
A pura filosofia politizada do politicamente (in)correto.
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La Cucaracha
Aproveite!
Eles conseguiram!
Eles tentaram...
Escambo
à troca de links. Quem quiser ser linkado aqui, me linke antes e me avise, que eu linko com muito gosto. Arquivos
Julho/2004
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viernes, marzo 31, 2006
EU MEREÇO!
Como moderador da comunidade de minha família no Orkut, de vez em quando aparece algum "primo" querendo me adicionar, mesmo sem a gente se conhecer. Evidentemente, eu recuso. Mediante alguma insistência, eu até adiciono, pra não ser chato. Aí, adicionei uma "prima", que imediatamente entupiu minha caixa de e-mail com o que ela julgava ser interessante. E o que ela julgava interessante começava invariavelmente com "FW:" ou "Enc:". Sim, ela me adicionou no Orkut e começou a entupir minha doce caixa de entrada com piadinhas, fotinhos engraçadas, coisas fofinhas... Eu, educadamente, pedi para que ela não me mandasse mais aquilo. E que não a tinha adicionado para que ela ficasse fazendo eu, literalmente, perder meu tempo com aquilo (só não fiz uso das tais palavras com ela, mas deu vontade). Sabem o que ela respondeu? Seu perfil bate bem c/vc! Só não sei ainda pq entrou no orkut, se não gosta de ser educado e nem de pessoas!!! E ainda faz jornalismo, acho q vai ser péssimo profissional, não se interessa nem p/política, não tem senso de humor, é avesso as pessoas, não sabe se comunicar de maneira educada e é revoltado...! Sem mágoas, mas cv não é Colombari. E não temos, mas de longe, algum grau de parentesco! E por gentileza, não difame o sobrenome Colombari, com esse seu comportamento social retrógrado...! Agora digam: eu sou tão ruim assim? Como diz o título do post... Ah, eu mereço mesmo, viu? Eu devo ter roubado igreja em alguma vida passada...
Por EMANUEL NOVAES às 10:53 AM
Xinga a mãe! () jueves, marzo 30, 2006
O "ÉLHÃO"
Ontem foi aniversário do meu pai, o segundo que eu passo longe dele. Tentei ligar em casa depois do trabalho e nada. Depois do almoço, nada. À tarde, nada. Antes da aula, durante a aula... Voltava da faculdade depois das 22h30 e tentei, pela última vez. Consegui. Depois de falar meia dúzia de trivialidades com a minha mãe sobre facul, apartamento, trabalho, acordar cedo, me alimentar bem, pedir "mãe, traz ns jornais" e descobrir que minha mãe se embrenhou em mais uma das pastorais da Igreja, pedi para falar com o meu coroa. Descobri, vejam vocês, que meu pai está fazendo CFC para renovar a carta. Por isso eu não havia encontrado nenhum deles o dia todo em casa. Depois de lembrar dos meus dias de aulas teóricas de direção, fiquei - mais uma vez - pensando que eu tenho os melhores pais do mundo. Que eles, por trás de seus hábitos simples, são fortalezas. Mesmo com algumas discussões, eles me entendem mais do que eu mesmo e eusei que sempre posso contar com eles. Tinha escrito mais dois parágrafos sobre isso - e eles até foram ao ar -, mas não vêm ao caso agora. Parabéns, seu Elio!
