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La Cucaracha
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à troca de links. Quem quiser ser linkado aqui, me linke antes e me avise, que eu linko com muito gosto. Arquivos
2004
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martes, noviembre 17, 2009
INSIDE ACTORS' STUDIO
Vamos testar a boa vontade do site. Se tudo der certo, vocês estão vendo um vídeo aí em cima e percebendo como é difícil fazer um boneco mexicano falar português. E se não der certo (o que é provável), cliquem aqui e assistam. Mas se alguém mais quiser brincar, clique aqui.
Por EMANUEL NOVAES às 10:56 PM
| jueves, noviembre 12, 2009
ANALISANDO A PLAYBOY DO MÊS
Senhoras e senhores, é oficial: Fernanda Young posou nua.
Toda a sensualidade de Alexandre Frota Sobre a revista, não há muito o que dizer. Quem já viu as fotos, disse que a Fernanda não fica devendo em nada a Cláudia Ohana, por exemplo. Mas gosto é gosto, e isso não se discute, certo? Não vi a revista – afinal, gastar dinheiro com a Playboy da Fernanda Young é como reservar lugares no cinema e levar a namorada para assistir a um filme da Xuxa ou do Didi. Mas pelo que eu soube, “salvar o erotismo das mãos da breguice” (um dos motivos que ela se deu pra tirar a roupa) quer dizer corpete, insinuações questionáveis de sadomasoquismo e um dedo perto da bunda. Hum... OK! Não, não está OK! Vide os comentários na comunidade da Playboy no Orkut. Um dos cidadãos que elogiam tem a pachorra de dizer que “esse (...) foi o ensaio mais erótico de PBY nos últimos tempos. Fez o de Priscila parecer brincadeira de estudante. Isso sim é erotismo levado à sério. Parece fotos européias de livros da arte erótica de vanguarda”. Ah, tá! Enfim, pra quem quer uma revista de fotografia e arte, dizem que ficou um belo exemplar. Acho que há revistas melhores e mais baratas para se observar isso de maneira profissional. Mas para quem quer olhar uma mulher e ver algo além do enquadramento, do foco e da luz, tenho minhas dúvidas. Eu me preocupo seriamente com a geração de menores de idade que começa a comprar Playboy. Tipo, quando eu tinha 12 anos, comprei a edição da Malu Bailo (julho de 1997, como lembramos aqui). Aquilo sim era classe! Hoje em dia, a Playboy tem ensaio da Fernanda Young, conto do Nelson Motta e perfil do Alex Atala. Preocupante, não? Eu poderia colocar o link aqui das fotos como protesto, mas não vou – quem quiser, basta procurar na internet. Prefiro protestar gastando meu dinheiro com a concorrência. Alguém sabe quem é a capa da Sexy deste mês?
Por EMANUEL NOVAES às 3:24 PM
| lunes, noviembre 09, 2009
THE WALL
Parece que foi ontem, mas hoje faz 20 anos da queda do Muro de Berlim. Por isso, o La Cucaracha homenageia esta data – fundamental para o desenrolar do contexto sociopolítico mundial – de duas maneiras distintas. A primeira é com um minidocumentário simplesmente impecável produzido pela Deustche Welle, a TV alemã, chamado “Walled In”. Em uma animação de 10 minutos de duração, a competente DW faz uma representação do interior dos dois muros (sabia que eram dois?) que separavam a capital alemã em Berlim Oriental e Berlim Ocidental. A segunda é com piadas sobre a Alemanha Oriental, bastante populares até hoje na Alemanha. Nenhuma delas tem a genialidade de “a diferença é que, de um lado tomam cerveja, e do outro, vodka”. Mas também há coisas boas! 1. A professora pergunta na escola: “Qual é a coisa mais importante do socialismo?” Os alunos pensam um pouco, até que Fritzchen (o pequeno Fritz, conhecido como o Joãozinho deles) responde: “A coisa mais importante do socialismo é a pessoa!” A professora: “É uma boa resposta, Fritzchen! Vou te dar um 8,0.” Insatisfeito, Fritzchen responde: “Você me daria um 10,0 se eu desse o nome da pessoa?” 2. A professora pergunta: “Fritzchen, qual é a diferença entre capitalismo e socialismo?” Fritz responde: “Capitalismo é a exploração do homem pelo homem. No Socialismo, é o contrário.” 3. Como você dobra o valor de um Trabant? Enchendo o tanque dele! 4. O que você tem quando cruza um Ossi com um Wessi? Um desempregado arrogante. 5. Duas crianças berlinenses conversam separadas pelo Muro. A menina ocidental, enquanto come uma banana, diz: “Olhe, eu tenho uma banana”. O garoto oriental, que não quer ficar por baixo, responde cheio de orgulho: “Nós temos o socialismo”. A garota rebate: “Bem, nós teremos o socialismo aqui também”. “Então logo você também ficará sem bananas também”, retruca o garoto.
