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Julho/2004
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viernes, septiembre 30, 2005
JAPA GIRL
Antes de mais nada, deixem-me explicar uma coisa: eu vou falar de japas. Não que o nome japa me seja pejorativo. Não vou usá-lo assim e não odeio japas (bom, alguns). Explicação feita, vamos começar. Reparou que japas adoram japas? Eu conheço alguns nipodescendentes (isso sim, quase uma ofensa) e eles se adoram. Andam juntos, moram juntos, almoçam juntos... Japas adoram casar com japas, sabe Deus porque! é cena até certo ponto incomum ver japas casando com pessoas de traços ocientais (não vou chamar de "normais"). Os japas são muito fortes unidos e isso dá o que falar: vira e mexe alguém fala aquilo de "eu nunca vi mendigo japonês". Não mesmo, porque o japonês, sim, não desiste nunca trabalha pra caramba! Além disso, se não dá certo (difícil), os japas se ajudam. Legal isso. Mas eles, por exemplo, importam um bocado de cultura deles. Isso é bacana, mas nem sempre. Essa invasão excessiva de cultura oriental é meio chata. Esses excesso de hype para comer sushi, por exemplo, é uma nhaca. As tatuagens de ideagramas e o escambal... Tem até balada oriental hoje em dia. Não sei pra que tudo isso. Aliás, nem sei pra que esse texto todo. Eu gosto de japas. Meu colega de quarto é japa e eu gosto muito dele. Mas enfim, resolvi escrever de algo que me incomoda em algum lugar. E se eu não escrevesse todo dia, que moral eu ia ter para escrever depois da bronca de ontem? Update: Valeu, Ana. Eu simplesmente abomino essa mania fashionete de japa desfiar cabelo e vestir Hello Kitty. Já viu a seleção do Japão? TODOS têm alguma coisa no cabelo!
jueves, septiembre 29, 2005
MAU HUMOR
Desculpem por isso. Mas estou extremamente mal-humorado hoje. Não estou suportando mesmo as pessoas achando que estão tomando as decisões corretas, com uma dependência de não-sei-o-quê Eu ando de mau humor também porque eu tirei uma nota meio baixa. Não foi baixa, foi até boa. Mas o retrospecto pesou e agora eu preciso de um esforço grande, bem quando eu tinha alguma esperança. Mas essa satisfação eu devo aos meus pais. Quando eu falar com eles (ou visitá-los) eu explico direitinho a razão do meu péssimo humor em relação a isso. Por fim (mas não menos importante), eu queria pedir encarecidamente: a caixa de comentários do blog não é mural de recados. Se você tem algo a me falar, eu disponibilizo o meu e-mail ali em cima. Além disso, o blog tem também o link para o meu orkut. A caixa de comentários do meu blog é só para que vocês comentem o que acharam do texto. Não tem coisa mais frustrante do que ver que tem comentários sobre determinado texto, abrir lá e ler um "te adoro". Fico com a impressão de que vocês não perdem seu precioso tempo lendo meu blog e que eu escrevo pra ninguém. Acho que deu pra entender, né? Como eu estou de mau humor hoje, vocês já devem saber o que fazer, né? Afinal, vocês já leram o meu perfil, tenho certeza... Update: Por isso, se vocês querem comentários, procurem atualizar seus blogs. Não vou usar os comments de vocês como mural de recados. Blog é diário (ou deveria ser), por isso não vou comentar duas vezes o mesmo texto - salvo raríssimas excessões.
miércoles, septiembre 28, 2005
NOS PÊNALTYS, XV PASSA PARA A PRÓXIMA FASE
Com dois gols no final, time vai para as quartas-de-final Reportagem Local - Com 3x2 nas cobranças das pênaltys, o XV de JoC passou pelo Feijão Preto ontem, na Casper 6th Floor Arena, após empate por 3x3 no tempo normal. Os gols do XV, marcados por Bucaretchi (2) e Borjão foram decisivos para elevar a moral do time, que reverteu um resultado adverso de 3x1 e agora aguarda o adversário da próxima fase. "Quando eu nasci, Deus olhou pra mim lá de cima, apontou e disse: 'esse é o cara'", teria dito o autor dos dois gols. O time alcançou as quartas de final depois de um jogo muito tenso, que teve um jogador do Feijão Preto expulso no segundo tempo, além de muito bate-boca e ameaças de agressão. As faltas foram decisivas, pois em um tiro livre saiu o terceiro gol do XV. Mesmo com o time apanhando muito, o time só acionou um reserva, Colombari, frustrando os demais (Nicoletta, Nivaldo e Nishikiori). Porém, o time mostrou-se entrosado o suficiente para manter um time-base na quadra. O jogo começou com um pouco de atraso dos árbitros. O XV tomou dois gols logo no início, mas depois equilibrou o jogo, que se manteve 0x2 por bastante tempo, com algumas jogadas envolventes dos dois times. Porém, antes do fim do primeiro tempo, Bucaretchi, o aniversariante do dia, fez o primeiro, após jogada confusa em que ele empurrou para as redes. O gol serviu para o time renovar o ânimo antes do intervalo. O Feijão Preto reclamou muito de uma mão na bola de Filomeno, a qual o juiz marcou falta, mas não deu cartão. Na volta para os 20 minutos finais, a única substituição do XV: saiu Bucaretchi, cansado, e entrou Colombari. Este criou pouco e, durante sua entrada, o Feijão Preto fez o terceiro. Bucaretchi, descansado, voltou para os dez minutos finais do segundo tempo, e sua entrada pôs fogo na partida. Com descantagem no placar, o XV pressinou em busca dos dois gols. E eles saíram. O primeiro em jogada individual de Borjão. Depois disso, o Feijão Preto abusou das faltas e, em um tiro livre, Bucaretchi deixou o segundo dele, após os tiros desperdiçados por Filomeno e Cláudio. Com o 3x3 do placar assegurado no crepúsculo da partida, o Feijão Preto começou a pressionar, buscando o quarto gol, que não saiu. O jogo foi para os pênaltys, após a polêmica de quem teria vantagem do empate. Na teoria, o XV teria a vantagem, por ter apitado o jogo entre Jornalfabetos x Junta 13 não dá 1. Porém, o Feijão Preto argumentou que teria apitado um jogo também, e o árbitro decidiu pelas penalidades. O XV converteu as três, com Júlio, Borjão e Bucaretchi. O Feijão preto desperdiçou a última, batida pra fora, selando a classificação suada do XV. Os rubro-negros agora aguardam adversário e a data para o confronto válido pelas quartas de final. XV de JoC: Júlio, Bucaretchi (Colombari), Cláudio, Borjão e Filomeno. Feijão Preto: Goleiro, Short Branco, Nervosinho (Reserva Atrasado), Expulso e Cabeçudo. Gols: Um deles, outro dos caras, Bucaretchi (primeiro tempo), alguém deles, Borjão e Bucaretchi (segundo tempo). Cartões: Amarelos: Júlio (XV) e Expulso (FP); Vermelho: Expulso (FP) Árbitro: Edílson Pereira de Carvalho (FIFA-SP)