Por EMANUEL NOVAES às 3:37 PM
Xinga a mãe! () lunes, marzo 27, 2006
(RE)QUEBRA DE DECORO*
Falar de política é uma bobagem. Todos querem se mostrar os maiores especialistas e ninguém chega a lugar nenhum. Ninguém quer ceder. E bem eu, que não gosto de falar de política, fiquei abobalhado - a palavra é bem essa mesmo - com o que vi nesta semana. Eu, que já não vou com a cara do PT, sou obrigado a ver a deputada Ângela Guadagnin (PT-SP), com sua já famosa "Dança da Pizza", mediante a absolvição de João Magno (PT-MG), no caso do valerioduto, no qual o deputado petista teria recebido cifra superior a R$ 400 mil. Guadagnin se desculpou depois, falando que se tivesse pensado antes, não teria dançado. "Foi espontâneo", como ela mesma disse. Bom saber que nossos deputados vão para o plenário para não pensar. Justo, diante de um povo que vota sem pensar. A diferença é que eles são (muito bem) pagos para pensar e ajudar o timoneiro a levar o nosso barco para o rumo certo por águas que deveriam ser sempre tranqüilas. Em seu site oficial (o link está ali em cima), a deputada tenta esclarecer o "inesclarecível" (essa, vocês viram primeiro aqui), pedindo desculpas ao povo que ofendeu, defendendo João Magno, usando um "não é bem assim" e acusando o caso de ser, indiretamente, perseguição política da oposição. "Tenho plena consciência da disputa política que está ocorrendo no País neste momento, e minha atitude está sendo utilizada para tentar impedir a continuidade de um governo que está mudando o Brasil, para retornar as políticas neoliberais que só trouxeram miséria, desemprego e destruíram o Estado brasileiro", afirma. Doutora Guadagnin (médica como o Palocci), o país está cansado dessa corja que domina as instituições públicas. Criticar o seu deboche às instituições e aos nossos corrompidos representantes, independente da posição políticas dos mesmo, não é perseguição política. O curioso é visitar o site oficial dela (tá bom, o link está aí de novo) e dar de cara com uma publicação chamada "O Cerco à Corrupção", na qual ela destaca as ações do governo Lula contra as maracutaias políticas no país. Boa, doutora! Em uma metáfora que corresponde mais a mim... Golaço! Bom, já falei de política este ano. Agora, só em 2007, antes que eu perca o foco. * A expressão não é minha. Foi cunhada pelo Fernando de Barros e Silva, editor da Folha de São Paulo, em coluna desta segunda-feira, 27 de março.
Por EMANUEL NOVAES às 10:08 AM
Xinga a mãe! () viernes, marzo 24, 2006
NÃO VAMOS ESTRANHAR MAIS UMA AUSÊNCIA MINHA, CERTO
Como diria Don Vito Corleone, não vamos discutir problemas à mesa (ou algo assim). Eu sei que eu ando sumido e o blog anda meio às moscas, quase que exclusivamente se dedicando às análises da Playboy. Acreditem, qualquer hora eu coloco uma letra de música aqui e resolvemos isto, não? Foram dias ocupados. Eu ando ralando no trabalho, na faculdade, na vida pessoal e ainda achei tempo pra fechar o aluguel de um apartamento. Sim, blogueiro de morada nova, na Nove de Julho. Sem festinha de inauguração, estão pensando o quê? Que eu moro na casa da mãe Joana? Mas o mais importante dos últimos dias foi o nascimento de Manu, minha "sobrinha". Como foi dito para a mãe, pena não ser sobrinha, ser "sobrinha". A filha da Lella nasceu no dia 17 e, por mais que eu tenha tido tempo de colocar aqui, eu não me inspirava. Não que agora eu tenha me inspirado, mas eu tinha que escrever que ela nasceu antes que ela fizesse aniversário, não?
Lella, se não gostou da foto, eu tiro! Enfim... Agora eu estou entrando no mundo tiozão. Já tenho amigas que tiveram filhos (e filhas, com a Manu). Por mais que não seja a primeira amiga minha grávida, foi a que eu tentei acompanhar de perto desde o possível. Só aí a gente entende como é lindo e que os bebês não têm cara de joelhos. Acho que vocês perceberam que eu não sei muito o que falar, né? Fiquem tranqüilos, meia dúzia de leitores; é por conta do fato. Qualquer coisa que eu possa dizer vai soar uma grande bobagem, porque eu sei como estou feliz e não sei como mostrar isso pra vocês. Enfim, com alguns tropeços, a fase é ótima! Ah, e há posts arquivados para publicação. Só falta coragem. Bienvenue, Manu!
Por EMANUEL NOVAES às 4:58 PM
Xinga a mãe! () sábado, marzo 18, 2006
ACALMEM-SE!
