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Julho/2004
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miércoles, enero 31, 2007
AMAPÁ
Vai começar o Campeonato Estadual do Amapá, o estado de necessidade existencial mais duvidosa da federação. Como nós continuamos a campanha de valorização dos amapaenses, o La Cucaracha ajuda, em primeira mão, os leitores interessados em acompanhar este interessante certame futebolístico. Disputado desde 1944, o Amapaensão teve apenas duas brechas em sua era profissional, em 49 e 96. Em todo esse período, os times da capital Macapá sempre dominaram a peleja, sendo que apenas uma única cidade, com seus dois clubes, ousou desafiar o reinado: foi Porto Santana, com os sete títulos do Santana EC e os cinco do Independente. Vale lembrar que o maior campeão do estado do Zerão* é o Esporte Clube Macapá. O time faturou inclusive a primeira edição, quando ainda se chamava Panair, levantando o caneco ainda em 16 oportunidades: 46, 47, 48, 54, 55, 56, 57, 58, 59, 69, 74, 78, 80, 81, 86 e 91. Sem o Leão, afastado do futebol profissional, o maior campeão amapaense ainda em atividade é o Amapá Clube (os nomes não são lá muito criativos, não?), que faturou dez. Nos últimos dois anos, porém, a concorrência esteve meio fraca e permitiu o bicampeonato do São José. Mas quem brilhou mesmo em 2006 foi Max Jari, do Cristal, artilheiro com 14 gols. Neste ano, oito times estão inscritos oficialmente na Federação Amapaense para o torneio (dois a mais que o ano passado). Amapá, Cristal, São José e Trem já estão assegurados na elite, enquanto outros quatro disputam uma seletiva que dará direito a duas vagas para disputar o Estadual: Santos, São Paulo, Ypiranga e... Macapá! Sim, o alviazul está de volta! Apesar da boa vontade, o regulamento ainda não está bem definido para a disputa - sequer há datas escolhidas para os jogos. Se for como em 2006, os times jogam entre si em dois turnos. Os dois melhores de cada turno fazem finais para definir campeões, e esses campeões fazem a finalíssima. Palpites pessoais: Pela tradição, Macapá e Ypiranga são favoritos na seletiva, enquanto o Santos local corre por fora. Na disputa do título, o São José tem chances de disputar o tri. Voltamos a qualquer momento com mais notícias (também esportivas) que acontecem no Amapá, um estado mais questionável do que o Acre. * Zerão é o principal estádio de futebol do Amapá. Construído na capital macapá, tem esse nome por uma curiosa característica: a linha do meio-de-campo passa exatamente sobre a Linha do Equador, ou o paralelo zero.
Por EMANUEL NOVAES às 6:27 AM
Xinga a mãe! martes, enero 30, 2007
TIETAGEM
Estive na gravação do Troféu Mesa Redonda nesta segunda-feira. Admito que, apesar de gostar de futebol, nem estava muito animado a ir. Mas Natali pediu, implorou, esperneou... E eu, por ser um cara legal, dei um jeito de ir. Tinha pedido a um dos meus chefes. Ele avisou que eu só precisava chegar com meu crachá do trabalho que entraria normalmente. Porém, chegou no dia e eu soube que o presidente Lula estaria aí, e o negócio encrespou. Meu outro chefe avisou que precisaria de credenciamento e que dificilmente conseguiria liberação para mim àquela altura. Triste, eu fui pra casa determinado a não ir. Mas tomei um banho rápido e botei uma camisa azul para ir à TV Gazeta. Vai saber, né? Cheguei lá, encontrei Natali e dei as más notícias. Ela, como era até certo ponto esperado, ficou puta da cara comigo. Tudo bem, eu nem queria ir mesmo... Mas aí ela pediu, implorou, esperneou... E fui eu botar o meu na reta e falar com o meu chefe de novo. Foi minha vez de fazer biquinho, pedir, implorar e espernear... E ele, de (justa) cara meio amarrada, conseguiu um credenciamento de última hora para mim. Fiquei bastante constrangido de ter que entrar assim, admito. Mas enfim, entramos na premiação. Muita coisa chique no coquetel antes do negócio: garçons com canapés, servindo prosecco... E eu, vendo passar bandejas com cerveja, refrigerante e suco de laranja (com uma cara ótima), me fartando apenas de copos d'água. Isso, meus filhos, se chama kharma. Lei da compensação universal. Depois de desfilar entre colegas da imprensa, marias-chuteiras e personalidades do esporte, fomos convidados a nos dirigir ao teatro. Conosco, estavam Lucas, Geoffrey e Rodrigo, agora do segundo ano da faculdade. Vocês se lembram de Rodrigo, o das 500 Milhas da Granja Vianna, sim? Enfim, eles ficaram na parte de cima do teatro, parte dedicada à imprensa, e nós ficamos mais à frente, esbanjando a proximidade. E que proximidade: na fileira da frente, sentaram-se Acelino 'Popó' Freitas, Fernandão (Inter) e Diego Cavallieri (Palmeiras). Pouco à frente deles, Rogério Ceni, Rivelino e Clodoaldo. E nós ali do lado, fazendo piadas. Enquanto isso (eu não sou de me gabar), a namorada de um jogador bem famoso ficava me encarando, cheia de desejo. Logo a gravação começou, mas podemos pular esta parte: quem quiser assistir o negócio, pode assistir o programa no domingo à noite. Contar as gafes (poucas) é excesso de preciosismo. Vale a pena destacar o discurso do presidente Lula. Um cara muito engraçado quando se trata de futebol: lamentou a derrota do Corinthians (2 a 1 para o Ituano), fez piadas e o escambal. Terminada a gravação, fomos introduzidos ao mundo da tietagem: Henrique, amigo da Natali que estava conosco, quis tirar foto com Rogério Ceni. Logo, nós dois empolgamos também e entramos na onda. Tirei foto com o Diego Cavallieri, ela tirou foto com o Leão, nós tiramos foto com o Antônio Lopes, Felipão, Fernandão, Rivelino... Fiquei com pena do Vágner Benazzi, técnico da Portuguesa, que passeava por lá calmamente, sem ser interrompido para a sabatina de fotos. Enquanto decidíamos se comíamos ou não (eu comi, Henrique e Natali aparentemente não), Alexadre Pato chegou. Era o mais esperado da festa, e logo um monte de gente cercou o garoto para registrar o momento. Aí, eu já havia decidido fazer meu pratinho de gente com gastrite e não entrei na briga. Mas vi ele de perto, viram? Logo, o trio de bixos e eu conseguimos um lugar para comermos com um cara muito solícito que ficou contando piadas de tiozão para nós. A melhor delas é que Rubinho Barrichello pagava IPTU de seu carro. Depois dessas, senti que minha hora já havia chegado e decidi ir embora. Não encontrei Natali e Henrique, que sumiram, e saí. Peguei chuva, mas quem liga? Eu estava de folga na terça-feira e tinha tirado foto com um monte de cara!
Por EMANUEL NOVAES às 9:38 AM
Xinga a mãe! lunes, enero 29, 2007
ÂNSIA
Demorou, mas aconteceu. Estou com gastrite mais uma vez. Para quem não sabe, é a terceira vez. Depois de 98 e 2003, estava mais do que na hora de acontecer de novo, não? O Léo, por exemplo, já tinha sacado que eu sofro de gastrite nervosa. Foram alguns anos de terapia para eu parar de somatizar minhas tensões em direção ao estômago. Por bastante tempo, deu certo. Aconteceu que, neste domingo, eu acordei me sentindo terrivelmente mal. Eram 7 horas da manhã e eu rolava na cama, com dor de estômago. Suando! Levantei, tomei um remedinho, mas continuei me sentindo mal. Apesar de não vomitar (acho que estes detalhes poderiam ser poupados; enfim...), meu estômago estava mais do que embrulhado. Eu, malandrão que sou, já desconfiei na hora. Mesmo porque ele já não vinha bem há dias! Resolvi tomar coragem, botar uma camiseta, chamar Antônio e ir ao hospital. Questão de atravessar a rua, ainda bem. Chegando lá, soube de maneira feliz que eles aceitavam meu convênio e que eu não precisaria ir até o Beneficência Portuguesa (popularmente conhecido como 'Hospital do Mário'). Não demorou muito para que eu preenchesse um cadastro, passasse por uma triagem e fosse atendido pela Dr. Patrícia. A médica era a cara de minha prima Renata. Logo ela me botou para tomar soro com alguma medicação. Eu fui, e ficava assistindo a um rapaz fazer inalação e ao Clécio, com sua filha, tomar soro também, mas com cálculo renal. Como eu não melhorei muito, passei pela sabatina mais uma vez, desta vez ao lado do simpático Seu Sinésio. Antônio, que me esperava lá fora, entrou e eu o liberei - foi quando reparei que tinha vido com a rupoa com a qual eu dormi, suja e amarrotada. Ainda tomei mais um remedinho e fui fazer um raio-X. Admito que eu estava louco para fazer o exame e ver logo o que eu tinha. Coisa de dez minutos depois, eu tinha a famosa chapa em mãos. Fui esperar Dr. Patrícia me chamar, enquanto um gordinho quase morria em uma cadeira de rodas. Ele era novo, mas estava agitado e reclamava de formigamento no corpo. Logo, ele foi atendido e eu fui chamado. Ela confirmou o que eu imaginava: gastrite. Quem manda ser tão ansioso? Enfim, receitou uns remedinhos, os quais eu comprei na hora (eu sou meio hipocondríaco, sabem?). Liguei para minha mãe, ela receitou mais um, e eu comprei também. Hoje, fiquei de ligar ao hospital para marcar consulta no gastroenterologista e para agendar uma endoscopia (que é muito legal!). Cheguei meio mal ao trabalho, quando descubro que um outro colega meu também passou mal e teve que ir embora mais cedo. O problema, enfim, não era minha ansiedade. É o mau-olhado naquela redação, isso sim!