martes, septiembre 27, 2005
TORTA DE CHOCOLATE
Ingredientes Para a massa (rende 8 tortas): - 1 kg de farinha especial - 400 g de manteiga - 150 g de açúcar - 2 pitadas sal - 300 ml de leite - Manteiga para untar a forma Obs.: esta receita da massa pode ser congelada para o preparo de outras tortas. Para o recheio (rende 1 torta): - 200 g de chocolate amargo picado - 40 g de creme de leite Modo de preparo Para a massa (rende 8 tortas): Pré-aqueça o forno a 160ºC. Misture num recipiente a farinha, a manteiga, o açúcar e o sal na consistência de uma farofa grossa. Adicione o leite aos poucos e amasse com a ponta dos dedos até obter uma massa homogênea. Cubra-a e leve à geladeira por 20 min. Abra a massa com o rolo e forre com ela o fundo e as bordas de uma fôrma redonda (22 cm de diâmetro), untada com manteiga. Fure o fundo da massa com um garfo para que não estufe. Após furá-la na forma, preencha-a com qualquer cereal seco que estiver ao seu alcance (feijão, arroz, etc). Coloque no forno pré-aquecido por cerca de 15 a 20 min (até a borda da massa ficar levemente dourada). Resfrie a massa e então retire o cereal. Para o recheio (rende 1 torta): Aqueça o chocolate com o creme de leite em banho-maria até obter uma mistura cremosa. Aguarde resfriar. Para a montagem da torta: Coloque o recheio dentro da massa (ambos resfriados). Deixe resfriar mais alguns minutos. Coloque a torta na geladeira por cerca de 1h. Dica: Prepare o recheio enquanto a massa está assando no forno. O recheio pode ser consumido separadamente, sem massa e recebe o nome de "ganache creme".
lunes, septiembre 26, 2005
MARATONA DE JOGOS
Jogo 1: Depois de uns dez ou quinze dias, eu enfim zerei um dos jogos históriacamente mais difíceis do Mega Drive: Kid Chameleon, o jogo que teria 100 fases. Não contei quantas fases ele tem, mas demorou bastante. Assim que possível, coloco fotos. E só quem tinha Mega Drive e conhecia o jogo (poucos, é verdade) sabem que o jogo é interminável. Mas... fará diferença isso pra vocês? Jogo 2: É AMANHÃ!!!!! Amanhã o XV de Jo C entra em campo (quadra) para defender o rubro-negro de seu uniforme belíssimo. Hoje eu fui comprar um short bacanérrimo, um luxo, só para jogar. Soube que até já acertaram o resultado com o árbitro (5x2 para nós) e que o jogo já está com as apostas abertas no AEBet e no FutBet. Só botarem seus carros lá! "Jogo" 3: Falando sério (cena rara), esse negócio do acerto de resultados me envergonhou muito. Ainda mais por ser o Edílson P. de Carvalho, um árbitro respeitadíssimo (FIFA-SP), que teria acertado até mesmo resultados de jogos de Libertadores (Banfield-ARG x Alianza Lima-PER). Para quem quer mexer com essa área o resto da vida, isso afeta mais do que os escândalos de Mensalão, Mensalinho e o escambal. Uma pena, pois logo agora o futebol brasileiro estava entrando nos eixos: campeonato disputado, sem virada de mesa, média de público alta, média de gols alta... Mas a gente está no caminho certo e logo isso se resolve!
domingo, septiembre 25, 2005
GALOPEIRA
Ontem, aniversário de namoro, eu resolvi ir ao Shopping Metrô Santa Cruz para ver se eu encontrava alguma coisa bacana para a patroa (encontrei?). Para isso, nada melhor que uma opinião feminina, e eu chamei a Miriam para ir junto. Idéia boa, né? É. Ruim é a minha sorte. Abri a carteira e não tinha um puto. Ia ligar pra Mi e... saldo devedor (enfim, a Vivo liberou meu crédito). Aí, fui ao banco (já atrasado), pra tirar dinheiro. Cheguei ao Banespa e... adivinhem? Não saiu! Falha na comunicação do banco! Eu já nem tenho muito o que tirar, e o Banespa ainda me quebra assim... Aí, ela liga: eu falo que vou pra casa, pegar emprestado "o do busão" (do metrô, na verdade) e já chego. Pensei, cá com meus botões: "dá tempo? Dá nada!". Pensei mesmo que eu tinha o cartão pra fazer qualquer coisa lá e eu me resolveria. Então, vamos fazer a coisa mais inteligente: vamos correndo até o Shopping, mesmo sem saber onde é! Sério! Vou correr até lá, seguindo a orientação da linha do metrô. Estou na estação Brigadeiro, vou correr até a Paraíso, depois até Ana Rosa, Vila Mariana e Santa Cruz. Pronto! Simples, até porque as estações não são longes. Pode dar certo? Hummm... Poder pode! E quase deu! Eu fui até a Vila Mariana, correndo. De nada adiantou meu banho e meu perfuminho. Cheguei na estação Vila Mariana. Olhei o mapa, olhei, olhei... e resolvi perguntar para um transeúnte (tem acento?). Aí ele falou e eu, de novo, disparei. Aí ele me chamou e perguntou se eu queria que ele passase o passe pra mim. Porque ele não aparece na estação Brigadeiro, pô?!? Agradeci, falei que não precisava (era só uma estação mesmo... pra quem já havia corrido até ali...), mas ele insistiu e eu aceitei. Nem perguntei o nome dele (na pressa da graça alcançada), passei a catraca e embarquei. Cheguei lá em dez minutos (acho que a pé daria isso também, mas...). Encontrei Miriam suado e o shopping é história. Lanche, procura de presentes, baba em frente à loja de camisas de futebol... Quando eu ia embora (como, meu Deus?!?), ela também me pagou o metrô, porque queria ver o sem-numero de gays que moram comigo. Eu trouxe ela aqui, ela adorou, o pessoal adorou ela. Mas depois dessa aventura toda, vocês ainda querem que eu conte tudo?
