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miércoles, agosto 31, 2005
PRESTAÇÃO DE CONTAS
Está tão em voga hoje em dias. As prefeituras, estados e o país têm que obedecer à Lei de Responsabilidade Fiscal e prestar contas ao final das legislações ao Tribunal de Contas do Município, do Estado e da União, respectivamente. A CBF publica borderôs dos jogos, como público, renda, jogadores, árbitros e tudo mais. Sem contar o BID, Boletim Informativo Diário, que legaliza a situação de jogadores. Tendo em vista isso acho importante que eu preste contas também. Até porque minha mãe leu aqui que eu fiquei de fora da aula no sábado. Então, achei absolutamente pertinente e relevante que eu publicasse meu boletim aqui. Meu lado "Responsabilidade Social" Aí então vocês avaliam minhas notas e me dizem o que acham. Vale lembrar que a média na faculdade é 7 e que cada aluno pode ter 16 faltas por matéria.
martes, agosto 30, 2005
EU NÃO CONSIGO MAIS SOFRER
Eu era feliz quando era mais moleque (ainda) e gostava disso. Eu gostava de gostar de uma pessoa, não ser correspondido, ficar lutando para reverter a situação, não conseguir e ficar me lamentando. Não que hoje eu tenha todas as mulheres que eu queira. Longe disso! Eu ando feliz, gostando de quem gosta de mim, mas que mora longe. A patroa mora do outro lado do estado. Mas quando eu morava perto das outras tantas que já passaram, a coisa era mais difícil e era mais "emocionante". Evidente que hoje eu tenho as dificuldades normais de quem tem 20 anos, saiu da casa dos pais, mora em São Paulo, longe de tudo e da própria namorada. Pode ser saudosismo dos meus 17 anos. De quando eu morava com Seu Élio e Dona Nair. Não sei. Fato é que, medido só um parâmetro, eu não consigo mais sofrer por amor. Eu poderia demonstrar isso usando o video-game como parâmetro e falar do Master System e de quando as fases de joguinhos propunham algum desafio com pouca definição. Mas era muito legal quando eu gostava de uma menina e passava o ano querendo namorá-la. Sim, nem pegar na mão: namorar mesmo! Bom, pegar na mão também, que é bonito. Geralmente ela estava na minha classe, eu não tinha nem coragem de falar com ela direito. Depois de um tempo isso passava, e eu falava com ela. Acontecia de virar amigo, mas sempre cheio de má intenção. Eu já passei muito tempo gostando de uma pessoa sem obter nada além de amizade dela. Amizade incondicional, que eu adoro. Mas na época eu confundia as coisas e hoje, com o passar do tempo, eu começo a entender algumas coisas relacionadas às relações humanas. Hoje eu descubro que bom mesmo era viver na ignorância e que eu era mais feliz sofrendo, sem conhecer muita coisa. Que mania desse povo de querer esclarecer as pessoas que são felizes sem saber a verdade...
lunes, agosto 29, 2005
NÃO DEU...
Fui torcer na final do concurso do Café Aurora pela Black Heart Blues Band, mais conhecida como "o Raul vai tocar domingo". Detlahe que nós chegamos atrasados (eu, Felipe, Ílton, Ronaldo, Pablo e Antônio) e eles foram justamente a primeira banda a tocar. Ou seja; não conseguimos ver. Mas ficamos até o final para torcer. Bom, Felipe, Pablo e eu ficamos. Eles pegaram quarto lugar. Não ganharam os prêmios dedicaods aos três primeiros. Bateu na trave mesmo! Mas nem dá nada. A banda é muito boa (eu até comprei camiseta), o pessoal é muito legal (apesar de eu achar que o baixista não vai com a minha cara) e els vão ter um show exclusivo deles no mesmo Café Aurora. Quem viver verá. Agora, as bandinhas que ficaram em 2o. e 3o., sinceramente...
domingo, agosto 28, 2005
OS MELHORES PITACOS DE LA CUCARACHA
Ontem, depois de conversar com a Lilian no MSN sobre fé, eu tive uma conversa com Deus. Não foi reza, é bem diferente. É melhor que rezar, porque as respostas vêm na hora. De repente, eu senti uma paz do caramba! Tenho certeza que nenhuma igreja me faria sentir tão bem quanto eu me senti ontem. Deus fala comigo. Eu ainda vou fundar uma religião. Eu tenho mãe (oooh!). Sem dúvida, ela e meu pai são as pessoas que eu mais amo na vida (apesar dela não achar de vez em quando). Mas eu também me dou bem com as mães de amigos meus. As "tias", como eu gosto de chamar. Eu adoro chamar mãe de amigo de "tia". Tem a Tia Vera, mãe do Du e do Rick. Tem a Tia Dri, mãe da Fer. Tem a Tia Vânia, mãe do Brunão. E têm outras tias. E eu pergunto? O que há de errado em chamar a mãe do povo de "tia"? Chamo, sim! Lógico, não todas, pra não apanhar! Você conhece Túlio? Túlio é a pessoa mais famosa dos sábados da Cásper Líbero. Se você fizer Educação Fìsica, então, com certeza o conhece? É o cara conhecido como "filho do professor" (não acho que seja, mas o apelido pegou), "cara que dá o sangue", "esforçado" ou "shortinho". Sempre o primeiro a chegar, sempre conversando com o professor, disposto a fazer os exercícios, sem amigos e vai embora na hora do futebol. Pobre coitado! Eu deveria escrever hoje só sobre ele. Onde foram parar aquelas bomboniéres de doces que haviam nos bares? Sabe aqueles bares que a gente entra e fala "tio, vê tudo em chiclete"? Então. Aquelas bombonieres que ficavam no balcão, geralmente giratórias, como chiclete, bala, bombom, chupeta-doce (já extinta), pirulito, chocolate... O que aconteceu com todas as bomboniéres? Sumiram? Eu já escrevi uma carta de amor. Era linda, e eu tenho certeza de que jamais escreverei algo parecido. Quando eu perdi o medo de dizer coisas que eu achava que sentia, as coisas pararam de soar tão frias. Acontece que eu perdi essa carta. É o que dá ficar mostrando as coisas para as pessoas. Tem coisa, com certeza, que a gente deve guardar...
sábado, agosto 27, 2005
FACULDADE, ESSA CAIXINHA DE SURPRESAS
Ontem e hoje, a faculdade mostrou uma surpresa atrás da outra, como hum grandê clichê radical cheio de aventuras da pesada. Ontem, por exemplo. Resolvi jogar bola. Não é a primeira vez e, com certeza, não é a última vez que eu jogo lá. Mas ontem eu não tava lá muito inspirado. Raçudo como sempre, é verdade, e até fiz gol. Três, na verdade. Eu estava satisfeito com a minha atuação, quando deu sete horas, nossa prematura hora de entrada em aula. Ninguém deu importância e eu também, então, continuei jogando. Só que, de repente, acabou a minha motivação. E eu me arrastava em campo! Quando eu realmente podia ter feito alguma coisa boa, eu fiz merda. Toquei errado, chutei por bobagem... No ápice da minha contra-atuação (porque é o que é mesmo depois das sete), eu fui recuar uma bola que sobrou pingando de uma dividida e recueei para o goleiro. Mas recuei tão bem que fiz um golaço contra, cobrindo o pobre Igor, que nem estava adiantado e ficou sem pai nem mãe. Quando eu vi a bola indo... Que desalento! Se eu tento de propósito, na direção do gol certo, eu não acerto. Pelo menos fomos para a aula! Então hoje, eu contei o fato para todo mundo. Durante a pentelha aula de Educação Física. Aulão bom para motivar a gente a acordar 6:45 e estar na facultad 8 da manhã! Não bastasse o professor me chamando de viado de um sem-número de maneiras desconhecidas (entre elas "kiwi" e "mormaço") e dando em cima das alunas e o lanche bem tomado (e caro) depois, nós resolvemos jogar truco depois. Nada demais. Se a gente não ficar jogando truco do lado da sala de aula e atrasando para entrar para a aula. Numa dessas, já com 40 minutos de atraso (desculpa mãe!), eu truco, o Dione pede seis, eu olho para o Borjão que fala "vai!" e eu... corro! E tome gritaria! Borjão me xingando (sem maldade, são ossos do ofício), Dione e Igor comemorando... e o professor na porta, perguntando se a gente ia entrar na aula. "Com que cara, meu Deus", pensei. Lógico, não entramos, por ter vergonha na cara (atrasada). Depois da aula, falamos com o professor e acertamos a pendenga. Mesmo assim, a faculdade continua sendo essa caixinha de surpresas. Obs: Eu tinha um Sete-copas para a terceira quando o Dione trucou. Acontece que ele fez a segunda com Pica-fumo. O jogo já estava trucado, nós tínhamos feito a primeira, eles fizeram a segunda e o Dione não blefava - até então - por ter aprendido a jogar recentemente. Resumo da ópera: nós ganhávamos. Pelo menos ali! Vai saber o que o Ígor tinha...
viernes, agosto 26, 2005
PQP!