Por EMANUEL NOVAES às 8:32 AM
Xinga a mãe! sábado, enero 27, 2007
MANOEL CARLOS DE NOVO
A última, eu prometo. Mas como eu ando vendo muita novela, é preciso que eu fale. A Helena da vez de Regina Duarte é o personagem mais insosso de todos os personagens insossos que ela já fez em todos os tempos. E olha que não são poucos. Pensem comigo: era para ela ser uma espécie de Dona Vilma do Leblon. Em um momento de fraqueza, rouba uma criança para constituir família. Até aí, ótimo. O problema é que a mulher é tão sem sal que a gente nem se lembra disso de vez em quando. Sim, pois era para ser um detalhe crucial na trama. Com isso, ou a gente odiaria a mulher - porque ela tirou a criança do convívio do pai, o Léo - ou a gente torceria para elas ficarem juntas - porque a Helena saberia dar carinho para a criança, ao contrário da megera da avó. O problema é que Helena é tão xarope que a gente não odeia e nem torce por ela. Simplesmente, é indiferente. Mas deixa estar. Essa passa, porque Manoel Carlos tá malandro e percebeu, e agora botou Lília Cabral para correr atrás da neta. Seja pra vender, como fez com o Francisco, mas pelo menos dá alguma emoção ao negócio. Agora, outra coisa: politicamente correto à parte, Clarinha é muito chata. Mas muito chata meeesmo, como diria Fernando Vannucci! Ora, é uma iniciativa legal colocar uma menina com síndrome de Down para fazer a novela, para passar a mensagem de que 'ser diferente é normal', repetida ad nauseum na Globo. Porém, qualquer Down, cadeirante ou cego iria implicar algumas particularidades à produção da trama, e talvez ninguém tenha percebido isso antes. Clarinha fala aos solavancos. E qualquer coisa que ela fala é motivo de sorrisos simpáticos por todos em cena - principalmente aquela família chata da Helena. No melhor estilo 'olha, ela tem Down... MAS FALA!'. Sinceramente, um porre! Há quem pense que tem que ser assim, para que aceitemos as diferenças e tudo muito bem. Sem dúvida! O problema foi a escolha da portadora da mensagem. Recentemente, o sempre carismático (ô!) Vídeo Show mostrou o vídeo para a escolha da atriz para o papel de Clarinha. Deu pena das concorrentes. Todas com Down, há que se destacar. Mas ninguém conseguia falar! Só a menina queria mostrar que fazia isso, sabia aquilo... E as outras, tão mais bonitinhas (a menina parece um Alien!), praticamente assistiram à menina tomar conta do teste de todas. No melhor estilo 'dá aqui todos os brinquedos, porra'. Resultado: perderam a chance de passar uma mensagem de forma mais carismática. Ora, não é porque ela tem Down que tudo que ela faz tem que ser bonito, certo? Isso parte de uma idiotia (que toma conta da família de Helena na novela) de aceitar tudo que ela faz como se fosse um grande avanço em direção à cura do mal de Alzheimer. E ela nunca faz nada de errado! Sei não, hein? Acho que essa menina comeu algum diretor da Globo. Só pode ser! Obs: Acho que Iran Malfitano realmente poderia me interpretar. Se não fosse tão forte e desse um tapa no cabelo...
Por EMANUEL NOVAES às 9:21 AM
Xinga a mãe! viernes, enero 26, 2007
MANOEL CARLOS
De tanto tempo livre que eu ando tendo em dezembro e janeiro, percebi que a falta de aulas na faculdade pode não ser uma coisa boa. Além de ter saudades dos amigos, eu ando passando muito tempo sentado no sofá, em frente à TV. E vendo novela. Com esse excesso de Leblon que invade minha vida via plim-plim da Globo, eu comecei a pensar naquelas coisas que a gente só pensa quando pode perder muito tempo. Por exemplo: quando Manoel Carlos for fazer uma novela sobre a minha vida, quem vai interpretar fulano, cicrano e beltrano? Estava pensando nisso ontem e cheguei a algumas conclusões. Minha mãe, por exemplo, vai ser a Marieta Severo, certeza. Já meu pai eu estou em dúvida entre Osmar Prado e Marcos Caruso - é o rosto do primeiro, o penteado do segundo. Minha madrinha Odete é a Glória Menezes com um corte de cabelo novo. Para choque geral da nação, a novela se passaria em Madureira, e não no Leblon. Ora, precisamos ser realistas, certo? Madureira é um bairro de subúrbio muito bacana e próximo da realidade residencial na qual este que vos fala cresceu. Será lá que eu encontrarei Dudu, interpretado por Leonardo Miggiorin, e Tia Vera (Lília Cabral). Na segunda fase da trama, já morando em São Paulo, Pedro Neschling poderia ser o Borjão. Nas duas fases, o meu barbeiro Amarildo poderia ser, tranqüilamente, Joelson Medeiros - o jardineiro Domingos de Páginas da Vida. A trilha sonora não vai ter nada de tananã de Bossa. Talvez eu coloque Roberto Carlos das antigas na abertura, mas o resto vai ter Astor Piazzolla, The Doors, Amália Rodrigues e Bruno & Marrone. Curiosamente, eu não pensei em ninguém para me interpretar. Bom, talvez Brad Pitt não queira fazer novela. Mas eu bem que tentei descobrir um monte de gente para interpretar um monte de gente - incluímos aí minha irmã, o Brunão, o Jaú, o Gui, o Rick, o Léo, o Buca, o Thiago e Léo Senna, o Eduardão, o Bruninho, a Marcela... Não encontrei ninguém! Caso vocês queiram aparecer na novela, quebrem meu galho: você seria interpretado por quem? E, acima de tudo: quem iria me interpretar?
Por EMANUEL NOVAES às 9:51 AM
Xinga a mãe! miércoles, enero 24, 2007
COMO ANDAR DE BICICLETA
Qualquer mortal fica se achando uma pessoa especial quando aprende a amarrar os próprios cadarços. Comigo foi assim também. Quando eu aprendi a primeira das duas etapas (não discutam; há duas etapas!), sabia que estava bem próximo do sucesso. Um dia, meu pai fez na minha frente, eu fiz igual e nunca mais tive problema. Originalmente com minhas botinhas ortopédicas (eu tinha pé chato), depois com meus tênis. Quer dizer: eu não deveria mais ter problemas. Mas de uns tempos para cá, meus cadarços têm me impedido de ser feliz. Do nada, eles se desamarram! Estou eu, andando na rua, e sinto meu pé afrouxar. Quando eu olho.... batata! O curioso é que não é preciso caminhar daqui até Santa Cruz do Rio Pardo para que meus cadarços se soltem. Às vezes, é coisa de duas quadras. E não adianta fazer um laço beeem apertado, que ele acaba soltando mesmo. Admito que já tentei de tudo e começo a entender porque as pessoas colocam o cadarço pra dentro do tênis. Achei que era só preguiça ou pra parecer legal. Isso me levou a pensar. De duas, uma: ou eu desaprendi a amarrar cadarços, ou os cadarços de hoje em dia são muito vagabundos e não conseguem sequer se manter amarrados! Se for a primeira, eu ia me sentir na contramão do pensamento humano. Ninguém esquece o básico de amarrar cadarço, pombas! Se for o segundo, está todo mundo perdido na mão dessas corporações têxteis gananciosas. Sei não. Prefiro pensar que é a segunda... Update: Sim, são All Star. Mas outros também desamarram. Ainda assim, acredito na segunda teoria.