sábado, septiembre 24, 2005
PALPITES ESPORTIVOS PARA O FINAL DE SEMANA
Usem e ganhem dinheiro às minhas custas. Fórmula 1? Com todo o pé frio de Kimi Raikkonen, não tenho dúvidas: Fernando Alonso sai do Brasil campeão. É mais fácil apostar que o Rubinho ganha, com as duas Minardis no pódium do que contra a maré de sorte do espanhol. Futebol? Bem quando o futebol brasileiro está ficando legal (em mais de um sentido), árbitro vai preso por arrumar resultado. Então, me recuso a palpitar sobre futebol brasileiro. Ah, tá. Nesse caso... futebol argentino? Bom, aí sim. Vou depositar minhas fichas em Banfield, Racing e Independiente. Futebol de verdade? Tudo, absolutamente tudo, perde importância na esfera esportivo-sócio-geo-político-econômica-mundial-cultural-gastronômica-literária, quando se sabe que terça-feira, o XV de Jo C entra em campo para defender as cores sagradas de seu uniforme em seu primeiro jogo oficial. Até lá, nada mesmo tem importância. Agüeeeeenta, coração!
viernes, septiembre 23, 2005
MANÉ LUAU!
O reggae voltou à moda e todo mundo sai cantando por aí a única música do Bob Marley que todo mundo conhece. Aliás, canta algumas músicas de Armandinho, Ventania e o escambal. A moda agora é pegar um violão, sentar em volta de uma fogueira e ficar até de manhã cantando. Muito lindo isso, certo? Até é, tem cara de filme de acampamento de Sessão da Tarde. Mas convenhamos: isso é uma viadagem! Sim, viadagem mesmo! Você conhece alguém que já tenha feito uma fogueira? Até pra festa junina! Eu lembro de ter feito fogueira uma vez na minha vida, e foi... acampando! Mas não teve violão: teve pão com presunto e guaraná. Isso aí de todo mundo achar lindo fazer fogueira e tocar reggae em volta é tão bobo quanto aquele negócio do início do século XX, onde todo mundo queria ser francês. Esse negócio de luau não existe. Vocês conhecem alguém que tenha feito um de verdade? Tá todo mundo procurando um negócio meio árcade. Pega o tal do Armandinho: diz que quer ser pescador na praia. Ou a mala-sem-alça do tal do Ventania, que é "só para loucos". Ah, francamente... Eu me considero eclético, mas isso não é música! Ainda mais quem se atentar de que o reggae surgiu como música de protesto, como Get up, stand up, do Bob Marley, que diz: Get up, stand up / Stand up for your rights / Get up, stand up / Don't give up the fight. Fogueira na praia tocando violão? O reggae está morto. E eu nem estou criticando o Cidade Negra dessa vez.
jueves, septiembre 22, 2005
DÚVIDAS IMBECIS, IMPERTINENTES E MUITO, MAS MUITO SEM GRAÇA
Vocês viram o tal do pouso forçado do avião americano ontem? O piloto, ninja, levantou voô e viu que o trem de pouso dianteiro não recolheu, além de ter ficado de lado. Então, ficou dando volta por duas horas, despejando combustível (que não é barato), até poder manobrar para voltar com menos risco. Quando manobrou, tocou os trens de pouso traseiros e diminuiu a velocidade ao máximo possível antes de tocar o dianteiro no chão. Manobra bem-sucedida, que só não foi impecável porque os pneus do trem de pouso dianteiro estouraram. Dúvidas citadas no título: 1. O avião ficou dando volta por duas horas, o que não é pouco tempo. Será que nesse tempo a tripulação pensou em botar um filme para os passageiros? Se sim, alguma coisa leve, tipo Shrek, ou algo sugestivo, como Premonição, Vivos ou Relógio de Pandora? 2. Vão descontar os pneus furados do trem de pouso do salário do piloto? Ou pior: ele vai levar um justa causa por danificar propriedade da empresa? Aliás, eu soube que o Zorra Total está procurando roeteiristas...
miércoles, septiembre 21, 2005
JORNALISMO DE MERDA
Ser jornalista deve ser fácil Duro mesmo é fazer jornalismo... Fato: é muita gente inteligente nos cursos por aí. Com todas as respostas para as mazelas que afligem a humanidade. Com todas as respostas para os labirintos da mente humana. Com todas as soluções para a intrincada política nacional e mundial. É complicado fazer jornalismo com a simples aspiração de ser jornalista esportivo. Sim, porque se você não for um ás em jornalismo social, cultural, político e econômico (que no fim não se divergem tanto; um é conseqüência do outro), você é um zero à esquerda. De vez em quando, dá até um certo orgulho de bater no peito e dizer: eu leio Veja!!!!! Eu não leio Caros Amigos!!!!! É impressionante como esse pessoal de faculdade gosta de dizer que a Veja é tendenciosa, que a Globo é imperialista, que os Estados Unidos são o grande demônio, que os iraquianos são os heróis da resistência bravia. Eu já estou ficando velho pra todo esse romantismo. Estou cada vez mais apolítico, graças a Deus! É lindo quando se tem uma certa idade e pode-se questionar Deus, política, cultura. Por exemplo, eu não recebi a permissão de todos quando fui assistir Dois filhos de Francisco. Sim, porque a verdadeira cultura do Brasil é o bumba-meu-boi, é o samba, o xaxado, o forró. Música sertaneja, não! Pagode, não! Música brega, não! Axé (e essa é uma briga ferrenha), não! Por exemplo: uma das 600 comunidades contra a Veja no orkut a descreve assim: Você está sossegado no bar tomando um chopp (ou em outro evento social) e de repente escuta um disparate dito por alguém. E como se não bastasse, pessoa justifica sua resposta: "Li na Veja". Ai você se lembra que a revista mais comentada do país tem defeitos por várias razões: _ Política e Economia: tendenciosa, panfletária, neoliberal, entreguista e derrotista. _ Relações Internacionais: baba-ovo da Doutrina Bush e Sharon. _ Jornalismo de supositório: só denuncia por interesse político e fabrica "factóides" pra vender revista. _ Sociedade: elitista, conservadora, preconceituosa e contrária aos Movimentos Sociais. _ Música, arte, cinema, literatura e etc: só rola jabá!!! _ Ciência e tecnologia: simples catálogo de compras e de inutilidades. _ Repleta de fofoca de celebridades. _ Tem sempre um teste idiota do tipo "como você é" Não esperem que eu linke a comunidade nesse post. Corre o risco de vocês realmente se interessarem por ela, aí... Na dúvida, defendo um desegajamento político! Sim! Um fugere urbem, onde a gente se preocupe só em se divertir. A preocupação com o que é sério existe, mas não pdoe tomar conta de nossas vidas. A gente tem que se preocupar com política na hora de se preocupar com política! O negócio é ocupar o máximo de tempo possível se divertindo. Eu costumava chamar essas pessoas de "afetadas" antigamente. Eu tenho um trabalho pra fazer hoje para a primeira aula e tenho que ler uns capítulos de um livro para sábado. Vocês acham que eu já os fiz? Que eu já os comecei? E olhem minha cara de preocupado... Busquem a felicidade, gente!