Tive sonho erótico com novela mexicana!
OS CARROS DE SÃO PAULO
Algumas características peculiares diferenciam os carros de São Paulo dos carros de qualquer outro lugar do mundo. Eu não vi carros carros e motoristas assim em outras grandes cidades que eu já visitei na vida, como Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Buenos Aires e Presidente Prudente. A principal característica do motorista paulistano é a quantidade grande, absurda e desproporcional de buzinas por segundo que ele dispara. Qualquer coisa é um bom motivo para o paulistano buzinar. Trânsito não flui com o sinal verde(inexplicavelmente), ele buzina. Alguém corta em sua frente. Ele buzina. Um tatu atravessa a pista. Buzina. Como se a buzina fosse o maior benefício do carro e resolvesse todos os problemas da humanidade. E não são buzinas curtas, como ensinam nas aulas de direção. Tudo bem que ninguém dá a buzina curta que ensinam nas aulas de direção, mas as buzinas longas que alguns dão por aqui... Eu, hein? Outa coisa: mania desse povo de virar sem dar seta! Eu vou atravaessar para ir ou voltar da faculdade, por exemplo, e vou tranqüilo, até que vira um imbecil e quase passa por cima de mim. Neguinho ainda tem a cara-de-pau de chiar porque eu tô na frente! Pô, será que esse povo acha tão difícil dar seta? É quase automático esbarrar na alavanca de seta ali, do lado esquerdo do volante. Engraçado; a buzina é no meio do volante e todo mundo acha! Tudo bem que existe uma característica inerente a eles, mas eu fico puto com os carros quando eu estou ouvindo música. Olha que bobagem! Mas é verdade. Lei de Murphy com todas as letras. Quando toca umas músicas para as quais ninguém dá a mínima, não passa um carro. Se passa, é um daqueles Rolls-Royce que não fazem barulho. Agora, ontem, quando tocava "Me and Bob McGee", da Janis Joplin, na rádio, passou carro, moto e até avião! Pô, se tocar uma meia dúzia de músicas que eu gosto mesmo, até lancha vai passar aqui na frente! A pior parte de morar onde eu moro é o ponto de táxi que existe na frente. Sim, taxistas sabem ser bem boçais de vez em quando. É uma categoria que precisa provar, entre si, que os integrantes são os mais machos do mundo. Então, tome um escarra-e-cospe a cada dez minutos, uma risada alta aqui, um palavrão ali e um xingando o outro. Ah, tá louco!!! E os motoqueiros que adotam as calçadas como via expressa para fugir do trânsito? Pra finalizar. Deve ser coisa da velha guarda da direção paulistana, mas acontece. Especialmente à noite. Cenário: cruzamento com semáforo. É só alguém que está na frente ver que não vem ninguém no sentido oposto (no sentido que osinal está verde, por sinal) e pensar se vale a pena esperar e fazer a coisa certa ou ir logo, através do sinal vermelho e dar uma de espertão. Não sei se gente que faz uma coisa assim numa situação tão simples pode mesmo reclamar da política no Brasil. Afinal, o favorecimento pessoal está em todos nós. Basta conseguir detê-lo.
jueves, agosto 25, 2005
MANIA MALDITA DE...
De colocar os textos ruins e ficar com um monte de texto bom na cabeça. Tanta coisa que prestava que eu podia comentar e não o vou, porque eu, pra variar, esqueci. Aí, na dúvida, eu penso em deixar o Pollo escrever ou comentar futebol. Então... ![]() Senhores, Na dúvida, o patrão me incumbiu de comentar o Brasileirão. Eu preferia comentar o sorteio dos grupos da UEFA Champions League, que foi hoje de manhã, ou as especulações dos principais campeonatos europeus, ainda em início. Mas já que ele prefere comentar o Brasileiro... Vamos com os meus palpites. O Atlético-MG tem um time bom do meio pra frente e limitadíssimo no setor defensivo, à exceção feita a Darnlei. Como vem em má fase há muito tempo, eu mesmo não acredito numa reação do time, que deve ser um dos que disputam a melhor série B de todos os tempos, a de 2006. MEsmo que eu simpatize com o Galo, o time não demonstra grande potencial. O Atlético-PR tem reagido do começo ruim do Brasileirão (perdeu os cinco primeiros jogos) e deve lutar por uma vaga na Sul-americana do ano que vem. O time é coeso, assaz imbuído e mostra potencial e raça, entre outros chavões que alguém que não sabe o que dizer usa nessas horas. O Botafogo caiu de rendimento e não deve dar esperanças ao torcedor, que deve se contentar com uma vaga na Sul-americana do ano que vem. Mas convenhamos: um time que tem Caio e Guilherme, além de ter Alex Alves (o que só marca de penalty) não deve ter para o que torcer. E olha que eu gosto do Botafogo! O Brasiliense tem que cair! Vocês não entendem a inutilidade desse time! Um time que tem 5 anos de existência está tomando a vaga de times como Portuguesa, Sport, Náutico, Grêmio e coisas do tipo! Não dá pra esperar que esse time, com Oséas, Marcelinho, Iranildo, Vampeta, Jairo e e Joel Santana, seja grande coisa! Não deve almejar uma posição maior que a 16a. e, com a nossa torcida, cai! O Corinthians é líder e tem a pecha (ahn?) de favorito atual. Apesar do investimento, não dá pra apontar como o único favorito, embora o time seja um dos favoritos, de fato. Eu gosto desse time do Corinthians. Não tivesse uns caras tão underground como o Marcelo Mattos e o Jô, eu apostaria nesse time. O Coritiba, coitado, é o time que nunca consegue nada. Vá, em 2004 foi para a Libertadores e tal. Mas e aí? Desde então tem estado em 10o., 12o., e só! Quem aposta no Coxa? Acho que só minha prima! O Coxa, hoje, é o prime pobre do estado. O Cruzeiro é um dos favoritos ao lado do Corinthians e de outros tantos. Com a saída de Robinho, tem o grande jogador do Brasileirão, Fred, e um dos bons elencos do certame. Mais um time coeso e imbuído e... Mas o que o Cruzeiro tem além do Fred? O Figueirense é um dos times que não sobem, não caem e ficam uns dez anos sem morder nada, sem ameaçar pegar vaga nem cair. Isso, lógico, até esse ano, já que o Figueira é um sério candidato ao rebaixamento. Com Edmundo, Clébão, Eloy e Édson Bastos, mesmo assim, o time não deve ter muitas chances. E o Flamengo, meu Deus? A aposta errada do Flamengo foi em não deixar Andrade no comando desde o começo, porque só ele entende o que se passa na cabeça desse time. Se o Andrade assumir até o final do campeonato, com certeza o Flamengo escapa. Caso contrário, deve ser aquela luta de novo. Já o Fluminense não tme perigo. É Sul-americana na certa! Pode até beliscar uma Libertadores, mas com o Tuta mostrando essa disposição toda de não comemorar gol porque o Abel Braga optou por deixar ele no banco... A União faz açucar, viu... O Fortaleza, que eu achei que iria cair de novo, está surpreeendendo, ali em 13o., 12o., o que não quer dizer que vá almejar alguma coisa. É um time que pode se segurar por um bom tempo. Mas o que deve se esperar desse time, ninguém sabe. O Goiás é um candidato ao título pra mim. Há anos que o Goiás merece ser campeão. Todo ano fica bem colocado e revela bons jogadores. Tanto que nem surpreende mais quando fica bem. Mas vai surpreender quando for campeão? O Inter era um dos candidatos ao título também, mas depois de uma má fase (que parece ter acabado), o time caiu de rendimento. Pode ser que o time engrene e alcance os líderes de novo, mas deve ficar na zona da Libertadores. Se for campeão, porém, não