Por EMANUEL NOVAES às 11:51 AM
Xinga a mãe! martes, enero 23, 2007
'TEM VIDA ZERO?'
Os 12 chefes mais legais - e apelões - da história de Sonic Sonic foi lançado pela Sega em 91 para conseguir o que Alex Kidd não chegou nem perto: ameaçar o reinado de Super Mario Bros., a lenda da Nintendo que, de tão influente que é, dá nome a este blog (precisa mais?). Criado por Naoto Oshima, o porco-espinho azul mais famoso do mundo logo conquistou nossa geração com efeitos fantásticos de som, cor e textura. Mesmo que não tenha alçado a era mitológica que Mario alcançou, entrou para a posteridade como uma das franquias mais bem-sucedidas da história dos games. Em um mundo atual dominado por RPGs chatos, há espaço para quem ainda se divirta com os jogos plataforma ou com o bom e velho 2-D. Hoje, a Sega passou de um megaconglomerado para uma mera desenvolvedora de jogos. Por incrível que pareça, ainda toca em frente a série Sonic, mas para PS3, X-Box, GameCube e outras coisas que ninguém mais gosta. Não como na época dos bons e velhos Mega Drive, Master System e, vá lá, Super Nintendo. Sonic é um desses jogos que deixa saudades, com espaço intocável no panteão sagrado de games como Pac Man e Space Invaders. Gente saudosista como eu tem como matar as saudades, baixando as boas e velhas ROMs por aí, embora não seja tão legal quanto ligar o botão e ler aquelas letras brancas que diziam 'produced by or under license of Sega enterprise co.'. Para desocupados em geral, elaboramos (bom, elaborei) a lista dos 12 chefes mais legais da história de Sonic. Originalmente seriam cinco, depois dez... Mas foi impossível e fizemos 12. Agradeçam que não são todos, pois fases como a desconhecida Doomsday mereciam. 12. Casino Night Zone Casino Night Zone, uma das fases mais legais de Sonic 2 (e de toda a série Sonic), tinha um chefe bem bacana. Depois de passar por inúmero caça-níqueis e, que podiam render até 200 rings, Sonic se deparava com uma nave de Robotnik que praticamente atacava de DJ. Enquanto ele deslizava horizontalmente pela tela, disparava bolas que explodiam no chão. Para passar por ele, alguns impulsos ou loopings e pancadas na cabeça. Fácil de matar, abre a lista pela originalidade, já que jamais foi copiado.
11. Death Egg Zone O olho gigante da Death Egg Zone de Sonic & Knuckles é um dos chefes mais assustadores de toda a série. Uma porque ele tem uma série de bolas explosivas girando ao seu redor. Quando você ataca, uma delas explode e lança espinhos em você. Quando as bolas terminam, o olho começa a soltar um laser gigantesco em direção ao chão. Não bastasse o laser, o bicho ainda te persegue e sai girando umas plataformas assassinas para o seu lado.
É pouco ou quer mais? É difícil de matar sem perder os rings. Mas um Hyper Sonic como o da foto torna tudo mais fácil. Com tanta ignorância do monstro assim, que sai com zap e sete copas em cima de você, não tinha como não arrumar um lugarzinho para ele aqui, certo? 10. Wing Fortress Zone Depois de uma das fases mais complicadas de Sonic 2 (e também de toda a série), nada de naves que te atacam ou algo do gênero. Após toda uma tarde jogando, Sonic era obrigado a percorrer toda a fuselagem de um avião em pleno ar, onde qualquer errinho poderia custar caro. Era esse o cenário para o chefe da Wing Fortress Zone.
De fato, nada de navezinhas cuspindo fogo. Cercado por uma parede laser que restringia os movimentos, Sonic era atacado por um feixe também de laser. Enquanto isso, plataformas assassinas giratórias voavam cegamente por aquele pequeno "aquário", sobre as quais Sonic tinha que se virar para se apoiar naquilo sem se machucar, e ainda atacar o laser. Ganha a peleja, Robotnik foge em um foguete, e o famoso aviãozinho turbinado de Tails aparece para perseguir o pilantra até a Death Egg Zone. Vale pela inovação! 9. Mystic Cave Zone As brocas assassinas do chefão da Mystic Cave Zone de Sonic 2 foram daquelas que deram origem a um padrão de chefes. Depois daquele Dr. Robotnik, houve inúmeros outros que subiam e desciam das paredes despejando pedras e estalactites. Mas este foi o primeiro deles, e que seria copiado depois em Hidden Palace Zone, Marble Garden Zone e outras.
Não é um chefe difícil. Basta ficar desviando das estalactites que caem e pular em cima do bicho quando ele atravessar a tela. Dizem as más línguas que a proteção de bolha de Sonic 3 rebate as estalactites, mas uma coisa é certa: dá pra atacar o todo-poderoso de Mystic Cave mesmo quando ele está com as garras para cima. Basta pular entre elas, o que - tudo bem - não é fácil. 8. Deat Egg Zone. Mais um. O primeiro chefe imenso da história de Sonic encerra Sonic 2, e não é nada fácil de matar. Seria, se a Death Egg Zone tivesse rings. Mas a grande emoção está aí: o chefe não é um bicho de sete cabeças, mas não permite erros. De repente, um passo em falso e você acerta as pontiagudas garras do monstro, um clone metálico gigante de Robotnik. Nada que uma estratégia repetitiva não superar.
O Robô Gigante que fecha Sonic 2 inspirou outros imensos chefes, que podem ser visto com mais freqüência em Sonic & Knuckles. Basta reparar no laser da esfinge de Sandopolis ou chefe final de Death Egg Zone (não confundir com a fase de mesmo nome do jogo deste tópico). 7. Marble Garden Zone É um chefe relativamente fácil quando você joga com Sonic, mas que se torna um inferno para quem joga apenas com Miles. O Robotnik voador exige que você ataque pelo ar, o que faz com que Sonic conte com a ajuda da raposinha de duas caudas, que o puxa e o joga em cima da nave-furadeira. Porém, sem o porco-espinho azul, o leal companheiro laranja é obrigado a atacar sozinho, com golpes de 'hélice'. Como é muito difícil conseguir brecar sem que o corpo se choque, a pancada e a chuva de rings é quase inevitável. Nada impossível, mas que dá trabalho até pegar o jeito.
Uma curiosidade: jogando com Knuckles, este chefe é substituído por um nave semelhante, mas que não voa. Pelo contrário, a peleja é subterrânea contra as brocas que saem voando cruzadas em sua direção - parecido com o chefão de Mystic Cave Zone. Desvie, lógico, e quando o robô - que não é o Robotnik - for buscar as paradas, dê nele! 6. Marble Zone A exemplo do que já aconteceu no nono tópico desta lista, o chefão de Marble Zone, de Sonic, também foi um dos principais referências de Robotnik que veríamos pelos anos seguintes. Era quase obrigatório enfrentar chefes que colocavam fogo em plataformas, o que nos obrigava também a pular de uma para outra incessantemente. Porém, como novidade na época, o padrão era um desafio novo e - oh! - desafiador. Nem tanto pela criatividade, mas pela significação para os fãs, o segundo chefão de Sonic está aqui.
5. Oil Ocean Zone Depois de tantos chefes em que é necessário ficar macaqueando de uma plataforma para outra e desviando de chamas, a Oil Ocean Zone de Sonic 2 apresenta uma novidade. Se você passar por um angustiante e inóspito mundo de petróleo, Ivo 'Eggman' Robotnik te ataca em novas plataformas incendiárias. Se há pouca novidade na essência do negócio, os disparos de laser ajudam a dar nova gás ao negócio. Não bastasse Sonic ter que desviar dos disparos, é preciso torcer para que eles não atinjam o piso das plataformas, que - sim - pegam fogo!
Pensa que acabou? Quando a nave inimiga afunda no óleo (e é hora de atacar), ainda dispara um arpão em sua direção. Então, ela volta (e é hora de atacar de novo), e você pode cair no óleo. Se ficar preso ali embaixo, perdeu, preibói! Nada fácil... 4. Lava Reef Zone Depois de três jogos da série, era esperado que os produtores repetissem a idéia de alguns chefes em Sonic & Knuckles. Para surpresa geral da nação, nada de tetos que despejam estacas ou plataformas incendiárias. Só chefões inéditos! Entre eles, o melhor é, de longe, o da Lava Reef Zone, onde uma cabine coberta de pontas lança bombas para o céu, sem destino certo para cair a não ser a cabeça do nosso herói. Enquanto a lava vulcânica inunda tudo ao redor, Dr. Robotnik desequilibra o cenário e faz com que Sonic seja obrigado a se equilibrar em rochas que correm em direção à própria cabine inimiga.