martes, septiembre 20, 2005
DE DUDO A PEQUENO
Quem já perdeu alguns minutos lendo meu perfil (feito em jpg), sabe que eu tenho muitos apelidos. Alguns mais expressivos (existe gente que não me conheça como Mano?), outros mais particulares (o Emanuil, do Luiz, ou o Dom, da Flávia). Mas eu sempre tive alguns apelidos. Desde pequeno. Minha irmã, quando éramos novos, não sabia dizer meu nome. Não a acuso de nada; que menina de quatro anos vai ter facilidade de aprender Emanuel? Então, virei logo o Dudo pra ela. Eu também não consegui dizer Mariana e chamava ela de Tata. Os dois sem muito nexo. Acontece que eu não me lembro de ninguém mais chamando ela de Tata além de mim mesmo e do Thiago, que morava no fim da rua, quando ele ainda era vizinho do Pepê. Aliás, que fim teria levado Pepê? De qualquer jeito, ainda há gente que me chame de Dudo, por increça que parível. Os meus padrinhos, os filhos deles, a antiga empregada de casa... Depois em 93 ou 94, virei o Mano. Aliás, eu era Mano antes mesmo que todo mundo virasse mano. Logo na segunda ou terceira série. E é o apelido que existe até hoje. Todo mundo que me conhece em Prudente conhece o Mano. Dá gosto de ver. Pode perguntar pra eles! Eu tambem sou o Manu, sem acento (oxítona terminada em semivogal). É um tratamento oriundo majoritariamente das meninas. Mas eu acho simpático. Algumas chamam de Mano, algumas chamam de Manu. Mas quem chama de Manu é sempre mulher. Entenderam? No colegial, eu virei o Bozo. Nunca gostei desse apelido, mas aprendi a conviver. Quando ele surgiu (valeu, Pyra!), eu me irritei muito, mas tentei não dar na cara. Evidente que se percebessem que eu odiei, iria pegar. Pelo jeito, perceberam e pegou. E até mesmo neguinho com apelido de Chupacabra tirava uma da minha cara. E foram dois anos e meio longos... Depois no cursinho, virei o Mané. Como no caso Mano, eu prefiro ser o Mané do que o mané. Mais uma vez, não eram todos. Particularmente, lembro do Jaú e do Brunão me chamando de Mané, e só. Mas pegou e eu simpatizei. Na faculdade, eu também sou o Mané e não houve surpresas: eu já tinha me acostumado. Aqui na Mansão do Gílio, eu virei o Pequeno. Eu não gostei do apelido quando surgiu, e mais uma vez ele pegou. Hoje eu simpatizo com ele, mas quando eu lembro das circunstâncias do surgimento do apelido, eu me irrito. Me irrito à toa, mas me irrito. De Dudo a Pequeno, eu já passei muita coisa. E ainda virão outros apelidos. Mas o Dudo ainda dá muita bronca no Pequeno. Só quem entende disso tudo mesmo é o Mano mesmo, viu?
lunes, septiembre 19, 2005
ANALISANDO A PLAYBOY DO MÊS
Vamos fazer uma análise séria sobre a Playboy desse mês. Como isso aqui não é site de putaria, a gente não vai colocar fotos do ensaio.
Aaahhh...!!! Quem é essa menina que saiu esse mês na Playboy? É a Viviane Victorette. -- Quem? Realmente, quem é Viviane Victorette? Segundo algumas informações na Internet, ela interpreta a Ju, na novela América. É amiga da Sol (Deborah Secco) e stripper na novela. Ainda fez uma participação na novela O Clone, como uma amiga feia da Mel (Débora Falabella). Aí, resolveu que ia ficar bonita, fez uma chapinha, malhou e ficou "saudável" assim. Mas sinceramente: você já conversou na rua com alguém que falou "nossa, como aquela Viviane Victorette é boa"? Nem eu! Pra mim, ela é uma ilustre desconhecida. Palpite meu é que a edição da Playboy desse mês deve encalhar. Ainda mais vindo depois da edição da Grazi. Será que eles não enxergam a Juliana Knust? Tanta mulher boa naquela novela e os caras resolvem pegar bem uma desconhecida? Sinceramente, Viviane Victorette é uma futura capa da Sexy. Mas podia ser pior: desconhecida por desconhecida, eles podiam ter pego a Fernanda Karina Somaggio, certo? Mas depois de se comentar que a capa de setembro seria Mariana Kupfer, ver Viviane Victorette é decepcionante. Nota do ensaio: 6,5 Destaques: Reportagem sobre a Máfia e a entrevista com Robinho.
domingo, septiembre 18, 2005
E NÃO É QUE DEU TEMPO DE ESCREVER?
Deu sim! Deu só pra escrever duas coisas. Uma é que o Nishida virou mesmo modelo. E ficou um espetáculo! Vocês podem ver fotos dele aqui! Esse é obstinado: pra fazer carreira como modelo sendo japonês no Rio Grande do Sul. Toda sorte do mundo pra ti, já que ela não tem faltado... Aliás, o Nishida ia vender uma fantasia de Zé Gotinha aqui. Mas desistiu e resolveu usar a fantasia mesmo! E eu descobri que a falta de criatividade no blog não é desgaste. É burrice mesmo! Porque eu tenho tido boas idéias, o que falta é usar a velha tática de anotar as boas idéias. Pois elas não me faltaram hoje.
sábado, septiembre 17, 2005
MINHA LICENÇA
Parece que eu adivinhava no começo do post anterior. Enfim, arrumei um motivo para tirar um dia do blog: vou ter que tirar o fim-de-semana para fazer um sem número de trabalhos da faculdade para segunda-feira. Esses professores... Enfim, é bem provável que eu nada poste por aqui amanhã. Mas é por uma boa causa. Aliás, quem sabe eu arrumo inspiração, né? E olha que eu tinha tanto pra falar sobre a minha carteirinha da facultad...
viernes, septiembre 16, 2005
"JUIZ FILHO DA P...!"