Vamos? Eu passei uma semana cheia. Os meus finais-de-semana têm sido bons, apesar de eu não poder precisar até quando. Eu passei a semana inteira atrás de apartamentos para alugar com Antônio e, se dona Ana Maria, colaborasse, teríamos um "apertamento" com blogueiros. Seria uma beleza. Mas essa minha odisséia ainda não seria suficiente para publicar aqui. Eis que ontem saio com o Borjão de manhã para cobrir a Bienal do Livro. Era minha folga no trabalho (bom, ainda é) e resolvemos fechar uma pauta lá para um trabalho da faculdade. Fiquei boa parte da manhã e o começo da tarde lá com o verticalmente prejudicado colega (mas horizontalmente privilegiado, dizem). O Borjão desce no metrô Tietê acompanhado por um cara que, no decorrer da conversa, descobrimos ser um presidiário em indulto (seria sem o L?) que visitaria a família em Ribeirão Preto. Preconceituoso que sou, evidentemente quaseme borrei. Mas depois relaxamos, ajudamos o cara, desejamos boa sorte, ele retribuiu e cada um seguiu seu destino. Saí de lá para almoçar na casa de Bia e Thalita. Cheguei lá atrasado, e as duas já estavam em um tom azul-royal de fome. Enfim, a Bia faz um strogonoff ótimo. Ficamos lá jogando conversa fora até a hora de eu ir embora, quando eu vim para casa, tomei um banho e fui para compromissos mais importantes, os quais - nada pessoal, meia dúzia de leitores - não interessam a vocês. Já hoje, o dia foi normal e eu desisti de assistir ao jogo mais charmoso do ano: Juventus x Portuguesa, na Rua Javari. Fiquei em casa me planejando para o grande evento da noite, a Fórmula 1, e foi quando Marques e Alessandro tiveram uma brilhante idéia: vamos fazer serenata na rua. E fomos nós, de prédio em prédio, perguntando para os porteiros, se eles podiam chamar meninas bonitas que morassem nos prédios, para tocarmos umas músicas. Incrivelmente, a recepção foi calorosa para uma cidade humanamente fria como São Paulo. Dos prédios, Marques teve uma boa idéia: vamos para a Avenida Paulista tocar violão. Realmente fomos, ficamos em frente ao Masp vendo se arrumávamos algumas meninas tocando Wando. Nada, mas logo chegou um tiozinho chamado Lincoln. Meio bêbado, Lincoln parou para fumar um cigarro, cantar conosco e contar que era de Paraguaçu Paulista. Logo, outro grupo de quatro roqueiros -um cara e três meninas - também parou por ali. Chicão, Bia, Bia Batatinha e Mari. Entre beber, apresentar, cantar e coreografar, estávamos na Paulista de madrugada, e sem levar geral da polícia. Por que essas coisas legais não acontecem durante a semana toda? Seria falta de tempo para ver a banda passar?
Por EMANUEL NOVAES às 4:41 PM
Xinga a mãe! () viernes, marzo 10, 2006
ANALISANDO A PLAYBOY DO MÊS
Um pouco mais animado, vamos examinar a primeira Playboy que eu comprei em 2006.
Rita Guedes posou nua. Em pouco tempo, conseguiremos Maria Luiza Mendonça A Playboy deste mês já começa bem. O editorial anuncia que a presente edição é a última na qual Rodrigo Velloso é diretor de redação. Foram dois anos bem fraquinhos. Enfim, assumirá a vaga Édon Aran, que tem experiência e tocou a Sexy nessa retomada. Está dada a largada. A revista em si não é grande coisa. Rita Guedes é bonita, mas não tem aqueeeele apelo. Aliás, as mulheres desta edição não são as melhores. Pelo menos, creio eu, acabaram-se as vagas magras da revista. Vamos parar com edições especiais (29, ao todo!), dois livros, duas edições extras (precisava?) e algumas capas que só o diretor de redação entende. Enfim, Rodrigo Velloso guardou o melhor para o final. Não que isso seja bom. O ensaio que Luís Crispino fez com Rita Guedes está fraco, porque ela mesma já não é uma exuberância. Mas a Playboy não é só mulher pelada (por mais que acreditem nisso). Comprei também pelas perspectivas da Fórmula 1 2006 que eles publicaram (que não tem nada de diferente do que qualquer um que gosta sabe) e por conta da entrevista com Milton Neves. Essa até que está legal. Convenhamos, melhor que Jayme Monjardim. As 20 perguntas com o vocalista e com o batera do Franz Ferdinand está interessante. Mas, sem dúvida, os estudantes de jornalismo de todo o BRasil comprarão a revista por conta da matéria sobre Hugo Chávez. Em resumo: não tem nada de diferente na Playboy. Ainda. Enfim, estou na torcida. Pelo menos consegui derrubar Rodrigo Velloso. Nota do Ensaio: 5,5 Destaques: Uma sessão "No cinema como na vida", o cara que quer Rosinha Matheus "Garotinho" nua (tem gosto pra tudo mesmo...) e, sim, a despedida de Rodrigo Velloso. Fora isso...