Complicado? Um pouco. Mas cheio de ação! Quem chegar, tente fazer o chefão se matar sem a proteção da bola de fogo ou, melhor ainda, sem rings. 3. Death Egg. Agora, o clássico de Sonic 2. Não era nada simples destruir Metal Sonic. Em uma fase em que não havia rings como garantia de sobrevivência, era preciso alguma dose de tempo decorando sua seqüência de movimentos para passar por ele. Isso quando você não errava o golpe, acertava sua crista assassina e morria! Quando você matava seu clone sob os olhares atentos de Dr. Robotnik e garantia a maior emoção de sua vida, tinha a amarga surpresa de descobrir que o inferno tinha só começado. Mesmo assim, não é todo mundo que se lembra da Death Egg Zone pelo robô gigante que encerra Sonic 2, mas o Metal Sonic é inesquecível! Convenhamos: era bastante original por parte do Sonic Team colocar seu mascote para lutar contra ele mesmo.
2. Green Hill Zone Aquele que jogou Sonic quando era 15 anos mais novo do que hoje e não se emocionou ao destruir Robotnik e sua bola assassina, que atire a primeira pedra. O negócio era simples: duas plataformas, uma nave que percorria a tela balançando uma bola presa a uma corrente que queria te acertar. Idéia simples, mais simples ainda era passar por ele. Mesmo assim, qualquer menino de seis anos se sentia o cara mais legal da rua por conseguir passar o primeiro 'chefão'. Bom, pelo menos para quem tinha um Mega Drive.
1. Sky Sanctuary (Metal Sonic 3)
O chefe mais legal da história do Sonic é, na verdade, uma espécie de sub-chefe. Apenas um adversário que você tem dar umas pancadas a mais antes de avançar na fase. Mas foi uma sacada genial dos produtores a de misturar os dois chefes mais representativos da série como um adversário da fase. Para avançar na Sky Sanctuary Zone, de Sonic & Knuckles, é preciso vencer o Metal Sonic, que volta no tempo para resgatar o primeiro chefe da história de Sonic. Um saudosismo sensacional, com uma dificuldade a mais: com um espaço mais apertado para desviar das tentativas da nave, a bola ainda se move mais rapidamente. É o êxtase da volta mais desafiadora do chefe mais legal da história! Obs.: Originalmente publicado no Mário Flamejante
Por EMANUEL NOVAES às 7:38 AM
Xinga a mãe! lunes, enero 22, 2007
ANALISANDO A PLAYBOY DO MÊS
Eu estava mais do que decidido a acabar com esta sessão do nosso blog. Estava cansado de ter que aturar moças bonitas e desconhecidas na capa da revista masculina mais prestigiosa do mundo. Em janeiro, não foi diferente: a surfista Andréia Lopes posou na Playboy! Vamos analisá-la e vocês vão descobrir porque a sessão continua, por tempo indeterminado!
Aloha, brôu! Andréa Lopes não é bonita. Não é tão gostosa. Sabe Deus o porquê, mas ela caiu nas graças da Playboy e foi parar na capa. Eu achei que era só eu que não tinha me animado muito a comprar a revista da surfista (poesia pura!), mas o pessoal da comunidade no Orkut também não parece ter ficado encantado ao vê-la como veio ao mundo. 'Andréa é uma mulher sensacional...' Só se for sensacional em feiura!!! Marcos Devastadora! No pior sentido da palavra! Michel Godinho É uma bomba! João Só apareceu um moleque doido chamado Matheus defendendo a gata. Não se surpreendam se ele aparecer nos comentários da edição de fevereiro. Mas Matheus não é nada a se considerar, já que ele deve ter 14 anos, jogar Counter Strike, ouvir Iron Maiden e rebaixar Kadett. Lamentável! As entrevistas e reportagens, mesmo que eu não as tenha lido, não parecem fugir muito disso. Jece Valadão deve agradar com sua última entrevista, assim como o ranking de mulheres de 2006 de quem subiu, quem caiu e quem transou na praia. Porém, o restante não interessa muito, como as inéditas fotos de Pamela Anderson (será que tem coisa que a gente ainda não viu?) ou a repórter que colou o velcro com outra bolacha. Bocejos... Em tempo: a capa de fevereiro terá Gracyanne Barbosa, 'a deliciosa dançarina do Tchakabum', na capa. As aspas são da própria revista. Realmente, o dedo de Playboy para escolher já foi melhor. Será que neguinho que compra a revista acompanha o Tchakabum? Nota do ensaio: DEZnecessária*. Diria que fica sem nota. Destaques: Não conheço ninguém que tenha visto as matérias da revista para comentar. Diria que fica sem destaques. * Meu trocadilhos estão tão bons quanto os do cara que eu vi na fila da eleição e que dizia que ia 'alular' o voto. Pegaram como ele é engraçado? Alular! Ele ia votar no Lula! Ha... ha... ha... Será que ele conhecia o Mário?
Por EMANUEL NOVAES às 9:34 AM
Xinga a mãe! domingo, enero 21, 2007
NÃO JULGUE UM CANAL PELA CAPA
O Cocadaboa é um site (ou um blog, sei lá) muito legal. Vira e mexe, eles têm alguma boa idéia que cai no gosto do povão. Inclusive quando eles ameaçam falar sério, sai coisa boa também. Cliquem aqui e vejam a análise da TV feita por Mr. Manson. É algo a se concordar!
Por EMANUEL NOVAES às 8:57 AM
Xinga a mãe! sábado, enero 20, 2007
UMA IMAGEM VALE MAIS QUE A PORRA
Um questionário respondido com imagens. Coisa de adolescentes pueris, copiado da época que o Jesus, me chicoteia! era bom.
"Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um filho, que se chamará Emanuel, que significa: Deus conosco" (Mt 1,23) (Talvez vocês não gostem de citação bíblica, mas não é em todo lugar que aparece um Emanuel, não?) Last name:
(Pegaram?) Name of a pet:
How old are you? Place you lost virginity:
Bad habit of yours:
Favorite fruit or vegetable:
Favorite food:
Favorite drink:
Favorite colour:
Favorite animal:
Favorite place: Travel to do:
Favorite band:
(Cliquem e entendam o porquê) Movie:
TV:
I wish I was...
Your fashion:
Your mood:
Hapiness is:
Love is:
Your world is:
Dúvidas? Nos comentários!
Por EMANUEL NOVAES às 11:30 AM
Xinga a mãe! viernes, enero 19, 2007
SORTE? AH, VÁ...
Dia 13 de setembro era sempre um Deus-nos-acuda quando eu era bem novo. É véspera do aniversário de Pres. Prudente, e era sempre o dia de entregar o trabalho da história da cidade. O problema era a falta de tempo, já que uma semana antes, havia sido o Dia da Independência. Todo ano era igual, e se você copiasse os trabalhos do ano anterior, ninguém ia reparar mesmo. Mas, religiosamente, a gente fazia os dois. Em um desses, na época do trabalho em papel almaço pautado, eu decidi que ia realmente fazer um puta trabalho sobre a minha cidade. Minha mãe comprou a idéia e me ajudou, me levando até ao arquivo do jornal local, o O Imparcial, para que meu grupo fizesse um trabalho bom. Não me lembro quem eram os companheiros, mas o pessoal dos outros grupos nem fazia idéia como eu estava ralando. Chegou o dia da entrega, e eu tinha um belíssimo trabalho em mãos sobre a cidade fundada por Francisco de Paula Goulart e Coronel José Soares Marcondes. O grupo estava orgulhoso do nosso feito. Eu, mais ainda. O pessoal da sala, com uma inveja saudável (muito embora nós soubéssemos que todos iam tirar boas notas nos trabalhos). Até que um colega nosso chegou com uma foto de arquivo, de uma orquestra municipal, e pediu para colarmos a foto dele no nosso trabalho, como colaboração para ele não ficar sem nota (naquela época, já tinha isso). Com a consciência tranqüila pelo trabalho bem feito, eu concordei. O grupo foi unânime e nós arrebanhamos um quinto elemento. Na semana após o feriado, a professora deu as notas e nós, como esperado, ficamos com a nota máxima. Porém, todos receberam o trabalho de volta, menos nós. Segundo a professora, a diretora da escola queria ficar com o nosso. De duas, uma: ou ficou bom, acima da média, ou ela descobriu que o cara não fez nada, colou uma foto e tirou a mesma nota. Incrível, mas as professoras e diretoras sempre descobrem! Somado ao pânico típico da molecada de 11, 12 anos, estava armado o desespero. Não deu outra: a diretora chamou a gente à sala dela. Suando, a gente foi. Ela logo tranqüilizou a gente, fazendo questão de dizer que o nosso trabalho estava excelente. Mas que ela ia ficar com o trabalho pra ela, já que ela havia ficado muito comovida. Sim, pois o pai dela aparecia em uma das fotos. Adivinhem qual? Humpf! Ela perguntou quem tinha sido o responsável pela foto, e o cara se apresentou. Ela agradeceu, deu parabéns ao grupo, um especial a ele, e nos dispensou. No fim, meio chateado pela 'valorização paralela' que o nosso trabalho sofreu, o grupo ainda teve que escutar do quinto elemento: -- Nossa, que sorte a gente deu, hein? Filho da puta... ¬¬
Por EMANUEL NOVAES às 7:56 AM
Xinga a mãe! jueves, enero 18, 2007
MEA CULPA. DE NOVO.