Enfim aconteceu algo naquela faculdade (e na minha vida) que valha a pena ser escrito aqui! Eu já estava pensando no que escrever para tirar minha licença daqui por tempo indeterminado. Fui chamado, com Júlio Delmanto ("o apogeu da malícia") para apitar o jogo da Copa Gerson na faculdade. Conosco foram Yuri (de mesário), Leo e Borjão, que nada (nada!) fizeram e voltaram para a sala. O clássico vítima de nossa arbitragem foi entre Junta 13 não dá 1 e Jornalfabetos. Por pouco importar, adianto o placar: 5x2 para o Junta 13 não dá 1. Com a súmula em mãos que preencheríamos divinamente, começaram as piadas. A própria súmula pedia informações de público e renda. Como assim? Quem paga para ir para o 6o. andar assistir um jogo entre dois times de sala? E quem vai ficar contando os que estão no banco de reservas de cada time, torcendo? Francamente... Todos a postos, eu me dirijo à lateral de campo para cumprir a função de auxiliar (o popular bandeirinha). Cronômetro em mãos, autorizo o árbitro a começar o jogo. Apita e começa. A partir daí, são 20 minutos de bizarrices, gols perdidos embaixo das traves e muita, muita confusão dos árbitros, acima de tudo. Faltas não marcadas (eu acho), laterais invertidos (eu acho), e minha desculpa universal: neguinho reclamou de marcação de falta pra mim, eu taco logo um "eu sou só auxiliar, falta é com ele lá" e apontava para o árbitro. Intervalo e cumprimentos para mim e Júlio. Lógico, partidos dos próprios, porque sobraram reclamações da polêmica arbitragem. Gente pedindo para a gente oberservar melhor tal lance, e prestar atenção no jogo. Esse negócio de apitar não é fácil. Aliás, como diria Vicente Matheus, "o difícil, vocês sabem, não é fácil". Volta para o segundo tempo e o jogo esquenta mais ainda: a primeira falta é marcada. O jogo foi bonito e truncado, e é sempre legal a gente começar a gritar com um povo que desrespeita as autoridades em campo. Aí, logo nego sossegou e eu apontando para o Júlio, que pegou a parte ruim do negócio (eu peguei a parte desinteressante). A pior parte foi um lateral em que cada um apontou para um lado. Percebendo a bobeira, os dois inverteram. Aí, nego olhou para os dois, chiou (como reclama esse povo) e continuou o jogo. O falta que Júlio apitou que ninguém ouviu? Bom, uma das duas. Enfim, terminou o jogo e ninguém apanhou. Voltamos para a sala e eu dei show na prova de Sociologia. E com a porta. Mas essa da porta é pra outro dia. Obs: Mãe, fica tranqüila que ninguém te xingou!
jueves, septiembre 15, 2005
MY SWEET BLUE JEANS
Todo mundo tem uma roupa que adora. Uma calça, uma camiseta, uma cueca toda desenhada. Eu também tenho e, milagrosamente, não é camisa de futebol. Não que eu não goste das minhas camisas. Eu idolatro as minhas camisas de futebol. Mas sempre com elas (e calça jeans e All-Star) estará uma jaqueta jeans. OK, nem sempre. Preferencialmente em dias frios. Mas mesmo em dias não tão frios, eu estou com ela. E ela me acompanhou pra muitos lugares já, em especial prestando vestibular. Hoje, me acompanha na faculdade, com seus seis bolsos discretamento localizados, aos quais eu faço questão de usar todos. A combinação torna impossível de não identificar que sou eu. Como eu disse, calça jeans, camisa de futebol, All-Star preto e a jaqueta jeans . Não tem como não me reconhecer na rua. Gente! Estou gordo na foto! Eu tinha outras fotos pra colocar. Mas essa é a qual a jaqueta aparece melhor. Além disso, bem acompanhado é melhor do que sozinho, né? Aliás, falando em acompanhamento: pena, mas não dá pra vocês verem aí a combinação calça jeans-camisa de futebol-All-Star preto-jaqueta jeans. Mas eu tenho mais fotos pra provar, viram?
miércoles, septiembre 14, 2005
ORKUT: O INÍCIO DO FIM?
Quem entrou no Orkut ontem deu de cara com algumas novidades. Uma interface nova, uma imagem diferente na frente e uma dificuldade extra para logar. O fato de precisar de convite para entrar nunca foi dificuldade para ninguém, já qu o simples pedido à um amigo que tivesse reolvia isso. Ninguém precisava comprar convites no mercado negro por R$ 500. O Orkut continua gratuito. E é uma meia-verdade quando dizem que é necessário ter conta Gmail para acessar o Orkut agora. O meu e-mail é Hotmail e eu continuo acessando essa máquina de sonhos que é o site roxo (azul?). Acontece que tanto o Orkut quanto o Gmail são serviços do Google, e eles agora querem um cadastro no Google para entrar no orkut. Pra quê? Uma que o Google não é bobo e quer mesmo crescer mais ainda. Mas o Google também não é tão fedaputa e quer acabar com as contas fantasmas e inativas no Orkut. Ou seja, nem ao céu, nem ao inferno. O mais importante disso tudo: o Orkut não vai ser pago, o Orkut não vai ficar verde e se chamar Orcut se você mandar essa mensagem para 15 pessoas. Por dentro, continua praticamente a mesma coisa e qualquer um pode continuar entrando. Para isso: - Entrem no site do Gmail (www.gmail.com) - Procurem por Termos de Uso, lá embaixo na página (vai abrir essa página) - Procurem pelo tópico no. 11 (Encerramento; Cancelamento) e clice no link Google Account (http://www.google.com/accounts/ManageAccount). Apesar do tópico ser de cancelamento de contas, ele só indica um link para a administração de contas do Google. - No Contas do Google, procure por Crie uma conta agora e clice lá. Você vai parar aqui. - Na nova página, embaixo, você só digita o e-mail que quer na conta do Google e a senha. Eu, por exemplo, registrei o meu do Hotmail e minha senha antiga do Orkut. Ou seja: eu entro no Orkut logando com o meu e-mail e usando a mesma senha que usava. Mais mastigado que isso, impossível, hein? Quem tem conta no Gmail anterior à confusão, simplesmente entra no Orkut logando com o e-mail do Gmail e a senha do Orkut (pelo que eu sei). Mas será que o Orkut resiste a isso tudo?