assusta. O Juventude, que de vez em quando assusta, deve ficar onde está dessa vez. Perdeu muitos pontos de uma vez e não deve conseguir recuperá-los. Ainda mais agora, sem o mais querido do Brasil: Túlio Maravilha foi para o futebol asiático. O Palmeiras deve ser apontado com chances? Acho que o Palmeiras deve chegar à Libertadores de novo. Já estão apontando o Verdão como candidato ao título depois da arrancada pós-Leão. Mas até quando dura a boa fase? Eu, como palmeirense, aposto. O Paraná chegou quieto e ninguém observa que o time está em quarto, a um ponto do Corinthians. Mas a saída de Borges, o destaque do time, deve enfraquecer o time. Deve ser o legítimo Cavalo Paraguaio, e deve perder força até o final do certame. Deve só conseguir uma vaga à Sul-americana. Quem diria? O Paysandu, meu Deus, vai cair. Sempre tão aguerrido, imbuído e coeso, deve cair no ano em que não perde pontos no tapetão. O que aocnteceu com o padrão de jogo envolvente do Papão? Ah, esse texto já está me enchendo... A Ponte Preta deve ser mais um candidato à Sul-americana, já que perdeu todo o jogo envolvente que tinha quando Vadão era o treinador. Quando o técnico resolveu ir para o Japão, o time não só deixou a liderança como despencou. Hoje, deve estar em 8o. lugar! Após a saída do menino Róbson (Robinho é pra vocês), o time não deve chegar a lugar nenhum. Aposto que o Santos fica em 7o., até porque não dá pra depender de Ricardinho e Giovanni o resta da vida. Uma hora eles pipocam. Eu até me pergunto: o que eles fazem num time que tem Bóvio, Halisson e companhia? O São Caetano, esse time bobo que continua na primeira divisão, aposta em Edílson. Não é um timaço, mas pode até sonhar com a Libertadores. Mas com Pingo e com o desfalque (eterno) do zagueiro Serginho, o time não vai além. Só que vai para lá foi o Serginho mesmo. o São Paulo é o novo faz-me-rir do Brasileirão. É bem legal bater no campeão da Libertadores. Será que esse time tem esperanças de bater o Liverpool mesmo? Com o 37 Amoroso e o 42 Leandro Bonfim, o time não deve cair. Mas esse papel pífio no Brasileirão é ridículo. Pior mesmo, só o discurso dos dirigentes: "a arbitragem tem um complô contra o São Paulo". Ah, tenha dó! E tenha dó do Vasco. Não sei se cai. E, se cair, não sei se cai mesmo!!!! Mas o time é tacanho e o torcedor tem constantes achaques com essa equipe. Se marcarem o Alex Dias, não vai ser o vovô Romário que via resolver. E tenho dito! McChicken, Pollo
miércoles, agosto 24, 2005
TUDO O QUE EU FIZ ATÉ ENTÃO - PARTE 3
Se eu soubesse que esses posts seriam curtos e chatos, teria feito só um post com tudo isso. Se vocês soubessem quantos textos legais nós, Pollo e eu, deixamos passar... Domingo eu acordei estropiado. Com uma dor de garganta uqe me faz ainda tomar remédios. Por conta disso, perdi a Fórmula 1 na TV. Perdi o futebol também. Discuti a relação com a patroa, e nós vimos que a gente se gosta muito. Então hoje eu tenho que voltar ao Tatuapé e ver camsias de futebol para o time da sala. E ainda ler, muito, pra variar. Então, antes que eu vejam ais textos bacanas escaparem por entre meus dedos, deixem me emendar um aqui: DA ARTE DE FALAR DIFÍCIL Falar difícil não é uma coisa negraçada. Nem "muito pelo contrário" chata. É uma ferramenta que a gente usa com certa habilidade. E deve usar de forma certa. Como um instrumento musical, deve saber manusear. Sim, saber onde vamos botar a mão. Mas é, ao menos, uma habilidade, que merece ser levada a sério. Afinal, não é qualquer um que usa alguns termos como "assaz" numa sentença que deixa de parecer o Marco Bianchi. E acima de tudo: os que falam difícil nos achamos acima da média.
martes, agosto 23, 2005
TUDO QUE EU FIZ ATÉ ENTÃO - PARTE 2
Então vamos atualizar, de cara, sábado e hoje. Sábado nós acordamos na Ilustre Casa de Yuri e fomos para a aula. Detalhe: todos com a mesma roupa do dia anterior, sem sequer tomar banho, escovar os dentes ou algo parecido. Eu ainda encarei uma Educação Física básica, joguei bola, joguei truco e, muito suado, fui para a aula. Voltei e esperei a patroa, que chegou, e fomos ao aniversário da Bia no apê da Thata e dela (primeira vez que eu vou, enfim). Na volta, me sentindo mal (resquícios do resfriado ou um início de outro?) e acabei não saindo com a patroa à noite. Básico. E hoje, falando nela, eu almocei com ela no Shopping Tatuapé ("tatu-a-pé") e fomos nos despedir do irmão dela, que vai para a Alemanha. É uma coisa estranha, pois foi a terceira vez que eu falo com ele e gosto dele pra caramba. Aliás, me despedi da patroa e dos pais dela, conheci minha concunhada e ainda voltei a tempo de traçar um pão-com-carne-moída. É, eu sei que esse blog anda com uma cara meio amadora, do tipo "hj eu fui zua", mas eu tenho que explicar meu sumiço, né?
lunes, agosto 22, 2005
TUDO O QUE EU FIZ ATÉ ENTÃO - PARTE 1
Para ficar mais fácil de acompanhar a minha vida dessa maneira voyeurística, eu vou contar aqui o que eu fiz para vocês e vou aproveitar e falar o que eu faço (ou farei) no dia atual, OK? Hojeeu vou fazer a diagramação em Powerpoint de um trabalho que eu apresentarei hoje. Então vocês não querer saber de Assis Chateaubriand e de Monteiro Lobato. Mas sexta... Ah, sexta! Sexta nós fomos ao Yuri. Bebemos (muito), comemos pizza, rimos de tudo que nos é permitido rir, assistimos ao DVD do Emerson, Lake & Palmer e dormimos lá, às 4 da manhã. Acordamos às 6:45 e fomos para uma entusiasmante aula de Educação Física na faculdade, fedendo a suor e catuaba. Nossa, eu achei que teria atnto para contar de sexta...
sábado, agosto 20, 2005
AHMULHEQUI!
Vou estar meio sem tempo pra escrever aqui. Na pior das hipóteses, até terça eu conto meus porquês.
viernes, agosto 19, 2005
MULHERES (SEM MARTINHO)
Ela pediu. Na verdade, ela recomendou ou quase impôs. Sabe como é, eu não quero ser confundido com um líder sindical que era torneiro mecânico e virou presidente. Vai que eu acabo apanhando na rua. Enfim, fiz a barba. Vinte dias depois de parar com esse hábito. Enfim, ela pediu e minha namorada iria mandar, porque ela odeia ver coberto de pêlos esse rostinho lavado com leite. E eu devo à Aninha uma citação pessoal. Até porque, desde que ela começou a comentar aqui e a gente começou a conversar pelo MSN, eu descobri que a blogosfera pode ser diveridíssima mesmo longe da panelinha. Ah, e acima de tudo: ganhei alguns comentários aqui! Minha patroa vem para SP amanhã e a gente vai se ver. Lá vem bomba, até porque a gente só se vê de novo agora em outubro, para o meu aniversário. Aliás, é sempre bom reiterar: o blog fez um ano em julho e eu faço 20 em outubro. Que tal mostrarem que eu sou legal e começarem a olhar com carinho a minha listinha de presentes bacanuda?
jueves, agosto 18, 2005
DIÁLOGOS NO MSN
Dione! says: Mané! Você consegue! Você é um campeão! Você é um guerreiro.. Agora repita comigo: "eu sou um guerreiro". Mano - www.lacucaracha.blogger.com.br says: "Eu sou um guerreiro." Dione! says: Mais alto! Dione! says: Do fundo do coração! Mano - www.lacucaracha.blogger.com.br says: EU SOU UM GUERREIRO! Dione! says: Isso! Agora vai lá fora e mostra pra eles quem é você! Mano - www.lacucaracha.blogger.com.br says: ÉÉÉÉÉÉ! Mano - www.lacucaracha.blogger.com.br says: Valeu, Dione!