Você pediu de brincadeira, mas é o tipo de coisa que a gente sabe que a pessoa quer. Eu faço, porque eu te adoro de verdade. Muito embora eu não saiba nem porque eu estou fazendo isso, já que eu não consigo pensar em nada que eu posso ter feito pra te magoar. Você sabe que eu seria incapaz de te magoar, e de quanto que você é uma pessoa especial para mim. Faço ainda porque você pede e eu sou legal. Porque eu te respeito pra caramba. Porque a gente se conhece há tempo demais para eu resolver te magoar a esta altura da vida. Porque eu fiz um há um ano e meio, e as coisas não mudara muito de lá pra cá. E porque eu ainda gosto de muitas pessoas de maneiras diferentes, e você está no topo da lista. Por mais que ache que não. Você sabe que eu quero estar sempre perto de você, torcendo por você, te ajudando e te acompanhando. Porque você merece, independente de você querer que eu torça, ajude e acompanhe de perto. Por mais que eu ache que você sequer confia tanto assim em mim. Você sempre se mostra uma pessoa incrível, mas eu nunca sinto que você confia em mim tanto quanto eu sinto que confio em você. E nem que te apetece o quanto eu gosto de ver as próteses dentárias de resina que você faz. Você sabe dessas coisas, e insiste em fazer que não sabe. Mas se toda vez que eu tentar demonstrar o quanto eu gosto e me importo com você, eu tiver que fazer um mea culpa... Bom, já sabemos que eles vão ser freqüentes por aqui. Sim, porque eu gosto pra caramba de você (e dane-se o que o povo vá pensar). Tem hora que eu acho que eu merecia um mea culpa, viu?
Por EMANUEL NOVAES às 6:26 AM
Xinga a mãe! miércoles, enero 17, 2007
OBRIGADO, JAÚ!
Graças à sua descoberta, nós poderemos passar o Carnaval cantando marchinhas e marchinhas! (Pô, eu achei que só o XV tinha assinado com a Embratel! Todo mundo assinou!)
Por EMANUEL NOVAES às 7:28 AM
Xinga a mãe! martes, enero 16, 2007
PRIMEIRO ATO
-- Moço, me arruma um trocado? -- Não tenho. -- Sem problema... Me arruma uma de 20 ou uma de 50 então que tá bom. -- Como??? -- É, se o senhor não tem nota miúda, moeda, pode me dar dinheiro maior mesmo. -- Ah, vá tomar banho! Gosta de ganhar dinheiro, hein sem-vergonha? -- Ué, e o senhor não gosta? -- O que você acha? -- Eu também! -- Mas se eu der pra você, como é que eu vou comer? Pegar ônibus? -- E eu, que nem tenho que pegar ônibus? -- Rapaz, pare de tomar meu tempo, que eu tenho que trabalhar. -- Eu que o diga! Enquanto o senhor fica aqui de papo comigo, tá passando um monte de bacana que poderia me arrumar um troco. -- Mas largue de ser pilantra, rapaz! Que desconsideração! Fico aqui lhe dando atenção e... -- Uma xícara de atenção? Uma atenção à milanesa? Já pensou se seu chefe passa por aqui e vê que você tá de papo com um mendigo? -- ... -- Vão pensar que você é vagabundo, rapaz! E sua mulher? -- Você está me complicando... Olhe, vou indo embora, que eu já perdi muito tempo! -- Isso, pode ir. Já me deu muito prejuízo mesmo... -- Tá, pare de reclamar! Tome aqui cinco reais... -- Ué, mas o senhor não disse que não tinha trocado? Ele e o mendigo nunca mais se viram.
Por EMANUEL NOVAES às 7:25 AM
Xinga a mãe! lunes, enero 15, 2007
IRRESISTÍVEL! INSUPERÁVEL! INOXIDÁVEL!
Por EMANUEL NOVAES às 9:10 AM
Xinga a mãe! domingo, enero 14, 2007
SONHO DO BOLICHE
No mesmo dia em que ela Isso porque, de cara, eu passei as duas primeiras rodadas sem pontuar. Porque a Lih e o Turista resolveram me sacanear e, quando eu estava distraído, anteciparam minhas duas primeiras jogadas pela canaleta. Humpf! Deixa estar... Quando enfim eu ia jogar, um dos meus três concorrentes tirou praticamente da minha mão a bola azul com a qual eu ia tentar reagir. Ela estava ali, naquela boca onde chegam as bolas. Eu ia lá pegar, todo feliz e, quando eu ia encostar nela, o desgraçado pegou pra ele que nem um felino e fez que não me viu. Humpf! Deixa estar... Enfim, com uma bola preta toda irregular e uma pista que parecia a Raposo Tavares, de tão lisa, eu tinha que acertar um único pino, para mostrar que eu era bom. A distância era enorme, mas eu - modéstia à parte - era bom. Resultado: com um arremesso preciso e forte, acertei o pino de raspão e derrubei. Dá-lhe! Na segunda jogada, eu pego uma pequena bola amarelo-limão, do tamanho de uma bola de handebol, para tentar acertar dez pinos. Joguei sem muita força e, como a bicha era mais irregular do que um chiclete mastigado, rolou toda torta por uma pista bonita, mas ruim pacas! Saiu para a canaleta esquerda, voltou para a pista e saiu pela direita. Imaginem que pista. Terceira rodada, e minha pontuação era de um mísero ponto! Humpf! Deixa estar... De repente, uma salto no tempo. Sexta jogada, e o japonês lidera com 61 pontos. Eu e o filho da puta que roubou minha bola azul estamos empatados com 31 (reação incrível, não?). A tia com cara de professora tem 23 e parece estar pouco se importando conosco. Eu mesmo gostaria de saber que fim levou o campeonato, mas ficou por aí. Mas se eu encontrar o cara que roubou a bola, vou encher ele de tabefe! Lih, Turista: fiquem de olho, viram?
Por EMANUEL NOVAES às 7:31 AM
Xinga a mãe! sábado, enero 13, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Dezembro Encerramos o ano de maneira inspirada, postando absolutamente todos os dias! De cara, com um dos posts mais comentados da história do blog: 'Fanta Uva ou Oitenta'. Piotr Seninov, ou Pollo McChcken, se ia, enquanto eu ia à Granja Vianna entrevistar Rubens Barrichello e Tony Kanaan. Karina Bacchi faz uma Playboy mais polêmica do que propriamente boa, enquanto Elvis Presley fazia um puta comercial legal! E era só a primeira semana! Na segunda (semana), eu defendia ferrenhamente o direito das pessoas de ouvirem Calypso sem serem chamadas de burras. Sim, pois eu sou algo Gregory Peck! Pra variar, falei mal do São Paulo e dos comentarista esportivos, o que já é meio praxe. Fomos a Vargem Grande Paulista 'comemorar' a despedida do Borjão. No dia do aniversário da minha irmã, eu manifestava minha vontade de ter um frango de estimação, enquanto buscava Dudu no aeroporto. Pinochet esticava as canelas, e os fãs de Los Hermanos mostravam seus propósitos firmes por aqui. Elvis continuava sendo rei, enquanto Gretchen, a rainha do rebolado, fazia um filme pornô analisado por La Cucaracha. O Inter, meu Deus, era campeão do mundo!!!! Mas a minha carreira futebolística era bombardeada por uma bolada nos bagos - menos mal que eu fiz gol de letra e tudo, no mesmo dia! Divulguei meu boletim da facul aqui e, de quebra, um trabalho que me valeu um 10! Troquei o perfil do Orkut, mas estou pensando em voltar com o antigo. Tive um sonho daqueles malucos, jogando futebol com uma caixa de ferramentas e com alguns craques consagrados, além de amigos de infância. Comemoramos o Natal (em casa!), relembrei os bons tempos fáceis de catequese, revi os bons amigos de Prudente, as paixões antigas (Wave Runner, bobões). De volta a SP, coloquei mais um trabalho nota 10 aqui. Cheio de inspiração, eu colocava no ar o perfil do nosso amigo Cumpádi Washington e demonstrava todo o meu amor pelas touradas. Além dos touros, quem também ia para o saco era Saddam Hussein, que morria de uma maneira como há séculos não se via: enforcado. No último dia do ano, Frack Caldeira e Lucélia Peres vencem a São Silvestre. E eu estava lá, trabalhando, com colete amarelo, gravador e bloquinho sobre uma chuva que teimava em castigar o pobre estagiário. Encerramos bem o ano. Cliquem aqui e revejam dezembro!