martes, septiembre 13, 2005
ARREPIOS
- Carlos Costa, o terrível, destruiu os nervos de mais um grupo de alunos que apresentou trabalho ontem, en sua aula de História da Comunicação. Com a aula de ontem, o número de desafetos do respeitado jornalista (que já trabalhou em Elle e Playboy, por exemplo) subiu para a casa das dezenas. Ontem, sobrou até para quem estava sentado assistindo. Eu devo ser o único que odeia e admira (até certo ponto) esse puto. - Meus textos estão cada vez piores, estou ciente disso. Ontem, chegamos ao ponto de publicarmos letra de música. Ah, e eu não ouvi vocês e coloquei a que eu quis. - Por sinal, Me and Bob McGee, a música de ontem, foi colocada no ar às 13:53. Adivinhem qual foi a mais votada entre as 10 da Kiss FM, ontem, e tocada às 17:55? Aí sim, arrepios de verdade.
lunes, septiembre 12, 2005
ME AND BOB MCGEE
Busted flat in Baton Rouge, waiting for a train And I'm feeling nearly as faded as my jeans. Bobby thumbed a diesel down just before it rained, It rode us all the way to New Orleans. I pulled my harpoon out of my dirty red bandanna, I was playing soft while Bobby sang the blues. Windshield wipers slapping time, I was holding Bobby's hand in mine, We sang every song that driver knew. Freedom is just another word for nothing left to lose, Nothing don't mean nothing honey if it ain't free, now now. And feeling good was easy, Lord, when he sang the blues, You know feeling good was good enough for me, Good enough for me and my Bobby McGee. From the Kentucky coal mines to the California sun, Hey, Bobby shared the secrets of my soul. Through all kinds of weather, through everything that we done, Hey Bobby baby kept me from the cold. One day up near Salinas, Lord, I let him slip away, He's looking for that home and I hope he finds it, But I'd trade all of my tomorrows for one single yesterday To be holding Bobby's body next to mine. Freedom is just another word for nothing left to lose, Nothing, that's all that Bobby left me, yeah, But feeling good was easy, Lord, when he sang the blues, Hey, feeling good was good enough for me, hmm hmm, Good enough for me and my Bobby McGee. La la la, la la la la, la la la, la la la la La la la la la Bobby McGee. La la la la la, la la la la la La la la la la, Bobby McGee, la. La La la, la la la la la la, La La la la la la la la la, hey now Bobby now Bobby McGee yeah. Na na na na na na na na, na na na na na na na na na na na Hey now Bobby now, Bobby McGee, yeah. Lord, I'm calling my lover, calling my man, I said I'm calling my lover just the best I can, C'mon, where is Bobby now, where is Bobby McGee, yeah, Lordy Lordy Lordy Lordy Lordy Lordy Lordy Lord Hey, hey, hey, Bobby McGee, Lord! Yeah! Whew! Lordy Lordy Lordy Lordy Lordy Lordy Lordy Lord Hey, hey, hey, Bobby McGee. (By Janis Joplin - composed by Fred Foster & Kris Kristofferson)
domingo, septiembre 11, 2005
MAS ELE RECLAMA!
Vira e mexe eu reclamo de algo por aqui. As pessoas que eu reclamo só de preço de camisa de futebol ou coisa assim. Nada! Ninguém se revolta tanto quanto eu. A diferença é que eu fujo do padrão. Não reclamo de político (adianta?), não xingo a Veja e a Globo, não meto o pau no Bush e não falava mal do FHC (votei no Serra!). Não que eu passe indeferente a tudo isso, mas expressar opiniões sobre tudo isso ia tomar muito tempo. Eu prefiro reclamar mesmo é de quem (só) reclama! Por exemplo; quando eu vou pra Prudente, eu vejo o povo reclamar da falta de opções pra sair. Reclama que tem meia dúzia de bares e só. Gozado, eu não vejo esse povo tentar fugir do roteiro Tio Vavá - Zimmer - Bohemio - Estação - Zapping. Aliás, alguém ainda vai ao Zapping? Essas coisas são muito sazonais. O Bohemio sempre foi o bar de casal de tiozão. De repente, virou hype, todo mundo adora e lota. Eu, que ia todo domingo ano passado (quando não enchia tanto) e tinha minha mesa reservada com o Moskito e o Geléia (que chique!), parei de ir. A mesa 26 tem outros donos, e eu e meus amigos não vamos mais lá. Mesma coisa o Tio Vavá. O povo sempre foi indiferente. De repente, começou a tocar isso tal dia e aquilo de fim-de-semana e começou a enche de gente. E quando enche de gente, entenda-se um monte de moleque fechando a rua e aqueles caras chatos que pedem um trocado para "olhar o carro". Eu paro o carro longe pra caramba quando vou que é pra evitar isso mesmo! E que tal o João Porquinho? Deus me livre alguém ir num bar daqueles uns dois anos atrás! Puta bodega! Quem é que vai num pé-sujo desses? Até, lógico, sair uma nota no jornal, elogiando o torresmo do bar. O lugar continua o mesmo pé-sujo, mas agora é moderno ir lá. Puta vanguarda que é comer torresmo num pé sujo. Eu não vejo gente procurando opções pra sair em PP. Incrível que as pessoas ainda achem que uma cidade com 190 mil habitantes não tem opção. É síndrome de cidade que não sabe o tamanho! O pessoal acha que é pequena, mas adora "balada". Mas acha que é grande e fica indo nos rodeios das cidades em volta. Acho que tem espaço para todos os programas. E até para mais. O que a gente não pode achar é que só tem espaço para um tipo de programa. Isso de achar que só o roteiro Tio Vavá - Zimmer - Bohemio - Estação - Zapping é bom é de um cabrestismo baladístico infantil (minha nossa!). No fim, quem reclama de falta de opção mesmo que sabe a verdade. Rodeio, churrasco, João Porquinho também existem. Fazer churrasco e beber com os amigos é sempre uma boa opção, porque sair de casa nem sempre é necessário para se divertir com o pessoal. E jogar sinuca nos Las Vegas é sempre uma boa pedida.