Por EMANUEL NOVAES às 1:41 PM
| jueves, noviembre 05, 2009
ELDORADO MUSICAL
Você provavelmente não conhece ou conheceu o quarteto The Shangri-las. Eu também não conhecia, e mal posso dizer que conheço. Mas assistam o vídeo em questão: Assistiram? Se não, eis a lista de nove motivos para fazê-lo agora: 1. A cara de susto nos primeiros frames do vídeo (acho que não dá nem um segundo) vale umas risadas. O sujeito em questão seria Lloyd Thaxton, apresentador do The Lloyd Thaxton Show – é o que consta na descrição desse vídeo, onde dá pra ouvir a música quase inteira no mesmo vídeo. 2. A apresentação aí, salvo engano, é de 1964, mas a letra original é dos Beatles. E digam o que disserem, mas nem a versão dos Beatles é tão poderosa quanto essa do The Shangri-las – escute aqui e tire a prova. Dá pra dizer que as meninas aí salvaram a música! Mesmo eu gostando da fase “Beatles de terninho”, esse negócio de “a little bit softer now” ferrou a coisa toda! 3. Essa vocalista loirinha aí se chama Mary Weiss. Vendo esse vídeo, eu tenho vontade de casar com ela, de tão bonita que ela é. Hoje em dia, para eu ter vontade de casar com uma artista, ela precisa aparecer praticamente nua cantando em um palco, tipo Beyoncé ou Shakira – exceção feita apenas a Scarlett Johansson, que canta que é uma beleza. 4. Aliás, bastante magnética essa Mary Weiss. A menina devia ter uns 16 anos aí no vídeo, e consegue prender minha atenção basicamente cantando e mexendo os braços. Não tem roupa brilhante, decote, mini-saia ou algo do tipo. Ela simplesmente canta e dança. E mexe os braços! 5. Pô, escutem essa música! ESCUTEM! 6. As meninas aí talvez tenham sido as primeiras bad girls da música americana. E isso porque eram bonitinhas, branquinhas e da classe média de Nova York – imaginem que tabu para a época, não? A loirinha aí em questão, por exemplo, andava armada, dizendo que já havia sofrido uma tentativa de estupro. 7. Eu continuo sem conhecer muito bem The Shangri-las. Mas se alguém mais gostou do que ouviu aí, recomendo Right Now and Not Later (roupas de couro!), Simon Says, I’m Blue (que estaria facilmente em uma trilha sonora do Quentin Tarantino), The Dum Dum Ditty e Footsteps on the Roof. 8. Visualmente falando, isso aí me lembrou muito Baby Love, das Supremes. Baita época boa pra se ouvir música nos EUA, não? 9. Em um país minimamente sério, isso aí já teria virado filme. Leonardo di Caprio pegaria a protagonista e morreria no final.