Por EMANUEL NOVAES às 8:08 AM
Xinga a mãe! viernes, enero 12, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Novembro Abrimos novembro assistindo a uma série de filmes, como o clássico Curtindo a Vida Adoidado. Era um mês, digamos, midiático: Shakira faturava quatro Grammys e nós metíamos o pau em Didi Mocó. Marílson ganhava a Maratona de NY (foi ele, não?), o sandinista Daniel Ortega ganhava a presidência da Nicarágua, Donald Rumsfeld renunciava e nós... Bom, estávamos muito preocupados com a conspiração dos vendedores de guarda-chuvas. Carlos Alberto, do Figueirense descobre que é gato. Eu também era, depois de um e-mail bobo de uma tarada carente. Um ônibus é tomado por um corno (ex-corno, na verdade) na Via Dutra, dias antes de Justine Henin-Hardenne tomar de Amélie Mauresmo o posto de melhor tenista do mundo, enquanto Guga se torna o Íbis do tênis. O Black Eyed Peas colocava São Paulo abaixo, enquanto Britney caía na chantagem da fita pornô do marido. Eu passava altas aventuras no prédio da Jovem Pan, com direito a Zezé di Camargo & Luciano, Sabrina Sato e Flávio Gomes. Brasil vencia a poderosa Suíça, enquanto nós criticávamos a pornografia mal-feita. A seleção feminina de vôlei dava uma de Guga e perdia, enquanto Sílvio Santos ficava famoso pelo que teria que fazer com o bambu. Puskas bate as botas, Tom Cruise junta os trapinhos com Katie Holmes e o 'Vamo Subi Galô' dá certo: era hora de reverenciar Roni, Marinho, Thiago Feltri... Éééé, Atlético-MG, campeão da Série B! Com Danielle Sobreira na capa da Playboy, fizemos uma análise embasadíssima! O São Paulo, o melhor time da história do mundo do universo, é campeão brasileiro. Morre o ex-BBB Buba (quem?), assim como a carreira de Ian Thorpe ('Fórp', diria Galvão cuspindo). Jamelão, o folclórico, sofre um treco no coração. A ex-cunhada de Jorge Gerdau toma uns teco na rua, a última vítima do desastre da Gol é identificada... Em um mês com tanta desgraça, Babi apareceu aqui como alento e ganhou uma homenagem. Zidanilo é vendido para o futebol japonês, o América de Natal subia para a Série A (vai, Mecão!), o XV de Jaú fecha patrocínio com a Embratel e eu, ah!, entrevistava Ana Moser (obrigado, Camila!). A entrevista marca a série (ainda ininterrupta) de posts em dias conscutivos. Neguinho da Matonense morre em campo em um rachão, assim como Jece Valadão, o rei. O Papa visitava a Turquia, Luís Mauro aparecia na TV (naquelas...), o Google Earth localiza minha casa e o Grêmio Barueri sobe, provando que o futebol brasileiro segue por um caminho errado. Tudo isso em novembro, como vocês podem ver aqui e morrer de rir. Aliás, vocês conhecem o Mário?
Por EMANUEL NOVAES às 7:33 AM
Xinga a mãe! jueves, enero 11, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Outubro Começávamos mal o mês, com a FAB falando o que todo mundo já imaginava: ninguém sobreviveu ao vôo da Gol. Mas como nós precisávamos de um presidente de verdade, eu orientei (e continuo orientando) todo mundo a votar 93. Enquanto Thammy 'Dhomini' Gretchen apresentava a Dona Encrenca na TV, Antônio, sabiamente, saía de férias. Bom para mim também, que dançava de cuecas como o Tom Cruise. A 'seleção' do Dunga goleava o catado do Kuwait, o país onde todo mundo tem a bunda branca (pegaram?). Sem a mesma sorte, Schumacão quebrava o carro, Alonso comemorava, Galvão dava aulas de pronúncia de polonês e nós, atentos, observávamos tudo. O RBD arrebenda... Digo, arrebenta no Rio tocando com a Mocidade Independente de Padre Miguel. O timeco do Dunga ganha de novo, desta vez contra o Equador, no dia em que eu fazia 21 aninhos. Para comemorar, o XV de JoC avança na Copa Mané Garrincha com - oh! - um empate. Nova York pira com um teco-teco batendo em um prédio e com o Google comprando o YouTube. Pouco antes das eleições, nós tentamos fazer uma campanha pelo voto nulo, a Anula-la. Lógico, não deu muito certo. Em outra coisa rotineira, metemos o pau nos 'torcedores' do São Paulo (fique claro; há torcedores e há 'torcedores'). Mas o pão francês revoluciona a história e passa a ser vendido por quilo! Meu Deus! A gente até esquece que o Felipe Massa quase venceu uma corrida histórica, na qual Alonso foi bi e Schumacão aposentou. Enquanto eu passava dias jogando GTA (even better tha the real thing), um monte de partidos nanicos cria um partidão do qual ninguém ouviu falar: o MD ou PMD, não me lembro bem. Giannechini enfim se dá conta de que é bonito e pensa: o que eu estou fazendo com esse canhão da Marília Gabriela? Batata, eles se separam! Com certeza, a minha análise da Playboy de Luize Altenhofen influenciou, já que ele leu aqui e viu que ela é mais mulher do que aquela mala-sem-alça. Por fim, os dois maiores feitos da humanidade: Lula é reeleito e o La Cucaracha é citado como referência mundial em um site por aí. Não foi um mês cheio de confusões. Mesmo que o link de outubro esteja com zica, cliquem aí e dêem uma olhada.
Por EMANUEL NOVAES às 7:02 AM
Xinga a mãe! miércoles, enero 10, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Setembro Em um mês de bastante inspiração, eu comecei querendo fazer uma versão de Men at Work. Sem ter uma banda, mas isso é o de menos! Mais inspirada, a 'seleção' de Dunga fazia 3 a 0 na Argentina, provando que algo de errado acontecia com o futebol. Steve Irwin morria com uma ferroada de um arraia, enquanto Juliana Paes aparecia por aí com a periquita de fora (pegaram o paralelo?). Eu, chique como poucos, entrevistava Nelsinho Piquet por telefone. Ambos de cuecas (falo por mim). O Cardigans ("love me, love/ saaaay that you love me...") se apresentava no Brasil. Quem leu o blog antes de sair de casa para ver o show, aprendeu umas cantadas boas para soltar nas indies que aparecessem por lá. Os aviões da Varig saiam na capa da Playboy, sem escapar de nossa minuciosa análise. Coronel Ubiratan morria em casa, vestido de romano, e diminuía o placar dele para 111 a 1. Schumacão fala que pára, Britney Spears dá cria e eu, muito puto, derrubava mais um mito dos video-games: Road Rash. Plutão vira o asteróide 134340, e eu relembro - por Brunão - da história do meu primeiro grande amor. Bonito, não? O escândalo (mais um) do tal dossiê dos tucanos explode, mas quem fazia a putaria mesmo era Cicarelli, que dava umas bimbadas na praia e proibia (já em janeiro) o mundo de acessar o YouTube. A culpa é nossa... Eu declarava amor e lealdade eterna aos meus amigos, mas chutava o balde contra comentaristas esportivos tontos. Eles não devem ter lido e narraram o título da Austrália no Mundial feminino de basquete. A coitada da árbitra de dardos também não, e a vareta varou o pé dela. Enquanto Cicarelli não mandava no YouTube, eu assistia vídeos ruins lá (como todos os outros meses). A mina do Coronel Ubiratan é indiciada, o avião da Gol caía, mas nós estávamos mais ocupados aqui, publicando o perfil do craque Janco Tianno. Depois de um fiasco amoroso não-mencionado, eu fechei o mês continuando acreditando fugazmente que era um pobre rapaz que podia se apaixonar. Adivinhem? Em meio a tanta mulher pelada, morte e futebol, setembro foi um mês bem bacana. Cliquem aqui e leiam que se pasó.
