesmo se eu conseguir me livrar logo de sua matéria, colocando todo o conteúdo de um ano na pasta de conteúdo de necessidade duvidosa e pedagogia difícil. De preferência sem muitos sustos. Updade: Pô, todo mundo sacou o professor em questão... Update 2: O cantor, Mamá!
Por EMANUEL NOVAES às 4:33 PM
Xinga a mãe! miércoles, marzo 14, 2007
UPDATING
Fazia tempo que eu queria colocar isso aqui, mas só a falta de criatividade dos últimos dias deu o empurrãozinho definitivo. Era isso ou letra de música. OK, sem posts novos desde sábado. E vocês acham que eu demoro para atualizar aqui? Precisam ver meu servidor. Click to enlarge your penis, pay your mortgages, get free MP3 and get a college degree without ever stepping into an university Quem clicar na imagem acima vai sacar que o próprio Blogger não atualiza sua capa desde 11 de julho! 11 DE JULHO!!! De lá pra cá, a Cicarelli já furunfou na praia, o Ronaldo trocou de clube, o Dunga assumiu a metrossexualidade, o avião da Gol caiu... Tudo isso acontecendo, e o tal do Banda Grossa continua lá na capa. Garanto que o cara agradece, uma vez que se trata apenas de mais um blog bem fraquinho de tirinhas. E vocês acham que isso é ruim? Preparem-se para o pior! Click to enlarge your penis, pay your mortgages, get free MP3 and get a college degree without ever stepping into an university Esta não precisa nem clicar pra ler. Tá ali: Promoções exclusivas, que vão desde kits de filmes até visitas aos bastidores do BBB4. AO BBB4!!! Até eu que não acompanho sei que estamos no sétimo já! Sinceramente, seria interessante começar a assinar a Globo.com a esta altura do campeonato para ver o que eles iriam fazer. Em todo este tempo, nunca soube de nenhuma promoção do site. Nunca soube de ninguém que tenha ganho um mísero kit sequer de A Lagoa Azul! Tudo bem, eu não sou assinante, e o negócio pode ficar realmente restrito. Mas se eles querem que a gente assine, precisam deixar a gente com vontade de assinar - talvez atualizando as promoções, quem sabe? Desde que este negócio está no ar (eu não sei exatamente quando, mas é da época do BBB4), o Blogger promete 'uma série de novidades' para deixar a parada cada vez melhor. Olha, sinceramente? Eu nunca percebi nada de diferente. Feito este breve intervalo, voltemos à nossa programação normal. Juro que atualizo isto aqui antes da página inicial do meu querido hoster.
Por EMANUEL NOVAES às 8:23 AM
Xinga a mãe! sábado, marzo 10, 2007
O SKATE DO JÊ
Durante boa parte da minha vida, minha mãe contou com os serviços de Marinalva. Não gosto de usar o termo 'faxineira', apesar de ela ter passado anos ajudando no trabalho doméstico aos sábados. Prefiro pensar que ela era uma ajudante em casa, uma vez que foi Marinalva quem ficou tomando conta de mim e da minha irmã naquele dia de janeiro de 95, quando minha avó faleceu. Marinalva tem três filhos com Isaías: Jesaías, Ísis e Jéferson. O mais velho, que atende pelo apelido de Jê, eu conheço desde que nasceu. Deve estar com 16 para 17 anos hoje, mas eu me lembro de quando ele era recém-nascido e ficava deitado em uma almofada em casa. Sempre me dei muito bem com o garoto, que sempre foi um bom amigo meu e herdou a serenidade da mãe. Já fui com ele ao shopping quando ele era novo, já assistimos aos desenhos do sábado de manhã juntos, já emprestei uma série de roupas pra ele e até iniciei o garoto ao mundo da pornografia - ei, se não fosse eu, alguém ia fazer isso! Um dia, ele viu um skate que eu tinha em casa. Nem era lá um skate muito bonito. Ele havia sido dado por um amigo meu, que não gostava daquela cor meio arroxeada (se fosse mulher, a definição seria exata), nem daquele formato alargado do negócio. Como eu não era skatista e nem tinha muita vontade de aprender a andar no negócio, o presente acabou ficando encostado em casa. Voltemos então ao Jê e ao momento quando ele viu o skate. Ele sabia que eu não andava com aquilo e pediu para levar pra casa. Eu gostei da idéia, ainda mais sabendo que Jê ia gostar do presente, e