Por EMANUEL NOVAES às 3:57 PM
| martes, noviembre 03, 2009
SÉRIE B
A maior sitcom da década de 90 foi Seinfeld. Eis uma verdade praticamente inquestionável, que abre margem para pouco debate. Assim como a maior comédia do gênero na virada do século era Friends, por mais que alguém torça o nariz com algum argumento irrelevante. É provável que, daqui uns 20 anos, seus filhos perguntem sobre Seinfeld e/ou Friends. E se viverem a mesma "nostalgia do que não conhecemos" que nossa geração vive (tomara que não aconteça), serão capazes de dizer que Friends foi a coisa mais engraçada que já fizeram para a TV em quase cem anos da mesma. OK, são dois baitas seriados, do tipo que me fazem parar de mudar de canal quando encontro passando. Mas talvez nossos filhos não perguntem por seriados bem legais que passaram, e que não tiveram o mesmo sucesso. Caso de Just Shoot Me, de Becker e de um dos meus favoritos, Frasier. Com o passar do tempo (mais especificamente o fim da década de 90), é possível analisar com um certo distanciamento essas comédias. Por exemplo: minha irmã adorava The Nanny, e eu mesmo me divertia um bocado. Hoje, assistindo a um episódio, acho que beira o insuportável. É o caso de Mad About You – com a diferença de que eu nunca gostei desta. Enfim, o tempo passou. Nenhuma das minhas “série de segundo escalão” é capaz de gerar debates acalorados ou cooptar fãs selvagens (ainda bem). No máximo, seriam o Juventus ou o América-RJ das sitcoms, lembradas por adjetivos como “simpática”, “engraçadinha” ou coisas do tipo. Nada de exageros. Mas isso não é ruim, longe disso. Até porque a década atual, que se aproxima de seu fim, foi a década das séries dramáticas. Smallville, Lost, Heroes e semelhantes. Sinceramente? Extremamente chatas. As coisas mais chatas da TV desde Barrados no Baile (ou “Beverly Hill 90210”, para os puristas). E assim como aconteceu há dez anos, séries boas passaram sem chamar a atenção – azar de quem perdeu Keen Eddie ou Dexter, por exemplo. E assim segue o ciclo. Tomara que a próxima década seja, ao menos, de programas melhores que a atual. Com séries gigantescas e com algumas bem simpáticas e que não chamam a atenção. Mas sem drama - dramalhão adolescente de novo é pra fechar a conta.
Por EMANUEL NOVAES às 5:33 PM
| miércoles, octubre 21, 2009
O TAL INFERNO ASTRAL
Eu já escutei duas teorias que, para mim, se completaram. A primeira dizia que o mês do nosso aniversário é sempre cheio de coisa ruim – e eu já havia confirmado isso, talvez porque a gente sempre tem muitas expectativas boas para os aniversários. Depois, escutei que outubro era um mês de desgraças pra todo mundo. Bom, como eu faço aniversário em outubro, sou suspeito pra falar. Mas fato é que o mês tem sido o pior em muito, muito tempo. Em 20 dias, minha namorada terminou comigo e eu fui demitido. Não queiram passar por isso, porque é coisa pra colocar a auto-estima do cidadão abaixo da sola do pé. Acho que a situação só teria salvação se eu fosse a Fernanda Young, que deve conseguir fazer um conto erótico cheio de humor escatológico em momentos assim. Por isso, fiquei aqui em casa pensando o que pode ter de bom em ser demitido. E encontrei dez bons motivos pra comemorar minha demissão. 1. Salvar o jornalismo das mãos da breguice. 2. Enquanto as contas não chegam, não devo nada a ninguém. 3. Em alguns lugares do mundo, jornalistas ainda são obrigados a tampar seus corpos. 4. Frustração pura e simples. 5. Na minha vida amorosa, eu me fodo mil vezes mais. 6. Acabei de fazer 24 anos. 7. Irritar a minha mãe. 8. Estou desesperado para o que os RHs vão achar. 9. É a primeira vez na história que a Playboy vai receber meu currículo. 10. Ainda há BBBs acreditando que são jornalistas (aleluia). E como disse minha mãe após saber... Bola pra frente!
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