EI!
"O Cucaracha dos bons tempos está de volta. Em novo endereço e tudo mais. Com novo espírito. E (estamos tentando) com Zeca Pagodinho para garoto-propaganda." Esse post foi colocado aqui no dia 1o. de julho de 2004. Veja só: esse blog fez um ano já (há algum tempo) e ninguém me avisou??? Aproveitem, tirem os escorpião do bolso e me dêem parabéns dignos, né?
miércoles, agosto 17, 2005
SÓ PORQUE ELA PEDIU
Eu poderia falar da minha torcida organziada do Al-Ahli (Catar) no Orkut, que vai indo bem. Mas não vou. Eu ia falar do vizinho da frente. Não vou falar mais. Aí eu pensei em atender o pedido da "amiga do frango" e falar sobre o mensalão. Não vou. Aí, atendendo a mais um pedido dela, ia falar de mulheres. Mas não vou. Ia falar do MSN. Do orkut. Nada disso. Se eu falar de tudo isso, eu fico sem assunto para quando me faltar assunto de novo. E aí, o que vai ser quando o assunto realmente se esgotar? Vocês acham que eu ando sem assunto? Vocês não viram nada! Eu simplesmentei loguei aqui e esse dínamo de pensamentos desconexos que é a minha cabeça voltou a funcionar razoavelmente. Mesmo assim, valeu pelo esforço, mocinha. Já enviei um agradecimento pessoal.
martes, agosto 16, 2005
SONHO
Graças a Deus eu tive um sonho ridículo hoje, senão eu não teria o que falar! Estava em Presidente Prudente com Borjão e Fi (é um sinal!) e não sei porque cargas d'água resolvemos: vamos conhecer como é por dentro de um motel. Estranho? Não é nada ainda! Pegamos o meu carro e fomos para um motel na saída da cidade (sem maldade). Plano daqui, plano dali e entramos. Entramos escondidos no motel, subimos a escada de madeira e tivemos acesso ao segundo piso. Saímos nos arrastando pelo chão para não sermos vistos. Havia quatro quartos abertos para olharmos escondidos. Até que o zelador nos descobriu. Detalhe: o zelador do motel era o zelador Willy, aquele escocês ruivo revoltado d'Os Simpsons, que sempe rasga a própria roupa. Dessa vez ele não rasgou, mas começou a nos perseguir. Eu pulei pela fresta da escada e consegui chegar logo à saída da escada para o estacionamento. Lá encontrei o Fi, que provavelmente correu muito. Entramos no meu carro com pressa e nos preparávamos pra sair: -- Cadê o Borjão, Fi? -- Ficou lá em cima. -- Como assim? -- Sabe como ele é, né? No caso, eu sabia. Ele ia tentar resolver isso na conversa com o zelador Willy e com a dona do Motel. Eu contei quem era a dona do Motel? Era minha professora de biologia do colegial e do cursinho, a Selma. Aliás, tia Selma nos olhava pela janela enquanto eu ligava o carro sem Borjão. O portão se abriu, inexplicavelmente, e nós arrancamos e paramos o carro lá na frente. Não se ouviu falar mais de Borjão. Nisso, chegraram Tadeuzinho e seu irmão, Pedro, que nada tinham a ver com a história até agora, mas que eram filhos da dona do motel. Como eu conheço a mãe de ambos e como eu conheço o filho da Profa. Selma, eu sei que não tem nada a ver uma coisa com a outra. Aí eu e o Fi começamos a zuar o Tadeuzinho, que estava de bigode, e o Pedro me deu duas Trakinas meio-a-meio, que estavam muito boas. O carro deles, uma Dodeg Dakota vermelha, tinah um adesivo escrito "Orkut?" em preto atrás (veja aqui). (Não sei relacionar agora, mas o Várte esteve no sonho. Me lembro dele dirigindo o carro na rodovia)
lunes, agosto 15, 2005
TRABALHO
Hoje faz exatamente duas semanas que eu voltei pra São Paulo das minhas férias. Segunda-feira, dia de começar regime. Eu me lembro de que a primeira coisa que eu fiz quando voltei foi ir ao Kim tomar uma vitamina de banana. Pra quem não sabe o que é o Kim, é a lanchonete do coreano aqui perto de casa. Cheguei lá, de barba mal feita (hoje, nem feita está) e pedi minha vitamina. Com minha jaqueta jeans de sempre, o cara perguntou se eu ia encarar a labuta. Eu, meio com vergonha, expliquei minha situação, para ouvir um "Ah..." e só. Tá chegando a hora de começar a trabalhar e ajudar com as minhas contas (ou me arrumar umas regalias). Eu até poderia fazer um post de como o Corinthians está dando trabalho nesse Brasileirão, ou de como o Leão vai fazer o Palmeiras dar mais trabalho. Quem sabe ainda sobre os inúmeros trabalhos que a faculdade exigem que a gente faça. Não, é da cara de trabalhador que eu estou co messa barba de 15 dias e de como eu me sinto meio embaraçado de não trabalhar ainda. Por outro lado, juro que ainda não é hora. Até porque tudo na minha vida acontece um pouco mais tarde, porque eu demoro para amadurecer em algumas coisas (minha psicóloga que me disse, há uns dois anos). A prova da falta de talento de um jornalista está aí. Na pressa de colocar um texto por aí, nem terminei e botei um post inútil aqui. Prova de que qualquer cabeça-de-bagre pode fazer o trabalho de um jornalista, mesmo sem ter diploma. Aliás, segundo a leitura do livro da facultad (não vou falar qual para não fazer mais propaganda), grandes jornalistas do Brasil não tinham diploma. Alguns medíocres hoje não o têm ainda. Pode não parecer, mas de fato era mais ou menos essa a continuação que eu daria originalmente ao post. Não é encheção de lingüiça! Infelizmente, esse isopor ainda vai ficar um pouco leve; eu ainda não me lembro de tudo que eu escreveria sobre o jornalismo e sobre o trabalho.
domingo, agosto 14, 2005
DIA DOS PAIS E DE FESTA
Hoje é Dia dos Pais. Como todo feriado, "ooohhh!" para a minha constatação. Eu já liguei para o meu, porque é só o que me resta fazer. É absurdamente triste quando ag ente faz isso, ainda mais pela primeira vez. O Dia dos Pais (bem como o das Mães) em casa era assim: minha mãe (nesse caso) comprava alguma coisa e escondia no guarda-roupa dela. Aí, chegava o Dia dos Pais, a gente acordava e dava um abraço no meu pai. Depois, minha mãe chamava a gentem eio escondido dele, a gente égava o presente e entregava. No Dia das Mães, só mudava a ordem: era meu pai que chamava. A minha mãe acha que eu sofro de alguma idolatria pelo meu pai. Nãe é isso. Eu era muito apegado à ela quando eu era novo. Acho que eu tento é compensar de alguma maneira hoje em dia. Deve ser isso. Por isso eu faço um monte de coisa pensando nos dois, tentando equilibrar a balança. No fundo, eles são os fiéis da minha balança. Hoje, por exemplo, eu queria ter acordado cedo para ver o Globo Rural. Na Globo, lógico, porque na Globo News não tem a mesma graça (interacionismo simbólico, vocês entenderão). Quando eu tinha uns oito anos acordava cedo e meu pai estava vendo o Globo Rural. Aí eu deitava do lado dele no sofá e ficava vendo com ele. Eu não me interessava por aquilo, mas hoje, de lembrar o simples fato de ficar do lado do meu pai... Eu acho tudo aquilo muito bonito no fim das contas! E talvez seja por isso que eu vá hoje na festa de Nossa Senhora Achiropita, no Bixiga, hoje. Bom, também por ser perto e pra comer. Mas por ser festa de família, de igreja, de colônia italiana. Apesar de ser cheia de "manos", me traz uma imagem de união que não tem em qualquer lugar. Aquelas músicas italianas nas caixas, aquele bafafá todo... Até porque, tudo que eu preciso hoje é me sentir unido.