topei em deixá-lo levar. Era um final de tarde, e nós conversávamos no quintal de casa, quando eu cismei de ensinar umas manobras ao Jê. O problema é que eu conseguia apenas parar em cima do shape. Eu bem que tenteava dar um pulo e dizer para ele que aquilo era um backside-hillfront-bling-bling-flip, só para impressionar, mas sem muito sucesso. Numa dessas tentativas, como era de se esperar, a minha burrice foi coroada e o pior acabou acontecendo: apodrecido depois de tanta chuva, sol e descuido do dono, o skate se quebrou ao meio. Na frente do Jê! Ele disse que tudo bem, mas era evidente o desconsolo do menino. Eu, claro, não sabia onde enfiar a cara. Fiz apenas o que podia, pedi desculpas e prometi que iria consertar o estrago feito. Talvez pregasse umas ripas de madeira, deixaria o negócio feio a dar com o pau e praticamente inutilizável. O tempo passou, e eu jamais consertei o skate. Sabemos que não foi pela preocupação de deixar o objeto feio e inutilizável, mas talvez por demorar a perceber a importância do gesto para ele. Marinalva já não trabalha em casa e eu nunca mais vi meu amigo Jê. Mas me lembrei dele quando fui a uma loja e achei o mesmo skate para vender, na cor amarela. Talvez ele nem quisesse mais, mas talvez eu devesse tê-lo comprado de presente, para esperar que um dia Jê volte para que eu pudesse corrigir meu erro.
Por EMANUEL NOVAES às 7:14 AM
Xinga a mãe! jueves, marzo 08, 2007
BORRACHARIA
8 de março. Dia Internacional da Mulher. Dia de todas as mulheres.
Chão! Chão! Chão! Quer dizer, quase todas! Preta Gil não conta. Às demais, parabéns! Mães, irmãs, amigas, companheiras, namoradas, esposas, filhas, colegas e são-paulinos; vocês merecem todos os dias! (Conseguimos não repetir a mesma piada dos anos anteriores, quando simplesmente colocávamos umas minas seminuas aqui.)
Por EMANUEL NOVAES às 3:48 AM
Xinga a mãe! martes, marzo 06, 2007
OS PITACOS DE CAROLINA MARIA, A CANOSSA, NO MEIO DO GOL
Fui agradavelmente surpreendido na noite desta segunda-feira ao descobrir que os colegas de redação do estágio também são costumazes blogueiros. Fui alertado por meio do comentário de Fábio Matos, que disse que eu já estava linkado do blog do nosso amigo Tico. Numa dessas, descobri ainda que este humilde La Cucaracha já figurava na lista de links do blog de Carol. Bem ela, que me mandou um e-mail recente pra falar que tinha descoberto meu blog recentemente e pra dizer que tinha achado legal. Nem pra avisar do seu, né Carol? Humpf! Fiquei feliz de verdade, pessoal! Como vocês podem ver, os três já fazem parte da minha lista de recomendações aqui ao lado. Nada mais justo do que dar uma bela reformulada nos links, e começar com a inclusão de vocês três. Afinal, já é hora de reformular. É hora de mudaaar... Ou... Mudar de vez! Recomendo aos outros seis leitores deste blog (oi, mãe!) que também dêem uma passadinha lá. Fábio também fala de política, novela, filmes, futebol e, meu Deus, traz à tona o vídeo do emocionante interlúdio musical de Paulo Maluf. Carol comenta a goleada que meu antigo time, o Palmeiras, meteu no Corinthians - enquanto Edmundo matava a pau, eu estava no churrasco da Kaká, jogando truco e torcendo para o Londrina. Já Tico coloca vídeos de Peyton Manning, o homem do ano do Colts e da NFL, mostrando que ele pode ser como um de nós! Vocês ainda estão aqui??? Vão pra lá!!! Obs: Tatá me avisou que, numa das 6258 ferramentas do Google, meu blog é nível 3 numa escala de 0 a 10 de sites mais linkados da internet. Meu Deus! Eu sou mais importante do que um percentual tremendo da WWW!!! OK, eu posso não ser mais influente do que alguns países. Mas já dá pra eu me sentir importante! Obs 2: Não estou brincando! É pra visitar, pombas! Acostumem-se com os meus comentários bobos, viram?
Por EMANUEL NOVAES às 9:21 AM
Xinga a mãe! lunes, marzo 05, 2007
PÁGINAS DA VIDA
Acabou a novela. Sem Clarinha na TV e com Carlitos Tevez na Inglaterra, as únicas coisas que ninguém entende o que quer dizer agora são as vinhetas da MTV.