sábado, septiembre 10, 2005
FÓRMULAS DO FRACASSO
Eu nunca fui virtuoso para contas. Esse negócio de exatas nunca foi divertido pra mim. A menos que eu conseguisse entender a lógica da coisa. Talvez por isso eu tenha, desde muito cedo, decidido pelo caminho das Humanas. Mas em dois lampejos de "adoro matemática", eu formulei duas fórmulas. Bom, se eu formulei, eram fórmulas. Bom... Continuemos. Eu fiz duas fórmulas que dão certo. Uma prática, útil, séria e, até certo ponto, necessária. Dispensa explicações para quem entende o mínimo de fatoriais: Essa é certinha. A outra é imoral, porém prática. É pra calcular a idade mínima das menininhas que você pode pegar e necessita explicação: Explico: x é a sua idade e y é a idade da menina. No caso de x ser ímpar, tira-se 1. Se alguém de 19 anos (no caso, eu) fizer o cálculo, descobrirá que pode ficar com meninas de, no mínimo, 14. Convenhamos; uma séria, a outra útil. Mas duvido que elas me levem ao panteão sagrado da Matemática.
viernes, septiembre 09, 2005
2 FILHOS DE FRANCISCO
Graças ao Ravi, meu assessor para assuntos cinematográficos, eu tenho um post hoje. Caso contrário, vocês teriam que ler um texto tacanho que eu escrevi durante a aula de Antropologia de ontem. Fomos, ele e eu, assistir ao filme 2 filhos de Francisco. Sim , o filme do Zezé. Admito que no começo queria assistir ao filme por gostar de música sertaneja. De Zezé di Camargo & Luciano, eu admito que nunca gostei muito. Mas é o tipo de história que eu sei que gostaria. E realmente gostei. Mas tanto elogiaram o filme que eu era obrigado a assistir. Márcio Kieling, como Zezé di Camargo, é um achado: como foi que nunca (até então) ninguém percebeu que ele era simplesmente idêntico ao Zezé original? Paloma Duarte, como Zilu, é o ponto de equilíbrio familiar. Ângelo Antônio e Dira Paes (de A Diarista) cativam como Francisco e Helena, os pais da dupla. A fotografia do filme é impecável. A história da dupla é comovente. O filme é realmente excelente, mas eu não recomendo que a maioria de vocês assista. Sim, se vocês forem assistir ao "filme de Zezé", e não ao filme 2 filhos de Francisco, definitivamente vão predestinados a não gostar. Mas, a partir do momento em que conseguirem tirar a idéia de "não vou gostar" da cabeça antes mesmo de assistirem, certamente vão se encantar com a história da dupla.
jueves, septiembre 08, 2005
PENSANDO
Eu abomino a MTV. Acho fraca, ruim, e me surpreendo que alguém com mais de 14 assista ao canal. O ladinho social ("vamos melhorar o Brasil") uma tentativa pífia de conteúdo. Por isso penso: quando alguém lê "desligue a TV e vá ler um livro", alguém desliga a TV e vai ler um livro? Ou todo mundo mesmo muda de canal? (Livremente baseado numa conversa escutada na sala)
miércoles, septiembre 07, 2005
PÉ ESQUERDO
Ontem eu diria que não era um bom dia para siar de casa. Ainda mais com chuva. Saí de casa para ir para a faculdade, porque eu sou rapaz direito que faz isso mesmo. No caminho, pisei num glorioso cocô de cachorro que o dono não recolheu. Vale frisar que foi com o pé esquerdo mesmo, para dar mais sentido ainda ao título. Ainda no caminho da faculdade, pensei em passar no banco para ter algum dinheiro na carteira. Passei, saquei e pisei numa gloriosa poça d'água na saída. Novamente com o pé esquerdo, o que pelo menos pode ter lavado um pouco a desgraça anterior. Pode ser engraçadinho? Até é. Mas hoje é um bom dia pra se pensar (não por ser feriado nacional, mas por não se ter nada pra fazer mesmo). A gente não pode reclamar só do descuido dos nossos governantes mensalados se cada um não faz a própria parte. De que adianta o Serra (ou o Alckmin, ou o Lula, o o Requião, o ou Agripino, ou o Allencar ou qualquer outro) consertar das nossas calçadas (ou não) se nós não cuidamos delas e deixamos a merda do nosso chachorro por ali? Enfim, vale mais pelo relato do que pelo desabafo. Eu queria mesmo é ir pra Santo André hoje!
martes, septiembre 06, 2005
SEM CRIATIVIDADE
Eu estou com tantos planos na cabeça. O principal deles eu não posso falar. Se der certo, prometo que vocês vão saber primeiro aqui, antes do The Sun. Mas não podendo falar algo, eu ia colocar uma letra de música aqui. Mas até pra isso eu tô ruim! Eu fiquei na dúvida entre Me and Bob McGee, da Janis Joplin, e Come on Eileen, do Dexy's Midnight Runners. Mas aí eu comecei a pensar em 300 opções de música. Então, façam o seguinte: vocês me dizem a música que vocês querem (qualquer uma) e... Bom, eu dificilmente coloco, porque da próxima vez que eu escrever aqui, eu devo ter tido uma idéia. Mas é sempre bom saber o que vocês pensam. E se pensam! Sabem que, nesses casos, vocês estão proibidos de elogiar meu blog, porque eu sei que os últimos textos têm sido um lixo! Ah! Idéia brilhante. Tô pensando em colocar um ranking de comentarista a partir de outubro. Que tal? Obs: A opinião de vocês sobre o contador de comentários não isenta vocês sobre a opinião da música!
lunes, septiembre 05, 2005
EU NASCI HÁ DEZ MIL ANOS ATRÁS
Toca Raul! Hehehe... Não, é sério. Eu sou velho. E eu não sou velho por ter 19-quase-20 já. Eu sou velho por ter nascido com 50 anos já! É sério! Eu já nasci com 50, então estou com 69-quase-70. Eu tenho alguns maneirismos de alguém com mais idade. Eu sou, por exemplo, mais velho do que os meus pais. E se de fato eu morrer aos 26, como a minha premonição indica, eu não posso me lamentar: 76 anos de vida é bastante coisa, não? Eu gosto de tango e vivo praguejando contra a juventude. Eu abomino, aliás, grandes comportamentos da juventude, que sempre se mostra tão combativa ao que está errado. Eu já tenho todas as respostas para todos os problemas, já sei quando virão os problemas e não me preocupo com tudo isso. Discussão eu já nem entro mais, isso é coisa de gente jovem. Por exemplo, mensalões à parte, eu sei que o Brasil vai ser legal no futuro. É bom ter essa senilidade dentro de mim. Tem seu lado ruim também, eu vivo doente e reclamando. Eu gosto de silêncio e tranqüilidade, como quase todo idoso. Por outro lado, o fato de eu ter nascido quase pra aposentar não quer dizer que eu não possa ter um corpitcho de 19-quase-20. Um corpitcho macérrimo, com peso de idoso mesmo, mas de 19-quase-20. Enfim, eu sou tão escolhido de Deus que eu tenho os lados bons das duas idades. E, lógico, não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais. E isso me incomoda por alugmas vezes.
domingo, septiembre 04, 2005
AH, ESSE POVO COM GRANA...