sábado, agosto 13, 2005
10 PENSAMENTOS DESCONEXOS
1) Há dois tipos de pombos em São Paulo. Ou havia. Quando nós chegamos perto deles (e perto tipo dez centímetros), eles ameaçam voar, mas não voam. Os pombos já não têm mais medo de nós. Um professor de biologia explicaria que antes haviam os pombos que tinham medo e voavam e os que não tinham medo e só ameaçavam voar. A Seleçao Natural eliminou os que voavam e só deixou em São Paulo os mais adaptados, os que não voam. Compreendido? 2) Você bebe água e coloca o copo na pia. Inexplicavelmente, ele cai no chão e se espatifa. Pode parecer um acidente, mas alguém comemora à distância: deu certo. Esse será o mote metafórico tão na moda que guiará meu futuro primeiro romance. Nomes reais, locais reais, eventos nem tanto. 3) Morre o Rogério Cardoso, morre o Papa, morre o Francisco Milani... Porque diabos a Dercy não bate as botas? 10) O Pablo, meu novo colega de quarto, disse que eu falo dormindo, o que é uma bizarra verdade. Eu achei que tivesse parado com isso definitivamente, mas ano passado isso voltou. O Dudu que o diga, quando foi obrigado a ouvir, a plenos pulmões, sobre o ônibus que eu pegaria para a Austrália, às 3 horas da manhã.
viernes, agosto 12, 2005
DÚVIDA CRUEL
Estou pensando em virar compositor de samba. Que tal, Ana? Já que de uns tempos pra cá, é só você que lê meu blog, resolvi consultar, né? Não vai demorar muito e eu vou terminar os posts com "Beijão". Obs: E estou pensando em deixar o Pollo escrever, já que eu não estou no ápice da minha criatividade. Vejam só, a crise de criatividade é tamanha que até comentários pequenos para fazer um post em pitacos tem me fugido durante a noite. E pensar que eu pensava até em escrever (mais) um livro...
jueves, agosto 11, 2005
ESTOU FICANDO VELHO
Três evidências de que eu estou ficando velho. 1) Estou deixando barba. Normal. Todo moleque com menos de 20 anos que em um pouco de barba não a faz, pra provar alguma coisa a alguém. Acontece que eu deixava um pouco, aí o bigode começava a irritar (organicamente falando - irritação mesmo) e eu tirava. Agora que eu estou velho isso acabou e o bigode cresce firme e forte. A barba não cresce tanto, mas mesmo assim já dá uma moral de tio. 2) Como todo ano, eu comprei o álbum de figurinhas do Brasileirão. Eu não me orgulho disso, mas não me envergonho. É como comprar leite. Eu sabia que um ano isso aconteceria e, enfim, aconteceu. Há um jogador mais novo que eu no álbum. Aliás, um não: inúmeros. Quase metade do time do Corinthians é mais novo que eu. Até demorou para acontecer. E isso sepulta aquele sonho que todo menino tem, mais ou menos intensamente: eu já estou velho pra ser jogador de futebol. 3) Aconteceu também. Fui comprar a Playboy da Grazi (uma das cinco melhores da minha vida e, sem dúvida, uma das melhores dos últimos dez anos!). Acontece que a menina que é "coadjuvante" na revista, chamada Roberta Murgo, moradora de Marília (SP) é m,ais nova do que eu. Tem 18 anos e um orkut cheio de "eh", "tp" e "rs". É bonita? É. Está solteira e teve o scrapbook inundado. Ou seja: it's a long road, but eu poderia estar namorando (ou...) essa menina. Obs: Não me obriguem a dizer o que é o "ou...", tá? Minha mãe lê esse blog!
miércoles, agosto 10, 2005
DIÁLOGOS COM CILENE
-- Ai, Sìlvio. Pára de chorar Sílvio... -- Não tô chorando, Cilene. -- Ai Sílvio, você lembra de James? -- Lembro. -- Você chegou a morar com James? -- Aham. -- Então, James falou que amigo dele que fumava morreu de canci. -- E...? -- E daí que eu vou morrer então Sílvio! -- Todo mundo vai mesmo, Cilene... -- Mas ele falou que fumar dá doença no celbro. -- Onde? -- No celbro (e aponta para a cabeça). -- Ah... -- Ah, eu vou parar de fumar, Sílvio. -- De novo? -- Mas vou mesmo, Sílvio. -- É a quinta vez que eu ouço isso desde que eu mudei pra cá. Glossário: Canci: Câncer Celbro: Cérebro Cilene: Empregada da pensão. James: Americano gente fina que morava aqui na pensão. Sílvio: Eu, desde que imitei o Sìlvio Santos para ela.
martes, agosto 09, 2005
EU FUI MESMO!
Tenham paciência de ler tudo. Comecem a confiar em mim quando eu disser que realmente vou fazer as coisas. Pode ser que minha viagem para a República Dominicana tenha sido um fracasso e minhas duas tentativas de desbravar a Europa de mochila tenham fracassado. Mas na Hebe eu fui! Antes de mais nada: Ana, eu acabei indo de camiseta vermelha e jaqueta jeans. A camiseta, por sinal, era de futebol (coisa que é proibida na platéia), mas deu-se um jeitinho. Lilith, eu fui no programa da Hebe para ver a Ana Paula Padrão e a nova equipe do jornalismo do SBT, a convite da produção. Antes da sair eu comi muito. E quando eu digo muito, é muito para mim. Pode ser que as pessoas que se vangloriam de comer mais do que eu (acho que todo mundo o faz) diria que nem é tanto assim. Mas eu me empanturrei para sair. Subi até a parte de trás da faculdade, de onde sairia o ônibus. Cheguei lá e encontrei os colegas de sala, os veteranos legais e um monte de desconhecidos. Todos assaz imbuídos de ver a Hebe. E, quem sabe, a Ana Paula Padrão. Acontece que, naquele balanço off-road do busão, o empanturrado começou a sentir-se mal. E a dar aqueles arrotinhos para ver se melhorava. Não agüentando mais, pediu para a japonesinha que organizava a excursão para parar numa farmácia. Ela pediu para o motorista e, como ele devia conhecer meu blog, parou no mesmo quarteirão. Cheguei lá, comprei alguns floconetes de Eparema, tomei e montei no busão. Abri a janela e quase dormi até chegar ao Complexo Anhangüera do SBT, enquanto rolavam animadas discussões sobre Chaves e sobre quem deu para quem. Chegando lá, conhecemos a pessoa que acabaria com nossa noite. Carla, a encarregada das caravanas. Geralmente, essas pessoas são autoritárias e não seria a primeira vez que eu veria o relato de alguém assim. Ela falou a lista do sem-número de coisas que a gente não podia fazer e de tudo o que a gente devia fazer. Só o que eu queria fazer era achar um banheiro. Enquanto isso, acomodaram e alimentaram a gente, como que preparando para abater. Após uma espera longa (para eles, eu estava desesperado com a minha azia ainda), começaram a chamar as convidadas da Hebe, que ficam na frente do auditório. Logo após, chamaram as faculdades e os demais desocupados que dirigem muito para ir ao SBT. E nos acomodaram no estúdio 1. A primeira impressão qera de baile de ano novo numa edícula. Tudo branco, com um auditório pequeno e um palco também pequeno. Nesse meio tempo, fizemos amizade com o pessoal de outras faculdades. A jazz band da Hebe começou a ensaiar, e eu sempre achei isso de jazz band legal. Aí, alguém gritou "Toca Raul!" e todo mundo com menos de 30 anos riu, inclusive as beldades da Festa do Morango de Jundiaí. Nessa hora e pouco que ficamos sentadinhos e acomodados, fomos instruídos (e posteriormente, destruídos) pela Carla e ficamos fazendo fofoca das pessoas que estavam lá, como a sósia da Regininha Potergeist, da mãe da Pâmela Anderson