Por EMANUEL NOVAES às 9:44 AM
Xinga a mãe! jueves, marzo 01, 2007
A REINVENÇÃO DO REFRIGERANTE
Serviço de utilidade pública. Naquelas, né? OK, o McDonald's não reinventou o refrigerante, mas ajudou a espalhar essa tal soda italiana pelo mundo - sim, porque os Golden Archs estão até na Praça Vermelha, em Moscou, enquanto a Itália, bem, está só na Itália. E nessa globalização gastronômica, Ronald McDonald foi fundamental para que todos nós conhecêssemos essa maravilha, feita de xarope, água com gás e gelo. Só isso, mas que ficaram bem parecidos com refrigerantes. As Sodas Italianas são a nova opção de bebidas geladas do McCafé (como vocês devem conseguir ler na imagem acima). O negócio vem em cinco sabores meio exóticos, dentre os quais eu acho que faltou algo como laranja, abacaxi e/ou uva. Eu me sinto bastante à vontade para dar pitaco sobre o assunto, porque os meus amigos mais próximos repararam o entusiasmo com o qual eu recebi a novidade ("Foram quatro em três dias!"). O consumo excessivo de Sodas Italianas causa uma estranha sensação de euforia, seguida de apatia ao fim do efeito (pelo menos, foi a impressão que eu tive). Para quem resolver se aventurar, resolvemos reeditar o exercício gonzo dos sanduíches McDonald's da Copa e fazer uma breve análise de cada um. Além disso, o post substitui o que eu faria sobre refrigerantes exóticos, e que eu vou demorar muito pra terminar de maneira satisfatória. Por isso, seguem as análises. Solta a batida aê, cumpádi! Curaçao Blue: Como diz o nome, a parada é feita de xarope de Curaçao Blue, uma espécie de licor triple sec sabe-Deus-feito-de-quê. Ao que tudo indica, é sem álcool. Talvez até por isso, o gosto não é o melhor dentre as sodas: um pouco doce em excesso, lembra a groselha. Fico pensando que possa ter sido apenas mal preparada, porque o gosto quase desaparecia no final do copo. Mesmo assim, ficou uma impressão ruim. Avaliação: Experiência infeliz. Percebe-se que foi feita apenas pela cor bacana. Nota 5. Cranberry: É uma das famosas frutas vermelhas, sem tradução aproximada para o português (o mais próximo que eu encontrei foi oxicoco, o que eu duvido que seja). Como soda, o gosto ficou bem suave, mas marcado. A cor lembra um daqueles sabonetes Francis, o que pode não ser lá muito atraente. Poderia ser um pouco mais brilhante como as outras, mas ainda assim não decepciona. Como curiosidade: a balconista me disse que cranberry era algo parecido com cereja. Justo. Avaliação: Cumpre bem seu papel. Uma das melhores. Nota 8. Limão siciliano: A primeira a ser experimentada, e a única que valeu a pena repetir. Gustavo chegou a comentar que parece um Sprite sem gosto. Já escutei gente dizer que parecia uma H2OH. Opinião pessoal (e é a única que conta aqui!) é que a bebida acerta em cheio no ponto: não é enjoativamente doce, bem como não é decepcionante. A cor não poderia ser outra, é verdade, o sabor não é lá muito original, claro... Mas talvez essa opção do McDonald's, de repetir uma aposta que deu certo, parece ter sido uma boa. Avaliação: A melhor delas. Comecem por aí. Nota 9. Maçã verde: Até certo ponto arriscado, o palpite pela maçã verde se mostra acertado. A cor é atraente, enquanto o gosto é bastante agradável - lembra um pouco de chiclete, é verdade. Por ser uma fruta em voga, a maçã verde corria o risco de virar uma ferramental mal-utilizada pelo McDonald's. Mas, pelo contrário, eles souberam inovar na dose certa, sem inventar muito. Até mesmo para quem não conseguia imaginar maçã verde como algo refrescante. Avaliação: Outra surpresa agradável. Vale provar. Nota 8. Maracujá vermelho: Não é feita com maracujá comum acrescido de corante, como eu admito que pensei. Depois de uma pequena pesquisa no Google, descobri que o maracujá vermelho (Passiflora racemosa) é uma fruta diferente do maracujá de suco (Passiflora edulis), muito embora o gosto seja exatamente o mesmo. Uma inovação desnecessária, já que o negócio fica apenas charmoso. O gosto, no fim, lembra shampoo. Avaliação: Poderia ser melhor. Nota 6.
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