Por EMANUEL NOVAES às 6:59 AM
Xinga a mãe! martes, enero 09, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Agosto Agosto costuma ser um mês meio problemático. Que o diga Fidel Castro, que começou o mês com uma zica que só não é mais longa que a de Ariel Sharon - lembram? Ele ainda está em coma! Bono Vox era eleito a personalidade mais influente da música. Mas, para nós, ele era só mais um sociochato como Angelina Jolie. Nosso coleguinha Guilherme Portanova era seqüestrado em SP, e o mundo parava para ver o PCC no Plantão da Globo. Flávia Alessandra dá o ar da graça - e que graça - na Playboy analisada aqui. Em um mês de muita felicidade, o Inter era campeão da Libertadores, em cima Descobri que não é fácil passar 30 horas sem dormir, e ainda trabalhando. Ainda fui para a aula no outro dia, joguei bola, marquei golaço (!!!)... E não morri! Não eu, mas um bailarino do Calypso, sim! No desempate de gente que morreu e não morreu, uma austríaca escapou do cativeiro depois de oito anos. Quando estava 2 a 1 o placar de gente que não morreu, o seqüestrador se mata e empata de novo o jogo. Plutão é rebaixado da condição de planeta, e irá disputar a segunda divisão de 2007 ao lado do Coritiba. Pra não deixar de falar de futebol aqui, contamos pela primeira vez a epopéia do CSA-AL na Copa Conmebol de 99. Felipe Massa vence o GP da Turquia, o primeiro de sua carreira, e eu comemorava de saias. Sim, pois eu fui à Pororoca Louca, a festa a fantasia da faculdade, vestido de escocês. Com o meeeeu kilt. Depois disso, ainda encerramos o mês com comparações acerca da falta de marketing pessoal das pessoas. E tentando convencer vocês, mulheres, de que eu sou o Brad Pitt. Passados dois terços do ano, 2006 parecia caminhar para um destino desastroso. Sorte que agosto foi um mês legal, como vocês podem ver aqui.
Por EMANUEL NOVAES às 6:54 AM
Xinga a mãe! lunes, enero 08, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Julho Enquanto Roberto Carlos levantava as meias e o sonho do hexa subia no telhado, Schumacher vencia mais uma, agora no EUA. Páginas da Vida estreava, para a nossa admiração com a criatividade de Manoel Carlos, o maníaco por Helenas do Leblon. Era hora de reverenciar Cannavaro, Totti, Zambrotta... É, Itália, campeã mundial! Como Ronaldinho Gaúcho não fazia porcaria nenhuma, eu fazia por ele e sonhava que era o camisa 10 da seleção, morando em um buraco de areia. Assim como o hexa, Syd Barret também batia as botas, e o Pink Floyd perdia seu fundador. Aquele solzinho bobo era escolhido mascote do Pan e o PCC penava na mão da Polícia (ô!). No Tennessee, a Justiça também queria mostrar que trabalhava e condenava uma professora gostosa de educação física, só porque ela fez sexo com um aluno. Deviam é dar parabéns para o menino, isso sim! Aqui, sem comer ninguém, nós ainda estávamos em clima de Copa e colocávamos vídeos bizarros do Mundial. Detalhe: em casa, depois de alguns meses sem botar o pé em Prudente. Em um mês com tanta gente morrendo, Raul Cortez mostra que era Maria-vai-com-as-outras e resolve aderir a essa modinha boba. Champinha (e não o Chimbinha) é condenado pela morte de Liana Friedenbach e Felipe Caffé. Quem também é condenado é o povo de Nova York, que é obrigado a presenciar o primeiro show da 'banda' Mutantes em 30 anos, com Zélia Duncan nos vocais. Com tanta criatividade em um mês, a Contigo! não poderia fazer diferente e coloca Gabriela Duarte prenha e pelada na capa. Dunga - aquele que convoca Jônatas, Carlinhos, Gladstone e outros craques - assume a vaga de técnico da seleção. Bizarrice por bizarrice, o Flamengo vence o Vasco na final da Copa do Brasil. Coincidentemente, eu descubro - empiricamente, é verdade - que sofro de distúrbio bipolar. Com um certo atraso, coloquei as análises de três Playboys atrasadas, que não estavam lá grandes coisas e podiam mesmo ser atrasadas. Por fim, o mundo foi apresentado a Milica Veselinovic, um grande nome que nunca foi ninguém! Pena, não? Julho foi um mês triste, não? Um monte de gente morrendo, sendo presa, condenada, o Brasil perdendo o hexa, o Zidane dando cabeçada... Dêem uma olhadinha!
Por EMANUEL NOVAES às 7:28 AM
Xinga a mãe! domingo, enero 07, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Junho Ah, mês de Copa do Mundo! Mês de torcida do Corinthians invadir treino, de morte do guitarrista do Detonautas e de quebra-quebra na Câmara dos Deputados. Enquanto Equador, Argentina, Portugal e Austrália venciam seus primeiros jogos, a febre da Copa invadia até meu inconsciente. Em um mês vazio, eu conhecia uma prima gostosa do Brunão em um sonho e trocava figurinha com ela. A saber: eu não sei se o Brunão tem essa prima gostosa. Kaká marca na estréia apática do Brasil. Desanimado com o time do Parreira, Bussunda resolve morrer. Como eu não era o único em clima de Copa, resolvo ver o que tem de futebol na Parada do Orgulho Gay. Alguns seres bem bizarros por lá me valeram um post aqui. Falando em ser bizarro, Ronaldo Fofômeno marca e o Brasil dá a impressão contra o Japão de que pode chegar a algum lugar. Na febre de bola que invade o mundo, o McDonald's lança seus já tradicionais sanduíches temáticos. Nós, em clima gonzo, provamos todos e demos nosso aval. Sem dúvida, um dos melhores posts do ano! Em clima de Copa (perceberam?), o mês de junho ia em frente. Confiram!
Por EMANUEL NOVAES às 8:46 AM
Xinga a mãe! sábado, enero 06, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Maio Foi um mês dureza. Sem computador no apartamento novo, estávamos fadados a ver poucas atualizações aqui. Se foi dureza para mim, imaginem para o Corinthians, que era eliminado da Libertadores. Sensação de 'isso já aconteceu antes', não? Schumacher dava o troco em Alonso em Nurburgring e Pimenta Neves era condenado. Aqui, eu aparecia na MTV falando de futebol. E mostrando que eu não manjava para falar de futebol! Foi bom. Fiquei famoso lá em Prudente. Em um mês de tragédias anunciadas, o Sevilla era campeão da Copa da Uefa (o Sevilla, meu Deus!), Belletti fazia o gol do título europeu do Barça (o Belletti, meu Deus!) e o PCC começava a tomar as ruas de São Paulo. Preocupadíssimos, Leco, Antônio e eu pedíamos pizza, só para sacanear os motoqueiros e ver se eles entregavam pizza com o terror nas ruas. Uh, o terror! Vitor Negrette morria no Everest, assim como a Sérvia & Montenegro, que virou Sérvia e virou Montenegro. Angelina Jolie e Brad Pitt também davam cria e o Brasil goleava o poderoso catadão de Lucerna antes da Copa. Eu, trabalhando como uma mula e adorando. A exemplo de abril, maio foi um mês pra falar de futebol, mas com alguem espaço para outros assuntos. Leiam aqui e relembrem.