e da mãe do Guile (do Street Fighter). Com fotos, disponíveis assim que possível. Logo, Hebe entrou. Sim, ela é uma gracinha. A grua mostrou a platéia e eu balancei os braços para todo mundo me ver. Deu certo, segunda minha mãe. Meu enjôo tinha melhorado, a ponto de eu bater as palmas que Carla nos mandava bater. Seria a primeira de 300. Hebe entra, palmas. Fala, palmas. Anuncia, palmas. E começa a anunciar a competente equipe de jornalistas que formará o quadro do SBT a partir de agora. Frisson para Ana Paula Padrão, do alto de seu um metro e (muito) pouco de altura, mas beleza de 1,80 m. Hebe e Ana Paula apresentavam os repórteres do SBT espalhados pelo Brasil: SP, RJ, MG, RS, PE, MT, DF, PA... Soube que teremos correspondentes internacionais também, mas não soube pela Hebe. Eu soube porque eu sou foda e muito bem informado. Quem sabe eu faturo a vaga em Buenos Aires ou Londres? E é lógico que Carla nos mandava bater palmas para todos incessantemente, até as camadas da pele da palma da mão se desgrudarem. E com força, lógico! Eu já estava de saco cheio daquela mulher quando Hebe anunciou Ivan Lins, que cantou uams três músicas ao piano, ganhou o DVD de ouro e foi-se. Conversou sobre política e jornalismo com os presentes ali e anunciou o intervalo. Para a nossa surpresa, os presentes ficaram no palco, à vista dos presentes. Sem histeria, dessa primeira vez. Na volta do segundo bloco, Carla nos mandava bater palmas (com força) faltando 30 segundos para voltarmos ao ar. Lógico que, quando entrávamos, estávamos desanimados e todo mundo com aquela cara de "êêê..." que só ela não notava. Acho que a própria Hebe ficou sem graça com a falta de savoir-faire da sua Liminha. Mais palmas, mais discussão, mais palmas... Até que ela anunciou Zé Ramalho. Eu mesmo admito que fiquei meio louco e comecei a bater palmas e gritar e me descabelar. Bom, desacebelar não, porque meu cabelo não descabela. Mas as pessoas em volta ficaram intimidadas com a minha histeria. De maneira quase psíquica, cantei do intróito ao cabo as três músicas que ele cantou, mesmo que só conhecesse Admirável Gado Novo. Acho que ele ficou com dó de mim e me deu um sorriso. Fim desse bloco. Aí, as pessoas perderam a vergonha. Umas universitárias gostosinhas começaram a chamar acanhadamente: "Ana"! Nada da Ana Paula Padrão olhar. Aí eu puxei papo: -- Gente, grita, balança o braço que ela olha! -- Vai você na frente que a gente vai também! -- Sério? -- Sério! Pronto! Lá estava eu gritando "Ana" como um louco. Elas realmente seguiram. Logo, éramos uma multidão fora de controle querendo invadir o palco para tirar fotos com ela. Graças a mim. Aí, Carla interveio de novo e cortou nosso barato, dizendo que estávamos entrando no ar em 15 segundos. Eu mesmo fiquei sem minha foto com a Ana Paula Padrão e as meninas do segundo ano. Lógico, esses 15 segundos duraram um minuto. Nesse meio tempo, puxei papo com as gostosinhas atrás e pedi para elas tirarem uma foto minha com o palco lá atrás. Dei as instruções certinhas e a menina conseguiu bater mal a foto. Será que não tem aula de foto na facul da mina? Agradeci e ela ironizou. "Déizão!". Paguei e peguei a câmera de volta. Logo, pedí para o Igor bater uma foto decente, delicadamente. Ele tentou e conseguiu um resultado um pouco melhor do que a menina, que olhava descrente a cena. Voltou o bloco e, com as mãos em carne viva, batíamos mais palmas, espalhando mais sangue do que o Wes Craven. Juro, não dá pra descrever em palavras o quanto nós somos forçados a bater palmas na platéia da Hebe. Até parece que somos insensíveis e não bateríamos a metade das palmas que nos manda bater. Mas não bateríamos palma para os merchans (não, ela não mandou bater palam para os merchans). Se não me engano, esse bloco foi aberto para perguntas do auditório voluntariamente escolhidos por Carla. Numa dessas, um carinha chamou Ana Paula Padrão de "senhora". Aquilo doeu até na mãe dela, tendo em vista que Ana Paula parece ter uns 25 anos! Ao que ela respondeu "Senhora doeu, hein?", aos risos da platéia. E continuou. "O senhor", para mais risos. Vou te contar, a Ana Paula é a antítese da Carla. Menos mal que a Carla pelo menos é boniinha. Com uma barriguinha que levou ao ponto do Léo dizer que ela era sapata. Bom, Hebe anunciou a entrada do Zé Bonitinho ("o perigote das mulheres") e anunciou o documentário feito sobre o próprio. Tudo isso aos gritos de "lindo" e afins. O bloco foi curto, só para voltarmos ao intervalo e alguém gritar "Ana, me arruma estágio". Merda, eu nunca grito coisas interessantes. Intervalinho rápido, mais sessão tira-foto-comigo-Ana (e não consegui de novo). A mãe da Pamela Anderson saiu acotovelando todo mundo para entregar um bilhetinho para a Hebe e fodeu a nossa vida (Jú, Marcela, Vanessa e eu), que não conseguimos foto com a Padrão. Hebe começou a jogar as rosas do vaso para a platéia e a Pamela "Senior" Anderson conseguiu a sua. Deu uma para cada convidado e fechou o programa. Ninguém deu nem tchauzinho para a gente. E olha que a ... da Carla falou que teríamos tempo para tirar fotos com a Aninha (eu tô íntimo já!). Findo o programa, fotos no palco e, por mais que o segurança falasse que não podia, todo mundo tirou fotos no sofá da Hebe (lógico, menos eu). Eu, com minha mania incontrolável, dei um abraço no segurança, mas ele não quis tirar foto. Tiramso ainda umas fotos com os plotters desatualziados que decoram a sala de espera. Entre outras fotos, Gorete Milagres (a Filó), Dercy Gonçalves, Jaqueline Petkovic (que se Deus qusier, um dia sai na Playboy) e a TV Cruj. Nessa, o Léo me contou uma piada da Dercy: "A Dercy Gonçalves fez 98 anos e deu uma festa. Aí chegaram pra ela e perguntaram: -- Dercy, posse te dar um presente? -- Pode, porra! -- com seu habitual vocabulário. -- Legal, eu vou te dar uma tartaruga. -- Ah, não... A gente se apega a esses bichinhos, aí eles ficam velho e morrem..." Impagável. Diria Dercy: Porra! Entramos no ônibus, eu tentei dar um abraço na Carla, mas ela se esquivou. Saímos xingando o pessoal da Metodista, cantando mpusicas do Sílvio Santos e falando que não-sei-quem deu para não-sei-quem. Chegamos e, supresa, eu estava com fome. Fui pra casa e dormi. Hoje fui comprar a Playboy da Grazi e, por doze horas, minha vida foi perfeita. Obrigado por lerem tudo. Agora, pensando bem, eu poderia ter dividido essa história em dois ou três posts, né?
lunes, agosto 08, 2005
PÁRA TUDO!
Me ligaram enquanto eu fazia meu almoço. Tá confirmado: esse que vos fala vai hoje ao prgrama da dona Hebe Camargo. Vou tentar ir com uma camiseta bem berrante para ver se vocês me vêem lá. Que tal uma cor branco-limão? Branco-shocking? Branco-claro? Branco berrante? O que interessa é vocês me verem!
domingo, agosto 07, 2005
O ORKUT, ESSA MÁQUINA DE SONHOS
Ae mano, poh velhu eu naum ti conheço mas tu é muito famoso, lah no atomo pela sua fama vc é cara muito gente fina entaum tah add fera falow Ah, os jovens...
sábado, agosto 06, 2005
E O CINEMA PORNÔ?