Por EMANUEL NOVAES às 4:38 PM
Xinga a mãe! () martes, marzo 07, 2006
EXISTENCIAL
Estou com uma dúvida e isso tem me tomado um tempo bom explicando e perguntando para todo mundo. Resolvi dividir com vocês minha pulga atrás da orelha. Imaginem a situação hipotética. Você está ficando com uma menina (ou um cara) e as coisas estão indo bem. Vocês já estão juntos a um mês, quase dois. Mas nada de namoro por um pura convenção, uma particularidade, nada que influencie a situação. De repente vocês estão conversando, se divertindo, ela está rindo e falante... E numa dessas, ela fala alguma coisa e pimba!, a dentadura dela cai. Ela vai e arruma e continua rindo e falando como se nada tivesse acontecido. E então, o que vocês fariam? Eu sei o que eu faria, mas eu quero saber a opinião de vocês.
Por EMANUEL NOVAES às 3:23 PM
Xinga a mãe! () viernes, marzo 03, 2006
DA ARTE DE FAZER JORNALISMO (OU NÃO?)
Espero que vocês tenham paciência para ler este. Basicamente, eu fiz duas entrevistas hoje. Uma pelo trabalho e uma pela faculdade. E descobri que o jornalismo pode ser um negócio fascinante, bem como descobri que, por mais presunçoso que eu seja, eu ainda tenho um bocado para aprender. Pelo trabalho, tive que ligar para o Flamengo. Parece que o Valdir Espinosa vai cair (ou já caiu, a essa hora). Aí, lá fui eu ler tudo que era jornal do Rio para me informar e ligar para o Flamengo. Tentei ligar para diretores de futebol, presidentes de futebol e o escambol... Digo, o escambal! Uma hora dessas, consegui falar com Pedro Paulo (ou "Pedro Paulo", para os íntimos) me informou que a diretoria estava em reunião e que ninguém poderia informar nada naquele momento. Eu perguntei se tinha alguma a ver com o Valdir Espinosa (técnico do Fla), e ele falou que não, daquele jeito "Que nada, imagina" que só esse povo que quer tapar o sol com a peneira sabe fazer. Resumindo: quando vocês lerem isso aqui, talvez Andrade já seja o interino do Flamengo (de novo). Saí do trabalho e resolvi que almoçaria em um bar. Não que se coma muito bem em bares, mas eu preciso conhecer a Rua Pamplona de cabo a rabo até quinta-feira, para fazer um trabalho sobre a rua para a faculdade. Cheguei no primeiro que eu conhecia, a Lanchonete Cinderela, pedi um sanduíche de salame e um guaraná e almocei. Depois, pedi umas palavrinhas a um balconista, que me mandou para o caixa, que me mandou para o gerente. Já ficava eu puto com esse jogo de empurra, esperando que o gerente fosse me dizer que não podia falar agora. Eles nunca podem. Qual não foi minha surpresa... O gerente me foi muito simpático. Cheguei e expliquei: eu estava fazendo um trabalho para a Gazeta sobre a Pamplona e... Ora, o velhinho não me devolve na lata? "Mas a Gazeta fechou, agora ali só o site. Ali agora é a Fundação Cásper Líbero." Eu sorri sem jeito e expliquei o óbvio. Com essa cara de moleque, eu era aluno da faculdade e estava fazendo um trabalho. O gerente riu e começamos a conversar. Ele respondeu minhas perguntas e nossa conversa foi muito rápida. Sim, pois eu não tinha nem meia dúzia de perguntas na cabeça! Pode isso? Saí de lá com a sensação de ter feito papel de otário, mas um otário feliz. Com nem meia dúzia de informações e cheio de idéias para as próximas. Obrigado, então, seu Diamantino. Me ensinou que, na vida, a honestidade é a melhor política. E que, no jornalismo, ter algumas perguntas prontas para um entrevista é muito bom. A quem interessar possa: a Lanchonete Cinderela fica na esquina da Pamplona com a Alameda Santos, próximo ao metrô Trianon-Masp. Vale a pena ir lá conhecer seu Diamantino e comer um sanduíche. OBS: Já pensaram se o diretor do Flamengo OBS 2: Preferi esperar o desdobramento do caso do Valdir Espinosa no Fla para publicar este texto. Mas ele não foi modificado em uma vírgula para ir ao ar, viram? OBS 3: Seu Diamantino não foi o primeiro a me ensinar o valor da honestidade. Afinal, eu tenho pais. Mas é que eu quebrei a cara tão gostoso com ele que eu tinha que dividir isso com vocês. OBS 4: Querida, Mamãe. Obrigado por tudo.