Por EMANUEL NOVAES às 9:03 AM
Xinga a mãe! viernes, enero 05, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Abril Entre o final de março, aniversário do meu pai, e o começo de abril, aniversário da minha mãe, MC Marcinho capotava a van, Enéas raspava a barba e ficava com a cabeça bem menor. Palhaço Carequinha subia ao céus, aquele sem-vergonha do astronauta Marcos Pontes voltava à Terra e o Santos era campeão paulista, rebaixando a Lusa para o inferno. E o esquecido Pollo McChicken fazia 27 aninhos. Que beleeeza! Eu ainda estava ficando com uma menina muito bacana e bonita e andei falando umas bobagens por aí. Sim, pois até eu bebo demais e cometo deslizes. Nossa musa Suzane von Richtofen se entregava à Polícia, o Lyon era penta na França (e entrava todo pintado em campo pra comemorar) e Tom Cruise e Katie Holmes dão cria. Comemorando tudo isso, eu gastava dinheiro comprando a Playboy de Roberta Brasil, que ficou bem meia-boca. Nos despedimos também do mestre Telê Santana e do imbatível recorde de poles de Ayrton Senna, que aquele alemão vigarista superava. Zizou anuncia que vai parar de jogar, e Anthony Garotinho, de comer. Eu, triste à vera, sonhava com uma antiga musa e com um agressivo esquilo falante. Sem querer, abril foi um mês de pensar em mulher, futebol e outras bizarrices. Olhem aqui e vejam e seu estou mentindo.
Por EMANUEL NOVAES às 8:13 AM
Xinga a mãe! jueves, enero 04, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Março Eu voltava de uma rodada de cerveja e torresmos do outro lado do estado, enquanto o Brasil fazia um joguinho sem-vergonha com a Rússia em Moscou. O futebol me ajudou a quebrar a cara uns dias depois, ainda que em um trabalho da faculdade. Na vida amorosa, eu imaginava como seria namorar uma mina com dentadura. No cinema, Brokeback Mountain perdia o Oscar de melhor filme para Crash - No Limite. Rita Guedes era capa de uma Playboy bastante meia-boca, que valia pela presença de Don Vito Corleone em algumas páginas. Guga continua negando fogo (como em vários meses), e eu ia à Bienal do Livro com Borjão em um dia que a gente até conheceu um presidiário. Numa noite dessas, Marques conheceu Mari, aquela que viria a ser sua namorada até hoje. Como são as coisas, não? Março, sem dúvida, foi um puta mês. Fechamos com dona Maria José o aluguel do apartamento que moramos até hoje. A filha da Lella, que ela diz que é minha sobrinha, nasceu. Aliás, Manu estreou: menina mais linda desse mundo! O São Paulo, pra variar, derrubava um técnico do Corinthians (Antônio Lopes, eu acho). Fernando Alonso quebrava tudo na Fórmula 1, assim como dona Ângela Guadagnin. A diferença é que a ilustre deputada quebrava o decoro, as cadeiras e a nossa cara. Lottar Matthaus sai do Atlético-PR sem nem ter entrado direito. MV Bil choca todo mundo com seu Falcão - Meninos do Tráfico, de temática batida até a alma. Ariclê Peres cai do prédio. O astronauta/safado Marcos Pontes vai para o espaço (não literalmente). Enquanto meu pai comemora mais um aniversário, o filho dele leva pedrada de tudo que é lado da "família" no Orkut. Não mudou muito a vida dele, menos ainda a minha, mas o presidente Lula assinou a MP que aumentou o salário mínimo: sobe para R$ 350. E a França chuta o baldo com a Lei do Primeiro Emprego. As coisas começavam a ficar emocionante em março. Dêem uma olhada aqui e digam se concordam ou não.
Por EMANUEL NOVAES às 6:52 AM
Xinga a mãe! miércoles, enero 03, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Fevereiro Ah, o segundo mês do ano começou muito bem! Lógico que não para mim, mas para Valentino Rossi, que testava pela Ferrari, ou para o América, que dava as cartas (!!!) no futebol carioca. Eu ia muito mal, levando geral da Polícia na rua. É isso que dá ficar andando com japonês por aí. O RBD vinha fazer show no Brasil, que parava para ver. Bom, não parava. Enquanto uma turba se concentrava em frente ao meu trabalho, outra ia matar gente esmaga em shopping. Escrevemos o texto mais comentado da história do blog (dez), um e-mail para Rodrigo Velloso, então editor-chefe da Playboy, reclamando da revista. A seleção ganha uma camisola nova para dormir na Alemanha, Suzane von Richtonfen perdia um advogado, e uma estagiária - esse ser perigoso - mata um colega casado que traçava ela em Cubatão. Jorge Mendonça era mais um a se juntar à seleção do céu. Os Stones fizeram show aqui no Brasil. Fiz que fui, que não fui e acabei não fondo, mas serviu para plantar um boato aqui e levar uma bronca. Guga, pra variar, negava fogo e colocava André Ghem no mapa. Enquanto Katilce chamava Bono Vox de meu nego, eu me preparava para voltar pela primeira vez para casa como um rapaz empregado. Fevereiro foi um mês fraco, inclusive para mim. Demorou, mas o ano engrenou.
Por EMANUEL NOVAES às 7:22 AM
Xinga a mãe! martes, enero 02, 2007
RETROSPECTIVA: TUDO QUE EU FIZ (OU FINGI QUE FIZ E VOCÊS ENGOLIRAM) EM 2006
Como praxe em todos os blogs (e a bem da verdade, revistas, sites, jornais, TVs e quaisquer outros veículos de comunicação), final de ano é tempo de retrospectivas. Não para analisar o que aconteceu durante o ano, mas porque já não acontece nada mesmo nos últimos 15 dias do ano e ninguém aqui está a fim de garimpar assunto. Bom, o tempo passou e nós, do La Cucaracha, perdemos o gancho. Mas sempre é tempo de perder uns dias sem assunto com a desculpa de repassar o que aconteceu nos 12 últimos meses. Por isso, em mais um arroubo de criatividade, fazemos aqui a segunda retrospectiva de nossa jovem história. Sem muitas delongas, vamos ganhar tempo pelos próximos 12 dias, enquanto eu arquivo bons posts para serem colocados nos dias que seguirão. Janeiro Não poderia começar melhor o ano: arrumei meu primeiro emprego, que me tomou as férias logo a partir do segundo dia do ano (completo um ano hoje). Ainda na segunda casa que eu morei em SP, fazia piadas inconvenientes pelo telefone com Iltinho e André Roque. Enquanto um chinês explodia um tribunal, eu gastava o meu vale refeição. Levava daqueles pés-na-bunda daqueles que nem doem muito e descontava a raiva na Playboy de Roberta Foster (opa!) e nos comentaristas do meu blog, que acabaram indo embora. Sem Ronaldo Manzoli, a pensão já não tinha a mesma graça, e as piadas acabavam ficando pelo MSN, em diálogos sobre a morte do Papa e da highlander Dercy Gonçalves. Quem também morria era Thuy Trang, a Power Ranger amarela. Bom, ela morreu em 2001, mas foi o La Cucaracha que trouxe a notícia à tona. Mama Bruschetta continuava a mudar o mundo, mas eu me importava mais mesmo era com a cerveja que eu tomava na Rua Augusta com o Moskito, na época apenas um vestibulando de cinema. Esse blog era ruim paca! Leiam aqui e revejam janeiro!
Por EMANUEL NOVAES às 7:32 AM
Xinga a mãe! lunes, enero 01, 2007
REVEILLÓN NA PAULISTA. NAQUELAS...
Cobrir a São Silvestre pela primeira vez foi uma experiência interessante. Eu admito que fiquei um pouco perdido, é verdade, mas deu pra me virar bem. Quer dizer; naquelas. Isso porque eu estava bem perto da linha de chegada esperando as vencedoras da prova feminina quando caiu o pé d'água que vimos na TV. Na dúvida, eu não sabia o que fazer, e tentava apenas proteger meu gravador e minhas anotações dos grossos pingos. Se eu fosse atrás de um lugar para me proteger da chuva, poderia perder o ótimo ponto de observação para entrevistar atletas. Se não fosse, ia acontecer o que aconteceu: eu fiquei ensopado. Não bastasse a dificuldade climática, a logística acabou atrapalhando um pouco. No feminino, a tempestade fez com que eu perdesse minha estimada Bic preta, ficasse com os papéis se desintegrando na mão, mas que conseguisse entrevistar Márcia Narloch. Entre uma prova e outra, pude voltar para a redação e fazer uma nota. Além de empoçar quase todos os lugares por onde passei. Com sorte, eu contava com uma surpreendente camiseta seca na mochila (o que nunca acontece). Ela estava quentinha como pão e eu me vesti de novo. Quase seco, pedi o guarda-chuva de Jorge emprestado e voltei lá para baixo, para fazer a prova masculina. Seco, com papel novo (sem caneta, fazer o quê?), com guarda-chuva e um gravador tinindo (apesar de ter sido molhado na primeira batalha). Mais experiente (???), consegui fazer o que eu precisava, e mais bem feito. Um show. Entrevistei até os quenianos. Deu pra sair mais por cima da São Silvestre. Feliz com a experiência. Molhado, sim. Mas extremamente charmoso de colete de imprensa.
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