Enquanto eu não tenho histórias para falar de quando eu conheci Hebe Camargo (ou o Sílvio Santos, mas isso...), que tal eu falar do cineteatro pornô que eu fui? Digo: não vá! No caso, fui em um no Vale do Anhangabau (sem acento; oxítona terminada em semivogal). Bom, fomos (Yuri e eu). Não vou contar o nome: vai que eles lêem e descobrem que eu falo mal do estabelecimento (eu seria o único!). Bom, fomos. Yuri e eu. Vocês sabem que fizemos tudo. Comemos (bom, comi) churrasco grego, almoçamos num restaurante vegetariano, compramos pôsteres do The Doors, e vimos o "filme". Que eu pergunei para a porteira (eca!), que disse que seria filme mesmo. Mas não era. Era o que nós no interior chamaríamos de fubanga. Ela era feia. O palco era uma armação tacanha com uma lona azul, uma escadinha, umas bexigas, umas luzes e uma caixa de som. Sentamos (coragem, hein?) e ficamos vendo a bizarrice. Aí, veio uma senhorita solícita primariamente vestida e perguntou se queríamos companhia. Despachamos educadamente. Mas aí veio uma senhora (não mais senhorita) e repetiu a pergunta, de forma menos delicada. Primeiro para o Yuri, depois para mim. Aliás, para mim, ela sentou no colo, pulou, apertava gentilemente minha genitália (flácida, lógico) por cima da roupa e perguntou se me agradaria ejacular. Lógico, nunca com essas palavras. Traumático! Eu estava desesperado com alguma coisa que teria espirrado nos nossos pés. Santo Deus! Eu estava a beira da saída, quando o meu companheiro Lhama lembrou: tínhamos um vinho de cortesia. Fomos retirar e ele falou para voltarmos, que teria o filminho ainda. Realmente; no intervalo dos strips, tem filme! Provavelmente, a grande coisa do Cine... Ahn... Deixa pra lá! Ficamos lá vendo um filme pornô chamado Quiver, coisa assim, com Evan Stone (meu quase conhecido). Foi o que segurou a gente mais uns minutos ali. Foi voltar o strip para sairmos e pegarmos o metrô na Pça. da República. Francamente... Não façam alguma coisas assim! (Não estranhem que eu demorei com o post! Eu comecei a postar na casa da Lilian e terminei de escrever em casa!)
viernes, agosto 05, 2005
OS EXTREMOS EXTREMOS DA ALMA HUMANA
Ontem eu tive uma palestra com Michael Holmes, âncora da CNN International, na faculdade. Hoje eu vou ao centro, comer churrasco grego, tomar garapa e ver filme pornô com o Yuri. E segunda eu vou ao programa da Hebe. Update: Churrasco grego é duvidoso, mas não intragável. Garapa não rolou, rolou um suco de mão suja mesmo. Acabamos almoçando num restaurante vegetariano mesmo. Já o filme pornô eu nem quero entrar em detalhes...
CAVALO SELADO
Eriberto era um tonto. Não burro. Era inteligente, mas muito ingênuo. Eriba, paras os íntimos, saía todo dia de manhã para trabalhar no prédio comercial da Avenida Paulista, em frente à estação Trianon-Masp do metrô. Não era bonito nem feio. Aliás, pensava ele, até que para quem tinha aquele design mal-feito, ele rendia bem. Mas naquele dia, algo estava diferente. Eriba havia chegado mais cedo ao trabalho para tomar café. Veja só, só para tomar café. Desceu no segundo andar e, imponente com seu crachá de contínuo, pegou seu expresso e um bolo. Chamou e elevador, esperou, deu um gole, esperou. Apertou o botão do sétimo andar e, quando a porta ia se fechando, ouviu gritos de "segura, segura". Viu um vulto correndo em direção ao elevador. Ele, lógico, entendeu que era com ele. Tentou com pé, mas a porta já se fechava. Apertou o botão PO (seja o o que fosse PO), e a porta se abriu de novo. Ela entrou, esbaforida. "Nossa, valeu." Era uma deusa! Loira, alta, linda! Como eram só ela e Eriba no elevador, ela começou a conversar com ele. Ele só não sabia se era por estar agradecida pelo elevador, se por pena do tocantinense recém-chegado do Araguaia, por querer café ou bolo, por estar louca por sexo selvagem no elevador, ou só para ser simpática. Fato era: aquela deusa loura, alta, linda falara com Eriba. Algo como: -- Nossa, valeu! -- Foi nada! -- Nossa, que bolão, hein? -- É, né? E olha que só tem cobertura. -- Ah, melhor parte, na minha opinião. -- Também acho. (Elevador chegou) -- Tchau, tchau! -- Tchau! Cada um foi para um lado no andar. Só aí Eriba descobriu que ela era das secretárias. Ela se dirigiu para a sala das secretárias, mas ele não a viu entrando. Veja só, bem com as secretárias que Eriba destratava um pouco (pô, era contínuo! Era suficiente para ele mesmo ter uma secretária já!). Mas numa dessas, deu vontade de bater a cabeça na parede: não ofereceu café, não ofereceu bolo, não perguntou nome, idade... Eriba, agora, era só lamentação. A chance passou, de novo! Agora ele era só lamentação de ser tão ingênuo. Talvez a esperança: o prédio era grande, mas se eles já se encontraram uma vez... Eriba, com sua eterna incerteza, no fundo era ingênuo. Não. No fundo, Eriberto era um tonto.
jueves, agosto 04, 2005
E FALANDO EM SONO...