Por EMANUEL NOVAES às 3:32 PM
Xinga a mãe! () miércoles, marzo 01, 2006
RAPIDINHAS PRUDENTINAS
Já de volta a São Paulo, algumas notas curtas de consumo imediato sobre o meu feriado: Obrigado, Flávia! Graças ao seu conselho de levar uma vida tão monástica quanto à do Mick Jagger, eu não posso reclamar do meu feriado. Uma quantidade industrial de cerveja, uma refeição que se resumiu a torresmo, dirigirem alta velocidade e truco. Foi um dos meus melhores feriados. Aliás... Me desculpem, pai e mãe, se porventura chegar em casa uma multa por excesso de velocidade. Carro 1.8, som alto, amigos no carro e aquela ladeira da Juscelino Kubitschek em direção ao Lar dos Meninos... Eu não sou de ferro, né? Nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno. O que não quer dizer que eu não tenha ido à missa, visitado Eduardão e Tia Vera, cortado o cabelo no Amarildo (bom, no Carlão), visitado o Luizinho e o Brunão, além de ter almoçado com meus pais. Essa do torresmo é ótima! Fomos a um botecão (legítimo!),o "João Porquinho", que dizem que serve o melhor torresmo de Prudente. Sentamos Rick, Bruno, Marlon e eu e pedimos: vê uma Skol e uma porção de torresmo. E o torresmo demorou, e foi a segunda, a terceira... Na quarta cerveja, chegou. Nós olhamos e comentamos: "Ninguém está mais com fome. Vamos comer o que agüentarmos, depois a gente embrulha para viagem". Comemos metade e pedimos para embrulhar para viagem então. Oferecemos a cerveja que tínhamos para a mesa ao lado e fomos embora. Sem levar o torresmo. Caros amigos. Não procurei todo mundo aogra que estive lá e decidi que será assim. Cansei de procurar gente. Eu fico quatro dias em casa e quase ninguém me telefona, me procura, me visita. Os poucos amigos que fazem isso me deixam muito feliz. Depois, sempre virá gente falando que eu não procurei, que eu mudei. Eu tenho amigos, e amigas, "amigos" e "amigas". Não vou procurar todos. Fico feliz até que alguns "amigos" estejam perto de mim de vez em quando. E não vou mais procurar certas pessoas que me fazem tanto mal. Sertanejo 1: Descobri que minha vida daria uma daquelas letras sertanejas bonitas (eu acho) que contam a história da vida de alguém. A minha seria algo como "Meu senhor, eu ainda sou bastante jovem, mas mesmo com minha pouca experiência, já tenho muito pra contar." Sertanejo 2: Não cansei de repetir isso em casa: eu gosto de dois tipos de música majoritariamente; sertanejo antigo (as "modas de viola") e os rocks mais antigos (os "classic rock"). Aqui em São Paulo, eu só ouço classic rock. Vocês acham que eu escuto o quê em Prudente até a exaustão? Achei um CD original de Milionário & José Rico.
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