Minha mãe veio pra cá esse fim-de-semana para a gente matar as saudades. Como sempre foi legal, eu me sinto demais, ganho presente e quero chorar quando ela vai embora. Mas eu vou poupar vocês disso. Vou falar o que fizemos ontem; minha mãe cismou de ir ao Shopping Higienópolis. Eu não gosto do Shopping Higienópolis. Me sinto mal lá dentro. Me sinto esnobe com quem estou e me sinto o maltrapilho quando estou lá, com as pessoas me vendo. Dá um pouco de raiva disso tudo, uma ligeria confusão e uma conclusão: eu não sirvo pra ser rico, eu acho. Eu descobri que todo o dinheiro do mundo não compra bom senso. E nem é aquela papo triste de "dinheiro não traz felicidade". Traz sim. Mas a felicidade é algo muito relativa. As pessoas conseguem ser felizes sendo as fashionetes que a gente vê por aí. Von Dutch, Everlast, Puma e Nike Shox. Uma tristeza. Sinceramente, eu descobri que eu vou precisar de um pouco de dinheiro no futuro (aliás, agora também), e vou precisar pagar minhas contas. Mas descobri: Deus me livre ser rico. Eu não quero ser mais um desses que fala que vai jogar R$ 10 mil do alto do prédio (mas que joga só R$ 500).
sábado, septiembre 03, 2005
AS PESSOAS ME ODEIAM (E EU ODEIO PESSOAS)
Não todas. Mas algumas, e nem sempre. Mas de vez em quando. Afinal, algumas vezes eu me obrigo a ser anti-social. "Vamos?" "Não posso." "Ah, deixa de doce!" "Não dá, velho..." E por aí vai. Não é por mal, gente. Eu gosto do convívio de vocês. Mas esse primeiro ano fora de casa tem sido punk, como eu imaginei que seria (de vez em quando mais, de vez em quando menos). E não é sempre que eu posso dar a atenção que vocês merecem (e que eu preciso dar). Mas a tendência é a coisa melhorar, viram? Mas o convívio com as pessoas é difícil, até pra mim que sou legal, social e, como se lê no meu orkut, o escolhido de Deus. Mas eu tenho problemas para conviver, com pessoas. Não com pessoas, específicas. Por exemplo, com os humildes belgas eu não tenho problema. Mas com brasileiros que acham que estamos no melhor país do mundo... Eu não tenho esse orgulho todo daqui! Eu também não gosto de pessoas que fazem piadas sexistas a todo momento. Não podem ouvir alguém falando que deu alguma coisa a alguém que já mandam um "deu, hein?" como complemento... Típico humor de Ribeirão Preto, e seu gosto mais do que duvidoso... Enfim, gente, entendam que eu sou complicado. Aliás, nada mais complicado do que o simples demais, hoje em dia.
viernes, septiembre 02, 2005
AS ÚLTIMAS DO VIZINHO DA FRENTE
O vizinho da frente não tinha dado motivos para ser notícia desde que deixou a barba crescer. Mas como isso passou sendo batido, vocês sequer sabiam. Hoje ele deu o que falar de novo. Eu fui acordado com o desgraçado gritando. "Filho da puta", "grita comigo de novo" e por aí vai, com o cara da Dodge Dakota vermelha. Eu pensava que o cara da Dakota fosse filho dele ou coisa parecida, por estar sempre ali, com uma loira. Parece que não, parece que é inquilino do cara. E hoje eles tiraram o dia para discutir em frente à casa do tiozinho. Para desespero daqueles que têm a janela em frente à discussão, ou seja, eu e Pablo. Nós pudemos ver pela janela o momento em que ele mostrava o dedo médio para o cara da Dakota, já saindo com o carro. Além disso, o cara cuspia contra o carro e gritava algo como "puguetchá!". Em cima da hora (agora mesmo), o mesmo Pablo, meu competente repórter, avisou que a polícia acabou de chegar e conversa com o vizinho nesse momento. Acredito que "puguetchá" fosse "polícia" com uma entonação diferente. Voltamos a qualquer momento com mais notícias sobre o velho da frente. Obs: Mas ninguém percebeu que o post de ontem era a letra de "sympathy for the devil", do Rolling Stones, traduzida?
jueves, septiembre 01, 2005
POR FAVOR, PERMITAM QUE EU ME APRESENTE
Eu sou um cara de bom gosto e de posses. Eu estou por aí por um longo tempo, roubei a fé e a alma de alguns homens. Eu estava por aí quando Jesus Cristo teve seu momento de dúvida e dor, pra ter certeza de que Pilatos lavasse suas mãos e selasse seu destino. Muito prazer, espero que você tenha adivinhado meu nome. Só o que te confunde é a natureza do meu jogo. Dei uma passada em São Petersburgo quando eu vi que era hora de uma mudança. Matei o czar e seus ministro, e Anastassija gritou em vão. Peguei um tanque e mantive o ódio do general, para ver o blitzkrieg ruir e os corpos caírem. Muito prazer, espero que você tenha adivinhado meu nome. Só o que te confunde é a natureza do meu jogo. Eu olhei com prazer, enquanto seus reis e rainhas lutaram por dez décadas pelos deuses que eles fizeram. Eu gritei "quem matou os Kennedy", quando, no fim das contas, fomos você e eu. Me deixe, por favor, me apresentar. Eu sou um homem de bom gosto e posses. Eu deixei armadilhas para os desbrvadores, para que eles fossem mortos antes de chegar a Bombaim. Muito prazer, espero que você tenha adivinhado meu nome. Só o que te confunde é a natureza do meu jogo. Como todo policial é um criminoso, todos os pecadores são santos. Como cara é coroa, me chame de Lucifer, porqueeu preciso de limites. Então, se você me encontrar, tenha educação, tenha simpatia e bom gosto. Use a educação que você ganhou, ou me dê sua alma para devastá-la.
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