A Babi tinha me pedido para prolongar para o post de hoje a discussão que tivemos ontem, a caminho do bar, sobre essas "profissionais do sexo" e seus lucros ou dividendos. Compensaria fazer uma faculdade pra ganhar uns bons R$ 3 mil num bom mês, enquanto a profissão delas pode render isso em dois dias? Desculpe Babi. Não vou poder postar essa profunda discussão, pois tive três sonhos extremamente bons hoje. Bom, dois sonhos bons e um mais ou menos. Mesmo que o blog esteja quase se tornando uma discussão do que me acontece dormindo, de futebol e por aí vai, decidi arriscar. Feita uma pequena justificativa, eis os sonhos: Sonho 1: Estava eu em um provável baile de carnaval na APEA (Associação Prudentina de Esportes Atléticos). Pra quem é de Prudente, eu não preciso explicar o que é o carnaval da APEA. Pra quem o desconhece, eu digo: é grandioso, importante e empolgante. Não vou entrar em detalhes, eu sonhei com um fato, e não com o cenário. Anyway, estava eu lá andando suado e sentava numa escada. De frente a mim, logo se sentava uma amiga minha, linda e também suada, com uma blusinha vermelha. Essa amiga já ficou com um dos meus melhores amigos, senão o melhor (o caso deles lembra uma música da Legião Urbana), bem como a coitada já se enrolou bastante com o ex. Hoje, está feliz com o atual namorado, que ninguém conhece. Voltando ao sonho, ela sorria muito e começamos a conversar. Logo, ela devia ter bebido, pois mandou uma pérola como "Meu, vem e faz o mesmo que o (NOME DO MEU MELHOR AMIGO) fez, que eu sei que você quer". Bom, eu queria mesmo, fui lá e tasquei um beijão. Foi bacana? Fooooi! Bastante, até! Mas eu já gostei dela e, pelo menos no sonho, não foi o que eu imaginava, apesar dela estar linda ali (e pessoalmente, como pude comprovar nas férias). Bom, findo o beijo dela, resolvi andar mais um pouco e, cansado, sentei em outra escada. Adivinhem quem chegou? -- A Anna Hickmann? Não. O ex dela, aquele com o qual ela se enrolou bastante. Enfim, começamos a conversar e não é que o desgraçado usou o mesmo papo besta que ela usou? Comecei a conversar com ele, ele falo que o meu melhor amigo também tinha beijado ele e coisas do tipo. E não é que eu beijei o desgraçado? Foi bom? Foi estranho, isso sim! Depois dessa, sorte que o sonho um acabou. Cotação: O que a patroa vai achar se eu contar pra ela que eu traí ela num sonho com uma menina e um cara? Sonho 2: Meu pai resolveu botar todo mundo no carro e visitar o meu tio Tony. Bom, todo mundo é meu pai, minha mãe, minha irmã e eu. Ele mora no Mato Grosso e dessa parte longa da viagem eu não lembro. De fato, essa parte não entrou no sonho. Sò o que apareceu no sonho era uma grande estrada, mas já na fazenda do Tio Tony. A estrada era longa. Chegou um ponto onde o asfalto era liso feito azulejo, a pista era fina e sinuosa e era quase impossível de se dirigir ali. Eu sei porque eu dirigia o carro. Mas a parte mais bacana foi quando chegamos a um girassol. Não era um girassol comum. Era uma árvore de girassol, imensa, de uns 25 metros de altura, com uma base do tronco bem larga (quase uma barriga), que se afina a medida que cresce, cheia de galhos secos, até chegar a uma grande copa, com muitos girassóis apontando para o mesmo lado (dã!), e muitas sementes de girassol agrupadas num centro, como se fosse no girassol de verdade. Uma árvore horrorosa, mas impressionante. Eu tive que descer do carro pra ver direito. Enfim, contornamos a árvore (de carro) e pegamos a estrada para o Tio Tony. Eu lembro de ter visto ele (que era bem diferente do tio Tony que eu só conheço por fotos) e ter entrado na casa dele, que era bonita e acolhedora, mas essa árvore marcou tanto que eu pouco me lembro do meu tio no sonho. Cotação: Ahn? Sonho 3: Estava eu, de volta à minha cidade, num dia nublado e encontrei meu bom amigo Nishida. Estava eu indo para o apartamento que eu morava (o qual não existe!) e ia levando-o junto. Peguei a Gabriel Lessa, cruzei a Getúlio Vargas e desci um pouco, para pegar uma ruinha que levaria provavelmente à Pça. Dóbio Zaina, mas não levou. Na Getúlio Vargas, peguei meu skate (que tinha lugar pra sentar, tipo um banquinho) e fui. "Você lembra de quem era esse skate, certo?", disse eu. "Lógico." Na teoria seria dele, mas lembrando do skate, eu não comprei dele. Chegamos ao prédio, que era bem bacana, com umas colunas azuis. Entrei ao apartamento e, de repente, o Nishida era o Borjão. Afinal, todo mundo que morava no apartamento era da faculdade. Me lembro do Dione e do Yuri, mas tinha mais duas ou três pessoas ali na sala jogando 007 no video-game. Eu caí na bobeira de apresentar o Borjão ao pessoal da nossa classe, como se eles não se conehcessem. Eu não lembrava que eles se conheciam! Aí eu falei "meu, vamos jogar de dois pra todo mundo jogar, né?" e o Dione resetou. Cotação: Cadê o Nishida? E a ana com sonhos estranhos! O que dizer dos meus?
miércoles, agosto 03, 2005
NOITE DE SONO
Há o lado bom de subir para o meu quarto na Gílio's Mansion e dormir. Tudo bem que o lado bom é o óbvio. Mas é um excelente lado bom. Mas há o lado ruim. Eu não tenho dúvidas de que o momento em que minha cabeça funciona melhor é quando estou deitado. Meu Deus, quantas idéias! Quanto me ocorre enquanto eu estou deitado sobre o meu lençol azul escuro. Ontem mesmo eu devo ter tido umas três ou quatro boas idéias para postar aqui e que fugirma com o sono. Bom, talvez não com o sono, mas com a boa surpresa de ontem. Estava eu dormindo ontem (bom, tentando dormir), mas ouviu os risos histéricos de Edie lá fora. Quase abro a janela e dou um pití janela abaixo. Mas logo cessou e eu relaxei. Logo que cessou, a porta do meu quarto abriu. Pensei que era o Pablo, meu novo colega de quarto. Nada! Não é que era o Raul, meu antigo colega de quarto, que me acordava puxando as cobertas e falando "levanta, Pequeno"? Isso era uma meia-noite e eu não gosto de dormir muito depois disso. Mas aí eu desci do beliche (ou da beliche?) e dei um abraço no cara. Grande cara! Ficamos de conversa, ele explicou porque estava ali e ficamos conversando até as três da manhã. Ele, Alfredo, Pablo, Rodrigo e eu. E tomando chimarrão! Ele tomou uma Fanta, comeu um pacote de bolachas, pegou o pedal da guitarra dele e foi dormir na sala. Depois disso, eu ainda teria a pachorra de tentar lembrar as três ou quatro boas idéias que me ocorreram enquanto deitado. Mas não se sintam na liberdade de entrar na minha casa e puxar minah coberta à meia-noite para me acordar. Isso é para poucos.
martes, agosto 02, 2005
SUPER BONDER, NOVELA E ROBINHO
Super Bonder: O que acontece com o Super Bonder? Antigamente eu tinha até medo desse negócio, de tanto que colava. Já pensou colar um dedo no outro? Não sai nunca mais! Mas de uns tempos pra cá, a super cola tem me decepcionado. Será que sempre foi assim (e eu era uma criança impressionada) ou ela está enfraquecendo ultimamente? Você cola alguma coisa com o Super Bonder e, dentro de dias, alguém tem que colar de novo. As crianças estão até perdendo o medo desse negócio. Novela: A Moda Country e a novela das oito, América. Eu jurava que a primeira era conseqüência, e a segunda era causa. Agora, tenho dúvidas. Mesmo assim, essa moda não está com a força que se imagine, mesmo que a Globo queira dar a impressão, cobrindo Rodeio no Esporte Espetacular e botando os meninos e meninas do Fama para cantar música Sertaneja. Mas só o que não dá para engolir é a Playboy de julho. Por causa da novela (ou da moda), está lá uma nobre desconhecida chamada Keyla Polizello, que "tira o chapéu e muito mais" na edição do mês já findo. Robinho: Terminada a novela da transferência do Róbson para o Real Madrid (Róbson para os íntimos), já é sabido que ele deve fazer mais seis ou sete jogos pelo Santos, para ser inscrito pelo Real no fim de agosto. A torcida pode não ter ficado feliz, isso pode não ser unânime entre os santistas, tem gente que não queria ele de volta (a campanha "Vaza, Robinho", viram?). Mas de qualquer jeito o Parreira é uma anta. "Ahn?", pensou você, "o que tem a ver uma coisa com a outra?". Sim, com a novela Robinho terminando, é notável como o Parreira é burro e deselegante. Burro por ter convocado Robinho para o amistoso contra a Croácia, dia 18. COnvocou de teimoso, mesmo o Robinho tendo ficado um mês parado e tenha feito só um (péssimo) jogo desde que voltou (4x2, contra o Corinthians). Deselegante por não ter percebido: o Robinho tem mais seis ou sete jogos pelo Santos. Aí vai ele e tira o Robinho de um ou dois desses jogos para um amistoso inútil contra a Croácia. E olha que eu gosto da Croácia, você sabem. Pai do Kiko, Pé-de-uva, Ronald Golias... Tenha dó!
lunes, agosto 01, 2005
THE THRILL IS GONE
Minhas férias acabaram e a coisa mais hipócrita que eu posso dizer é "mãe, não chora" com a voz embargada e os olhos marejados, como ontem foi na rodoviária. Deu pra aproveitar? Deu sim. Vi todo mundo, abracei todo mundo, enchi a cara 30 vezes, visitei todo mundo, me machuquei bastante, revi a Camilla, meus pais, os pais dela e participei de todo tipo de coisa. Mas eu fiquei chateado por ter ciência de que mal parei em casa e mal vi meus pais. Nem tudo é perfeito e essa certamente foi a grande falha das férias. Por isso eu prometi: quando eu voltar pra Prudente, não vou avisar ninguém. Aì, aproveito bem meus pais, a Camilla e (poucos) amigos.
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